Jogos Olímpicos: Uma história de poder, suor e dinheiro

Três meses depois de tomar posse como Presidente dos EUA, Joe Biden recebeu, pela primeira vez, o líder de um país estrangeiro. Estávamos em abril e o escolhido para esse primeiro encontro, na Casa Branca, não foi o Chefe de Governo do vizinho Canadá nem o do Reino Unido, seu aliado “fraternal”, como seria tradicional. Joe Biden, de 78 anos, convidou e reuniu-se, isso sim, com o também septuagenário (72 anos) Yoshihide Suga, que ocupa, desde setembro de 2020, o cargo de primeiro-ministro do Japão, depois de ter substituído Shinzo Abe, que se retirou por razões de saúde. O significado do encontro entre os dois homens que, no espaço de poucos meses, tinham ascendido ao topo da hierarquia política dos respetivos países foi claro para todos os observadores: os EUA passaram a ver a Ásia como a sua prioridade e o Japão como o seu principal aliado para tentar conter o avanço e a influência da China, na região e no mundo.

Nesse encontro, entre promessas cruzadas de franca e intensa colaboração, Joe Biden demonstrou o seu apoio público à realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio, numa altura em que o seu país ainda estava sob forte pressão da pandemia. E voltou a repeti-lo, em junho, quando os dois se reencontraram, durante a reunião do G7 (onde a China não está presente, embora seja a segunda maior economia do mundo). Percebe-se a sua insistência, até pelos interesses económicos em jogo, já que metade dos principais patrocinadores dos Jogos Olímpicos são empresas americanas, e o maior financiamento do movimento olímpico provém dos canais de televisão dos EUA, que pagam milhões pelos direitos de transmissão (para irem buscar ainda mais milhões nos anúncios com que pontuam as suas emissões, como sucederá este ano, em que a NBC já anunciou uma receita de 1,25 mil milhões de dólares).

Mas neste mundo outra vez bipolar, cada vez mais dividido entre duas superpotências, há ainda uma razão geoestratégica importante que, por si só, “amarra” o apoio de Washington ao seu aliado nipónico: Tóquio tem de fazer boa figura perante o mundo, e demonstrar que os japoneses conseguem realizar uns Jogos Olímpicos seguros, com milhares de atletas a competirem em busca da perfeição, do espetáculo e da glória (mesmo que o tenham de fazer a suar muito, devido às altas temperaturas e à humidade elevada da capital nipónica nesta época do ano). Só a mera possibilidade de cancelamento, seria uma humilhação terrível para o Japão, em especial para os seus líderes, uma vez que dentro de seis meses, em fevereiro do próximo ano, Pequim vai receber os Olímpicos de Inverno e, previsivelmente, voltar a mostrar-se ao mundo como fez em 2008: com uma grandiloquência e uma organização admiráveis, consolidando-se como superpotência global. Quanto maior for o contraste entre Pequim e Tóquio, num tão curto e inédito espaço de tempo, mais essa perceção pesará na geopolítica global.

Deixar boa imagem
Para o primeiro-ministro nipónico, estes Jogos de Tóquio encerram ainda um desafio suplementar. Em setembro ou outubro, após terminarem os Paralímpicos, os japoneses serão chamados às urnas para escolherem um novo parlamento e, portanto, o futuro político de Suga está muito dependente do que ocorrer nos 17 dias de competições, entre 23 de julho e 8 de agosto. E a tarefa não se afigura fácil, já que, em determinados momentos, quase 80% dos japoneses chegaram a manifestar-se a favor do cancelamento dos Jogos. Agora uma ligeira maioria dos habitantes de Tóquio já se encontra resignada e, à boa maneira asiática, disponível para, ordeiramente, contribuir para que o Japão faça boa figura perante o mundo. Mas o equilíbrio é muito instável: será impossível a Suga ganhar qualquer eleição se os Olímpicos provocarem um aumento acelerado do número de casos da Covid-19 na megacidade de 14 milhões de habitantes ou se, por outro lado, o nível competitivo dos Jogos for afetado pela desistência forçada de muitos atletas, devido a contágios inesperados – algo cada vez mais provável, com os casos que têm surgido na Aldeia Olímpica, com a chegada dos atletas, apesar de 80% deles estarem vacinados e todos serem obrigados a realizar dois testes PCR antes de voarem para Tóquio.

