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Acha o seu emprego uma chatice. Mas olhe que estes podem ser piores

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Um estudo realizado nos EUA por investigadores da Universidade de Chicago, mostra que, se calhar, o seu emprego nem é dos piores. Conheça os empregos que deixam os profissionais mais deprimidos e também aqueles que mais satisfazem quem os ocupa

Se acha que o seu emprego o deixa miserável, pense nisto: haverá sempre alguém com um trabalho pior em mãos. A menos que seja carpinteiro, e aí tem toda a razão para se queixar. Quem o diz é a Universidade de Chicago, num relatório feito pelo National Opinion Research Center.

O estudo, apelidado de General Social Survey (GSS) e dirigido por Tom W. Smith, investigador da Universidade de Chicago, concluiu que os 12 cargos menos satisfatórios do país, do pior para o melhor, são:

1 - Carpinteiro

2 - Empregado de mesa

3 - Operário

4 - Barman

5 - Embalador

6 - Manipulador de carga, stock e material

7 - Vendedor em lojas de vestuário

8 - Caixa

9 - Ajudante de cozinha

10 - Despachante

11 - Talhante

12 - Vendedor de mobília

Se após a leitura desta lista ganhou uma vontade súbita de mudar de profissão, está com sorte: o estudo em causa revelou também, por contradição, os 12 empregos mais satisfatórios:

1 - Padre

2 - Fisioterapeuta

3 - Bombeiro

4 - Diretor de estabelecimentos de ensino

5 - Pintor, escultor e outros artistas

6 - Professor

7 - Escritor

8 - Professor de Educação Especial

9 - Engenheiro operacional

10 - Chefe de escritório

11 - Corretor financeiro

"Os empregos mais satisfatórios são maioritariamente profissões que envolvem qualificação específica, especialmente aquelas que envolvem cuidar, ensinar e proteger outros ou que seguem uma veia criativa", acrescenta Smith, ao que Cynthia Lindner, diretora de Estudos Religiosos da Universidade de Chicago acrescenta "as pessoas envolvidas em trabalho religioso têm grandes oportunidades de viver e trabalhar de acordo com as suas mais profundas convicções, muitas vezes acompanhados por comunidades de fé que partilham desses mesmo valores". "Esta congruência de crenças, valores e ações no trabalho diário consegue ser imensamente satisfatória", diz.

O estudo, a ser conduzido desde 1972, realizou-se através de um questionário face-a-face a 27,000 trabalhadores americanos. Em média, 47% dos inquiridos afirmou estar contente com o seu trabalho e 33% concluiu estar muito contente.