Jornal de Letras

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  • David Santos: Museus em movimento

    Carrinhas que levam visitantes de museu em museus, numa viagem noturna por vários espaços culturais, e um concerto único com o violoncelo Stradivarius Chevillard do século XVIII são duas das muitas (e inesperadas) propostas de Dia e Noite dos Museus, uma iniciativa europeia, com forte adesão nacional, que se realiza nos próximos dias 18 e 21, respetivamente. Ao todo estão envolvidos 70 museus, monumentos e palácios nacionais, em 44 concelhos. Ao JL, David Santos, subdiretor da Direção Geral do Património Cultural apresenta as linhas de força deste anos, em que se comemora a 30.ª edição, destacando ainda algumas iniciativas a não perder.

  • Artes Visuais

    Rita Alves dos Santos

    Javier Rioyo - Mostra Espanha 15

    Dois anos depois da última edição, a Mostra Espanha regressa a Portugal com pintura, música, debate, exposições, teatro, dança e cinema. Até janeiro, são mais de 100 iniciativas em 13 cidades portuguesas, que querem mostrar como "Espanha e Portugal formam uma Ibéria com gente dentro, gente que entre si fala, comunica e se entende." A mostra bianual arrancou com uma exposição de obras de El Greco, patente até 10 de janeiro no Museu Nacional de Arte Antiga. "Apesar de ter nascido na Grécia, é um pintor fundamental para entender a pintura espanhola do século de ouro" explica ao JL, Javier Rioyo, diretor do Instituto Cervantes de Lisboa. O Cinefiesta - Mostra de Cinema Espanhol arranca amanhã, 1, na capital. "Também vamos ter flamenco em Lisboa e em Évora, e jazz no Porto." A programação é vasta e quer quebrar barreiras. "Já que estamos perto fisicamente, que estejamos também espiritual e vitalmente."

  • Miguel Abreu - Contaminação cultural

    Um credo, uma oratória inter-religiosa, com texto de José Tolentino Mendonça e direção musical do maestro italiano Mario Tronco, na Igreja de S. Domingos, abre a 10, o Todos - Caminhada de Culturas, o festival de interculturalidade, que decorre até 13, em Lisboa.

  • Artes Visuais

    João Carvalho Pina

    Sebastião Salgado: Uma obra monumental

    Quem não se lembra das imagens dos garimpeiros em Serra Pelada, a maior mina de ouro a céu aberto do mundo? E das fotografias de trabalhadores a tentar apagar os poços de petróleo a arder no Kuwait depois do final da guerra? Imagens com a potência das de Sebastião Salgado foram um contributo enorme para eu e dezenas de outros fotógrafos mais novos começarmos a sair das nossas casas, das nossas cidades e dos nossos países à procura de fotografar "histórias" que contem a Humanidade.