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Crítica a Movimento, de João Luís Barreto Guimarães

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João Luís Barreto Guimarães: Vida, movimento e poesia

Presta culto a dois deuses, a Dionísio, de quem retira inspiração, e a Apolo, que o acompanha na arte de esculpir o poema. São também as duas faces da sua existência, medida pelo rigor da cirurgia reconstrutiva, que exerce no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho, e pela liberdade da linguagem que empresta a um percurso literário de já 30 anos e que agora foi distinguido com o Prémio Armando Silva Carvalho, atribuído a Nómada. Em Movimento, volume de poemas agora editado, volta a afirmar a singularidade do seu universo, neste caso moldado ainda por outros deuses, mote para esta entrevista