Os Jogos têm servido para as várias nações medirem a força do seu poder. De duas maneiras: pelo número de medalhas conquistadas e pela grandiosidade apresentada pela cidade que os acolhe

O pior, em qualquer dos cenários, nem será para Suga, mas sim para o Japão, que ganhou o direito a organizar os Jogos numa votação entre os então 103 membros do Comité Olímpico Internacional, há oito anos, em Buenos Aires, frente às outras candidatas Madrid e Istambul. Na altura, ainda na ressaca direta do desastre de Fukushima, ocorrido dois anos antes, o Japão prometeu uns Jogos em que o mundo ia ver o “mundo de amanhã”, com os seus governantes a apostarem todas as fichas numa organização que poderia projetar uma imagem diferente do país, mais moderna e dinâmica, e conseguir, dessa forma, reverter anos de estagnação económica.

Nas sondagens realizadas em 2012 para avaliar o apoio à candidatura de Tóquio, o entusiasmo dos japoneses era evidente: 64% deles apoiavam a realização dos Jogos e 78% acreditavam que eles iam deixar um legado positivo para o Japão. Entretanto, ao longo dos últimos oito anos, muita coisa mudou: o estádio olímpico megalómano desenhado por Zaha Hadid foi substituído por um mais modesto de um arquiteto nipónico, o logótipo do evento foi alterado depois de surgir uma acusação de plágio e, entretanto, o mundo mergulhou numa pandemia, os Jogos tiveram de ser adiados, os custos dispararam e agora já se sabe que grande parte do investimento não será recuperado, pois sem espectadores perdeu-se a receita de bilheteira necessária para equilibrar algumas das contas. Independentemente disto tudo, fica por provar, nas próximas semanas, qual a imagem que o Japão transmitirá ao mundo. E as consequências disso, como já se percebeu, vão marcar a vida política interna do país, mas também terão consequências no equilíbrio mundial, bem como no próprio futuro económico e de adesão popular do movimento olímpico.

Contas feitas, o cientista político Jules Boykoff, da Pacific University, dos EUA (ver entrevista) não tem dúvidas de que “os organizadores dos Jogos de Tóquio enfrentam, porventura, o maior desafio da história política dos Olímpicos”. Com um veredito que será feito em direto por milhares de milhões de espectadores em todo o mundo, que estarão a assistir, sem qualquer margem de dúvidas, aos Jogos mais estranhos de sempre.

Guerra e paz
Desde a sua criação, os Jogos Olímpicos sempre foram muito mais do que uma simples competição desportiva. Ao longo dos tempos, perante os olhares do mundo, os seus estádios transformaram-se nas arenas em que se confrontaram os ideais, princípios e conflitos que marcaram o último século da Humanidade: fascismo e comunismo, guerras mundiais e conflitos regionais, colonialismo e nacionalismo, emancipação feminina e direitos cívicos, liberdade de expressão e interesses económicos.

A dimensão política dos Jogos esteve presente logo no momento inaugural, com o seu fundador, Pierre de Coubertin, a considerá-los uma espécie de ideologia (às vezes até mesmo religião), destinada a promover a fraternidade entre os povos e as nações – que se destinava até a acabar com as guerras. O “pecado original” desta teoria é que embora as competições fossem entre pessoas, estas estavam sempre enquadradas numa estrutura nacional. Com regras definidas e muito rígidas: nos Jogos não podem concorrer atletas de forma individual e autonomamente. Têm, isso sim, de ser selecionados pelo seu país, usar uma farda do seu país e, em caso de vitória, ser hasteada a bandeira… do seu país. Resultado: de quatro em quatro anos, como se tem visto, os Jogos servem também para as várias nações medirem a força do seu poder. De duas maneiras: pelo número de medalhas conquistadas e pela grandiosidade apresentada pela cidade que os acolhe.

