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Movimento de Paços de Ferreira admite contestar em tribunal "aumento brutal" de taxa

Lusa

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Paços de Ferreira, 03 jan (Lusa) -- O movimento cívico que se opõe ao preço da água fixado em Paços de Ferreira vai contestar em tribunal o que considera o "brutal aumento" de 213% na taxa de disponibilidade cobrada pela empresa concessionária.

Madalena Martins, presidente do Movimento 6 de Novembro (M6N), disse hoje à agência Lusa que na fatura de dezembro da AGS - Águas de Paços de Ferreira, S.A., os munícipes foram confrontados com um "aumento abissal" naquela taxa, de 5,38 para 16,82 euros.

Segundo a dirigente, o movimento está a estudar a fundamentação da eventual queixa a apresentar ao Ministério Público (MP) por "abuso de confiança e especulação", frisando que a concessionária "está a usurpar o dinheiro da população".