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Alguns tipos de queijo podem ajudá-lo a viver mais

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E se o queijo fizer parte dos superalimentos capazes de nos ajudar a viver por mais tempo?

Um estudo conduzido por dois investigadores sul coreanos revelou que uma bactéria encontrada na fermentação de queijos suíços, como o Emmental e o Gruyère, pode ajudar a reduzir a inflamação e aumentar a imunidade. A bactéria mostrou ainda um efeito positivo sobre os sinais de envelhecimento.

Em causa está a propionibacterium freudenreichii, presente em vários laticínios mas em maior concentração nos queijos suíços, que transforma o lactato (sais derivados do ácido lático) em acetato, propionato e dióxido de carbono. O acetato e o propionato, são conhecidos pelas suas propriedades imunológicas e conferem a estes queijos o seu sabor caracerístico, enquanto o dióxido de carbono é responsável pela formação dos buracos.

Para já, o estudo só foi feito apenas em lombrigas, mas os investigadores afirmam que é possível que os resultados se apliquem também nos humanos. E se assim for, as perspetivas são animadoras: não só as lombrigas viveram mais tempo, como com mais saúde, uma vez que a bactéria revelou ter um efeito anti-inflamatório no sistema imunológico, diminuindo as respostas ao stress.

Esta não é a primeira vez que os benefícios do queijo são estudados. Uma investigação irlandesa recente concluiu que as pessoas que comem muito queijo são mais magras do que aquelas que não o consomem de todo. Para além disso os níveis de colesterol não aumentaram com o consumo do queijo.