Berlim 1936 Inventada pelos nazis, a estafeta da chama olímpica continua a ser hoje uma das imagens mais fortes dos Olímpicos Foto: GettyImages

Se houve alguém que percebeu a importância do fervor nacionalista nos Jogos Olímpicos foi o organizador dos Jogos de 1936, em Berlim. Mal chegou ao poder, em 1933, dois anos depois da capital alemã ter sido escolhida (por 43 votos contra 16 para Barcelona), Adolf Hitler chamou os líderes do Organisationskomitee (comité organizador), Theodor Lewald e Carl Diem, e disse-lhes que queria impressionar o mundo com a magnificência dos Jogos. E conseguiu-o: as instalações eram assombrosas, com um estádio de 110 mil lugares e uma piscina capaz de acomodar 18 mil espectadores. Foram encomendadas estátuas a dois escultores para adornar as instalações com “figuras que exaltassem o físico ariano”. O compositor Richard Strauss escreveu uma música para as cerimónias protocolares. E montou-se uma gigantesca máquina de propaganda destinada a difundir a “grandiosidade e magnificência” da Alemanha nazi. O mais curioso é que muito do que se fez nesses Jogos tão criticados continua a repetir-se, de forma acrítica, nos dias de hoje, como a estafeta da chama olímpica e a transmissão das provas pela televisão (embora nessa altura ainda num circuito interno, mas visível em grandes espaços públicos). A forma como a cineasta Leni Riefenstahl filmou esses Jogos criou também uma estética que perdura até hoje, sempre que se pretende fotografar corpos de atletas ou a beleza da destreza física.

Após a II Guerra Mundial, todos estes fatores foram ainda mais exacerbados, em especial após o mundo se dividir em dois blocos. E se a Guerra Fria se chamou assim porque, no terreno, não chegou a ser disparado um tiro (ou um míssil) entre os EUA e a União Soviética, foi nos estádios e arenas olímpicas que as duas potências mais se confrontaram abertamente. Com vitórias e derrotas para os dois lados (dependendo dos desportos e modalidades), e com os americanos a boicotarem os Jogos de Moscovo, em 1980, e os soviéticos a recusarem-se a comparecer nos de Los Angeles, em 1984.

Política sempre
Esta guerra pelas medalhas e pelo domínio mundial acabou por ser, aliás, a responsável por grandes mudanças no movimento olímpico. A rivalidade entre potências (ou entre adversários regionais) deu ainda mais visibilidade aos Jogos, permitindo, assim, maiores receitas nos direitos de televisão e nos patrocínios. O aumento de competitividade trouxe também a busca por novas formas para superar os limites. De forma legal (avanços na medicina, novos métodos de treino, fim do amadorismo), mas também, demasiadas vezes, com o recurso a métodos e substâncias proibidas (o doping).

Se os Jogos se tornaram universais foi porque, aos poucos, todos os países perceberam que tinham de estar lá presentes para se poderem mostrar ao mundo. Apesar do COI continuar a insistir que os Jogos são “apolíticos”, ninguém tem dúvidas que, desde sempre, eles foram vistos como uma plataforma política por todos os poderes. A Alemanha nazi demonstrou-o à saciedade, chegando até ao ponto de impedir a presença de qualquer atleta alemão de origem judia nas provas, perante a complacência de todos os outros países. Quando Londres organizou os Jogos de 2012, o seu principal objetivo – confessado por personalidades tão diferentes como Tony Blair, que liderou a candidatura, e Boris Johnson, que era o mayor quando a chama foi acesa no estádio – era a de estabelecer a capital britânica como a cidade mais importante do mundo. Também os Jogos de Pequim, em 2008, foram pensados e executados para fazer renascer o orgulho patriótico chinês – e, não por acaso, poucos anos depois Xi Jinping tomou as rédeas do poder, alicerçado precisamente nesse mesmo princípio.

Ao mesmo tempo, os Jogos foram importantes para algumas mudanças políticas no mundo. Uma das suas ações mais relevantes iniciou-se, precisamente, em Tóquio, nos Jogos de 1964, com o COI a suspender o comité olímpico da África do Sul, por causa da política continuada do apartheid existente no país. Anos mais tarde, a atribuição dos Jogos de 1988 a Seul é hoje considerada fundamental para o processo de democratização da Coreia do Sul, onde se realizaram as primeiras eleições livres poucos meses antes da cerimónia de abertura.

Punhos de exclamação
O momento porventura mais icónico de uma posição abertamente política nos Olímpicos ocorreu em outubro de 1968, na Cidade do México, nuns Jogos em que os seus atletas foram o reflexo perfeito da época em que se vivia, marcada, nos meses anteriores, pelas manifestações de maio em Paris, pelo recrudescer da Guerra do Vietname, e os assassínios de Marthin Luther King e de Robert Kennedy, entre muitas outras convulsões.

