Manuel Delgado 1

Manuel Delgado

Administrador Hospitalar
Opinião

Orçamento da Saúde para 2022: A mesma trajetória, os mesmos problemas

Estamos, portanto, perante um orçamento de continuidade, com poucas novidades e alguns riscos evidentes de derrapagem

Opinião

A permanente falta de médicos: Verdade ou consequência?

Estes processos de acumulação são, em parte anedóticos, por vários motivos: o hospital e o médico estão de acordo em contratualizar mais horas de trabalho, para além do horário-base - a lei não o permite, exceto em regime de horas extraordinárias; todavia, o mesmo médico já pode fazer uma acumulação com outro qualquer hospital público ou privado. Assiste-se, muitas vezes, a uma troca de posições ao longo da semana, que não garante estabilidade aos médicos e aos hospitais, nem segurança aos doentes. A situação é caricata, mas explica muitas coisas

Opinião

O fim de um ciclo pandémico

Perda de força do vírus, alguma imunidade de grupo, melhor abordagem e tratamento da doença? Tudo está ainda por explicar

Opinião

ADSE: Das incoerências ideológicas a um modelo de pagamentos ultrapassado

com as novas tabelas de preços em vigor desde 1 de setembro, muitos operadores, entre os quais os grupos mais importantes, decidiram retirar das convenções com a ADSE muitos atos que consideram estar com preços abaixo do custo

Opinião

Os perigos do negacionismo

O negacionista tende a desvalorizar o que é norma ou ciência comprovada, para passar a acreditar em factos alternativos ou pós-verdades. Movimenta-se bem nas redes sociais, dispõe de muita informação e apresenta-se como pessoa mais esclarecida face ao comum dos mortais. Felizmente, a história mostrou-nos, ao longo dos séculos, que o conhecimento e a ciência se foram sobrepondo à especulação, a teorias da conspiração ou à pura negação dos factos

Opinião

O impacto da pandemia nas contas da saúde

Gastou-se mais mas fez-se bem menos, o que demonstra a ineficiência dos serviços

Opinião

O segundo verão sob o signo da Covid-19

Fazendo um balanço comparativo entre o verão do ano passado e este, vividos em contextos bem diferentes, talvez percebamos melhor as razões para esta aparente normalização

Opinião

Finalmente, a abertura!

No essencial, parece que é desta que o vírus se tornará endémico, continuando entre nós como outros vírus, mas sem consequências maiores para as nossas vidas

Opinião

Os novos infetados

Estamos agora numa encruzilhada um pouco diferente: saber quando parar radicalmente com medidas de confinamento e assumir a presença endémica do vírus entre nós por mais algum tempo, mas sem grandes consequências para a saúde pública

Opinião

Uma nova matriz de risco

Se ficarmos reféns de indicadores exclusivamente de incidência, podemos ser tentados a travar o vírus com medidas mais severas de confinamento, quando ele deixa de impactar de forma particularmente relevante na vida das pessoas e dos serviços de saúde

Opinião

Diferentes modos de desconfinar

Com o crescimento da 4ª vaga, o Governo está no meio da ponte: por um lado tentar mitigar a expansão do vírus, por outro lado, tentar acompanhar o passo da abertura e normalização da vida social, num verão que se pretendia de recuperação para todos, empresas e cidadãos. Não é uma posição fácil e por isso percebemos alguma da contestação de especialistas e “opinion makers”

Opinião

Covid: Da pandemia à endemia

a vacinação é uma corrida contra o tempo já que a imunização da população representará a passagem do vírus à situação endémica, com uma continuidade larvar, poucos riscos para a grande maioria da população e pouca pressão sobre o SNS

Opinião

A quarta vaga

É sempre atrativo apontar culpados quando as coisas com a Covid estão piores. Tem sido assim ao longo deste ciclo pandémico já com 69 semanas de duração

Opinião

Os desencontros da pandemia

Importa perceber que os impactos da pandemia na ocupação de camas hospitalares e na ocorrência de doentes críticos não tem hoje a mesma expressão que teve de outubro a fevereiro passados. Devemos, por isso, relativizar os aumentos registados nos indicadores e não dramatizar o que,de todo, não se justifica. Vejamos porquê

Opinião

Covid: Uma nova matriz de risco?

Esta evolução em “pezinhos de lã” significa que temos que recuar a 6 de março para encontrarmos um dia com tantos casos como os que ocorreram nalguns dias da passada semana

Opinião

A subserviência merece castigo

O Governo cedeu em toda a linha às pressões do exterior e ironicamente sofremos agora a paga do Reino Unido: os riscos da final da Champions ficaram para Portugal cortando a via verde para o Algarve quando os problemas foram criados pelos próprios ingleses

Opinião

SNS: Um percurso insustentável

Temos que introduzir uma cultura de avaliação do desempenho dos profissionais de saúde, premiar o mérito e promover um elevado sentido de responsabilidade e de partilha do risco (dos sucessos e dos insucessos)

Opinião

Tribunal de Contas: Requiem pelas PPP da Saúde

O que foi um sucesso para o Estado e, sobretudo, para os cidadãos, tem como resposta o seu descrédito e o seu subsequente abandono

SNS registou prejuízo de cerca de 848 milhões em 2018, um agravamento de 502 milhões
Opinião

Saúde: A parte escondida do PRR

Já aqui tinha feito um comentário geral sobre o primeiro documento, considerando-o um conjunto de boas intenções, com falhas e omissões importantes. A versão desenvolvida agora conhecida, não concretiza completamente as boas intenções e mantém as principais lacunas

Opinião

Ideologia, saúde e pandemia

Esta pandemia calou temporariamente as visões mais liberais e mercantilistas da saúde e reforçou as perspetivas mais radicais dos que vêm o setor como um bloco monolítico de serviços públicos, rígido e de gestão burocrática

Opinião

A gestão política e operacional da Covid

Espera-nos um futuro próximo mais tranquilo, mas convém não baixar a guarda porque o vírus não respeita fronteiras nem continentes