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Perfil

  • O programa do Marcelo

    A chamada do Presidente para Cristina Ferreira foi populista ou popularucha? E porquê tanto escarcéu? Onde se fala de outras "indignações", como a das obras "eleitoralistas" e do PDEC - processo de destituição em curso

  • Macacos de imitação

    O fracasso dos coletes amarelos permite retirar três conclusões principais: primeira, qualquer protesto precisa de se focar num motivo. Segunda, a comunicação social sobrevaloriza de forma desproporcionada as redes sociais. Terceira, os portugueses não correm a foguetes

  • Com quatro dedinhos apenas

    António Costa imitou Jorge Jesus e ergueu quatro dedos, celebrando a “cabazada” do tetra-Orçamento. Mas enfermeiros, guardas, estivadores, juízes e professores mostram-lhe que o jogo ainda não acabou

  • Santana, o melhor amigo de Rui Rio

    O desiderato de Santana Lopes é o de "contribuir para viabilizar soluções de Governo". Traduzindo, para fazer parte dele. A ambição de ser um player na política, e no Poder, é, sejamos honestos, a sua verdadeira ideologia. E isso não tem mal nenhum

  • Robles, habitação e turismo

    Andámos décadas a ouvir falar da desertificação da cidade. Antes do boom do turismo, Lisboa já tinha perdido 200 mil habitantes. O comércio tinha praticamente desaparecido da Baixa. Ninguém queria lá morar. De repente, diaboliza-se o turismo porque, vejam lá, "expulsa os moradores dos centros históricos". Mas quais moradores?

  • Sócrates e o 'roadshow' dos silêncios

    Nem tudo o que é legal é politicamente aceitável, e o cumprimento da lei não previne, necessariamente, a falha no plano ético. A redutora frase "à Justiça o que é da Justiça e à política o que é da política" fica desatualizada a partir do momento em que Sócrates admite a natureza das suas relações financeiras com Carlos Santos Silva