Nesse ano, as provas de atletismo demonstraram, pela primeira vez, um domínio total dos atletas negros: os velocistas americanos ganharam (sempre com recordes mundiais) todas as provas dos 100 aos 400 metros, incluindo estafetas; e os africanos dominaram tudo entre os 1 500 metros e a maratona (a única exceção branca foram os 800 metros ganhos pelo australiano Ralph Doubell). Só que, pela primeira vez, as vitórias eram celebradas em conjunto, como reparou Guy Lagorce, enviado especial do jornal francês L’Equipe: “Há uma atitude nova por parte dos negros americanos que confraternizam, de forma espetacular, com os africanos.” Mas não era só isso. De vez em quando, notavam-se também alguns comportamentos pouco usuais, embora nem sempre percetíveis para o público e a maior parte dos jornalistas. E quase todos ocorriam junto ao pódio, nas cerimónias de entrega das medalhas: Jim Hines ignorou o cumprimento do presidente do Comité Olímpico Internacional, Avery Brundage (um conhecido e assumido racista), deixando-o de mão estendida; Bob Beamon saudou a multidão com o punho erguido e ostensivamente fechado, enquanto ao seu lado, Ralph Boston (bronze no salto em comprimento e ex-recordista mundial) apresentava-se descalço; os três medalhados dos 400 metros (Evans, James e Freeman) surgiram, orgulhosos, com boinas na cabeça, símbolo do movimento Black Power.

A rivalidade entre potências ou entre adversários regionais deu mais visibilidade aos Jogos, permitindo maiores receitas nos direitos de televisão e nos patrocínios

Foi nesse contexto que Tommie Smith, após vencer os 200 metros, começou a pensar no que iria fazer no pódio, como poderia marcar, de forma singular, o seu momento de glória perante a multidão. Desportivamente, ele tinha atingido o máximo a que qualquer atleta pode aspirar. Mas o seu objetivo era muito mais vasto. Com ele, estava John Carlos (3º classificado), seu companheiro da Universidade San José, e o australiano Peter Norman, surpreendente segundo classificado. No pódio, Tommie e John esperaram pelos primeiros acordes do hino dos EUA e pelo içar das bandeiras. Então, em vez de olharem para cima, baixaram a cabeça, fixaram o chão, e ergueram o punho fechado, cada um com uma luva negra. De forma simbólica, ofereciam-se em sacrifício, em nome dos Direitos Humanos. “Foi o ato menos egoísta e mais corajoso jamais realizado numa arena desportiva”, recordou Peter Norman, anos mais tarde, ao jornal L’Equipe. “Quando estás no pódio, tens todos os direitos. O direito de transmitir à Humanidade o sentimento que te habita. Alguns choram, outros cantam, outros rezam. Eles escolheram o sacrifício pela causa que consideravam mais nobre. Foi incrível.”

Depois disso, os dois atletas foram expulsos e ostracizados durante anos. O então presidente do COI, Avery Brundage (o homem que, em 1936, tinha evitado o boicote dos EUA aos Jogos de Berlim), exigiu a expulsão imediata de Smith e Carlos da Aldeia Olímpica, sob pena de a sanção se alargar a toda a delegação americana. Apesar dos protestos de outros atletas, a Imprensa dominante dos EUA fez coro com Brundage. E só a comunicação social europeia deu eco ao manifesto de Tommie Smith após a cerimónia: “Nós protestamos contra a indignidade a que os negros são sujeitos nos EUA e noutras partes do mundo. Os Estados Unidos da América não merecem esse nome porque, no país, as pessoas não são todas tratadas da mesma maneira.”

O exemplo de Smith e de Carlos é hoje recordado por cada vez mais atletas, em especial nestes tempos em que o movimento antirracista ganhou novo alento nos palcos desportivos, com o gesto simbólico de se ajoelhar. Em Tóquio, nos próximos dias, é expectável que muitos o façam, mesmo contrariando as indicações do Comité Olímpico Internacional, que pediu para que os protestos sejam evitados nas cerimónias de entrega das medalhas. Mas quem pode impedir um campeão olímpico de se manifestar? Afinal, os Jogos podem dizer-se apolíticos, mas nunca deixaram de ser um dos maiores palcos de combate político mundial. E Tóquio 2020, mesmo sem público nas bancadas, vai voltar a demonstrá-lo.

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