Viriato Soromenho – Marques

Jornal de Letras
Ideias (JL)

Quando Teseu se rendeu ao Minotauro

A nossa atual fase é particularmente nauseante. Estamos reduzidos a uma desordem mundial, governada por uma classe alfa que não dá a cara. Governa pelos seus funcionários, na maioria dos casos, eleitos democraticamente. Uma classe dominante, tão super-rica quanto medíocre. Inculta e desprovida de um resquício de desprendimento ou grandeza

Viriato Soromenho – Marques
Jornal de Letras
Ideias (JL)

O ponto cego da nossa modernidade

Pondo em causa a arrogância da tecnociência, o nosso colunista afirma que “a humanidade se encontre encerrada e paralisada devido a mais um invisível coronavírus, é não só um destronar do otimismo (…) mas também um desabar das fantasias acerca de um futuro digital para a condição humana que tantos partilham”

Viriato Soromenho – Marques
Jornal de Letras
Ideias (JL)

Vencer a Guerra pelo Futuro

Esta é a grande oportunidade de operar uma verdadeira “destruição criadora” ecologicamente orientada e recuperar o controlo sobre sectores importantes como a TAP e a ANA

Viriato Soromenho – Marques
Jornal de Letras
Ideias (JL)

Por uma nova ‘habitação da Terra’

A pandemia do novo corona vírus, o Covid 19, globalizou-se, já infetou milhões de pessoas, vitimou dezenas de milhares, constitui um pesadelo, sem fim certo à vista, a semear medo e morte, de muito dramáticas consequências, mormente económicas e no tecido social. Face a tudo isto, o que vai acontecer, a vários níveis, o que vai - deve - mudar para termos futuro? Um ensaio do filósofo e colunista do JL

Viriato Soromenho – Marques
Jornal de Letras
Ideias (JL)

Quatro décadas na grande aceleração

Desde que o JL apareceu até hoje muito mudou. A população mundial em 1981 era de 4,5 mil milhões e a concentração 
de CO2 de 343 ppmv, hoje a população é de 7,7 mil milhões e a concentração de CO2 atingiu o valor de 415 ppmv. 
Aqui, o filósofo e prof., especialista na matéria que há 26 anos mantém esta coluna pioneira sobre o ambiente e sua defesa, dá-nos uma impressiva síntese do que mais importante aconteceu

Viriato Soromenho – Marques
Jornal de Letras
Jornal de letras

De corpo inteiro

Concluiu-se agora o que sem nenhuma dúvida constituiu pelo menos um dos mais importantes empreendimentos editoriais, e culturais, dos últimos tempos em Portugal, e que ao longo de 20 meses se cumpriu escrupulosamente, tanto em qualidade como em 'pontualidade', com os 30 volumes que a integram a sair de acordo com tudo o anunciado e programado, inclusive quanto à data das publicações. Referimo-nos, claro, às Obras Completas do Padre António Vieira, criteriosa e sabedoramente editadas, agrupadas, anotadas, com valiosos estudos introdutórios e, ainda mais, incluindo numerosos inéditos - um monumental trabalho de que foi grande dinamizador José Eduardo Franco, diretor do CLEPUL da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que assumiu, com Pedro Calafate, a direção do empreendimento, que teve, por áreas, quatro coordenadores - além dos dois, João Francisco Marques e Carlos Maduro -, e no qual trabalharam cerca de meia centena de especialistas, investigadores e consultores. Com a chancela do Círculo de Leitores, suporte institucional da Universidade de Lisboa, e diversos apoios mecenáticos, com destaque para o (fundamental) da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o JL dedicou a estas Obras Completas, quando começaram a ser editadas, o tema e a capa do seu n° 1110, de 17 de abril de 2013, revelando em pormenor o que iriam ser, ouvindo os seus responsáveis e incluindo textos dos quatro citados diretores e coordenadores; e depois, ao longo do tempo, foi dando notícia da saída dos 30 volumes, em conjuntos de três, de dois em dois meses.Agora, que se completa esta edição histórica, reunindo pela primeira vez "todas as palavras, todas as ideias", com então titulamos, do "imperador da língua portuguesa", como lhe chamou Pessoa, aqui assinalamos o facto, o feito, com dois magníficos e significativos textos de dois nossos colaboradores permanentes, muito destacados universitários e ensaístas. Recordando ainda que ao longo dos anos, naturalmente, o Padre António Vieira foi presença frequente nas páginas do JL, e que mormente na edição 977, de 12 de março de 2008, nos 400 anos do seu nascimento, lhe dedicamos outro tema (e capa), com ensaios de Eduardo Lourenço e Miguel Real, e textos de vários escritores

Viriato Soromenho – Marques