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OE2013: UGT "rejeita em absoluto" execução orçamental "à custa de rendimentos e pensões"

Lusa

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Lisboa, 25 jun (Lusa) - O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, disse hoje que a central sindical "rejeita em absoluto" os dados da execução orçamental hoje revelados, conseguidos "à custa dos rendimentos do trabalho, das pensões e das reformas".

"Se é por via dos salários, devo dizer que é uma execução que rejeitamos em absoluto", considerou Carlos Silva no final da reunião de hoje do Conselho Económico e Social (CES).

O responsável da UGT comentava os números da execução orçamental hoje revelados pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), que aponta que o défice das administrações públicas melhorou 865 milhões de euros em maio, de acordo com a contabilidade da 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu), devido ao aumento dos impostos diretos, IRS e IRC, em 21,8%.