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Emigração temporária é prática corrente na Autoeuropa e nada tem a ver com despedimentos - Empresa

Lusa

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Palmela, 24 out (Lusa) - A administração da Autoeuropa rejeitou hoje que a deslocação temporária de trabalhadores para outras fábricas do grupo, "uma prática com mais de oito anos", esteja relacionada com a crise do setor e seja uma maneira de evitar despedimentos.

"Há mais de oito anos que temos equipas a trabalhar em várias fábricas do grupo, principalmente quando há o lançamento de novos produtos", disse à Lusa a porta-voz da empresa, Carmo Jardim, negando que esteja a ser equacionada a transferência de trabalhadores para outras unidades como forma de evitar eventuais despedimentos.

A garantia surge nas vésperas de mais uma paragem de dois dias na fábrica e na mesma semana em que o site Dinheiro Vivo deu conta dessa possibilidade, citando o coordenador da Comissão de Trabalhadores da fábrica, António Chora, segundo o qual a ida de trabalhadores para o estrangeiro "por enquanto é apenas uma possibilidade que está a ser estudada e os trabalhadores estão a ser auscultados, mas ainda não há nada de concreto".