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  • Mobilidade internacional: a aventura de mudar de casa mudando de país

    Inês Batalha Mendes

    Dar baixa da água, luz, gás, telefone, internet, o que for que tivermos contratado. Gastar os pontos que temos do clube de fidelidade do supermercado. Cancelar o seguro de saúde? Fechar ou não fechar a conta bancária? Arranjar uma alma caridosa que fique com uma procuração para resolver algum cabo solto se for preciso. Tudo no último mês, senão nas últimas semanas

  • Será que não há diferenças?

    Nuno Guerreiro

    SÃO FRANCISCO, EUA - Nova Iorque centra-se em si mesma, e a concentração de diversidade é claramente única. Já São Francisco expande-se constantemente do seu centro para as belezas naturais à sua volta. E o que gosto mais? É como perguntar a uma criança criada por um pai ou mãe, de quem gosta mais.

  • Há mar e mar

    João Pita Costa

    LJUBLJANA, ESLOVÉNIA - Esse mar, trazemo-lo dentro de nós, cada um de nós, portugueses, independentemente do sítio onde nascemos. E quando nos vêm dizer que o Adriático é mar, fica tudo estragado. Não tem ondas, não é mar. Quase não tem marés e muitas vezes nem cheira a mar. Bom, de facto não é o oceano a que estamos habituados mas, sim, é mar. E é sobre isto que vos venho hoje falar.

  • Isto não é uma notícia falsa

    Bruno Sousa

    DARMSTADT, ALEMANHA - Ora bem, isto não é uma notícia falsa por duas razões, primeiro porque este texto enganador está na realidade dentro de uma crónica, que é o que isto é, e segundo porque não é uma notícia de algo que aconteceu, mas uma profecia do que espero que aconteça

  • Que fazer a gajos como eu?

    Vasco Pinhol

    AALESUND, NORUEGA - Acordo todos os dias feliz de estar vivo e funcional, constrangedoramente maravilhado com o mundo que me rodeia. Estou na idade em que estou melhor do que devia, sabendo mais do que devia, fazendo menos do que podia. E estou rodeado de gajos como eu. E agora?

  • De Nova Iorque para São Francisco: mais um capítulo

    Nuno Guerreiro

    SÃO FRANCISCO, EUA - Depois das logísticas da praxe, fechei a porta do apartamento de Nova Iorque, despedi-me e peguei nas malas (por acaso, nenhuma de cartão) e mudei-me para São Francisco

  • Eleições com muitos recenseados mas poucos votantes

    António Raúl Reis

    LUXEMBURGO - Muitos portugueses foram surpreendidos nos últimos dias pela carta vinda de Portugal. Nas redes sociais são milhares aqueles que se questionam sobre a razão de receberam o boletim de voto. Há quem publique fotografias de todos os elementos nas redes sociais. Há outros que perguntam no Facebook “que faço eu com isto?”. O comportamento animalesco de muitos de nós manifesta-se por comentários que vão de “não vou votar nesses corruptos” ou versões mais avisadas tais como “vota Zé, que podes fazer a diferença”

  • Humanidade 3.0

    Paula Alves Silva

    WASHINGTON, EUA- Sabe, um clique e uma partilha não salvam um corpo em chamas. Está a ouvir? Nós temos o poder. Podemos passar o resto da vida a acreditar que as nossas acções no mundo virtual alteram a realidade ou olhar em frente e escrever um futuro espelhado em Eça de Queirós, que dizia que curiosidade é o “instinto que leva alguns a olhar pelo buraco da fechadura, e outros a descobrir a América"