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Cuba rejeita a sua "injusta e arbitrária" inclusão em lista terrorista dos EUA

Lusa

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Havana, 31 mai (Lusa) -- Cuba rejeitou, esta quinta-feira, a sua inclusão, por mais um ano, na lista de países 'patrocinadores' do terrorismo, elaborada pelos Estados Unidos, exigindo que o fim de uma acusação "injusta e arbitrária", que visa justificar o bloqueio de Washington.

"Esta vergonhosa decisão foi tomada faltando, de forma deliberada, com a verdade, ignorando o amplo consenso e a exigência explícita de inúmeros setores da sociedade norte-americana e da comunidade internacional para que se ponha fim a essa injustiça", indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros cubano, num comunicado divulgado pela imprensa oficial.

Após rejeitar "energeticamente o uso, com fins políticos, de um assunto tão sensível como o terrorismo internacional", Havana reclama que "se ponha fim a esta designação vergonhosa que ofende o povo cubano, tendo como único objetivo tentar justificar (...) o bloqueio anacrónico e cruel contra Cuba e que desacredita o próprio Governo dos Estados Unidos".