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Empresas de Internet dos EUA negam ter aberto os seus servidores aos espiões

Lusa

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São Francisco, 07 jun (Lusa) -- A Apple e outras empresas norte-americanas de Internet negaram na quinta-feira terem permitido aos serviços de informações acederem aos seus servidores para recuperar dados dos utilizadores, no âmbito de um programa de vigilância aprovado pela administração de Obama.

Estas reações urgem depois de o jornal Washington Post ter revelado que o FBI e a Agência Nacional de Segurança (NSA) utilizam portas de entrada escondidas no 'software' fabricado pelas principais empresas informáticas norte-americanas para vigiar os utilizadores, um programa secreto designado como PRISM.

"Nunca ouvimos falar do PRISM", afirmou o porta-voz da Apple, Steve Dowling ao garantir que a empresa "não fornece qualquer tipo de acesso direto aos seus servidores por agências governamentais e que qualquer agência desse tipo que pretenda obter dados dos clientes terá de ter um mandado judicial".