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Porto vai ter mais uma residência de estudantes

Imobiliário

A Temprano Capital Partners, fundo privado europeu de investimento direcionado para o mercado ibérico, vai abrir uma segunda residência de estudantes no Porto. Este novo projeto, com uma área de 10 mil metros quadrados, vai permitir a construção de um edifício com 330 quartos

A propriedade situa-se na rua Monsenhor Fonseca Soares, na zona da Boavista, uma das zonas mais centrais da Invicta e onde se localiza também o segundo maior campus universitário da cidade – Campo Alegre.

A propriedade é um lote verde, remanescente de um loteamento já ocupado com moradias e um supermercado.

A residência vai ter várias áreas de uso comum como um ginásio totalmente equipado, piscina, áreas lounge, salas para refeições de grupo, sala de cinema/multimédia, lavandaria, biblioteca e áreas de estudo e co-working. Também estão contemplados parqueamento com segurança para carros e bicicletas, jardins paisagísticos, internet com acesso wi-fi de alta velocidade em todo o edifício e serviço de concièrge 24 horas /7 dias por semana, que estarão incluídos no valor da renda.

"Esta residência, a nossa segunda no mercado-chave do Porto, estará direcionada para estudantes nacionais e internacionais e está programado que entre em funcionamento em setembro de 2020. O grande número de estudantes nacionais deslocados, bem como o aumento de estudantes internacionais, levou-nos a apostar neste segundo projeto após o lançamento do projeto TSL U. do Porto, uma residência de 580 quartos no campus Asprela, atualmente em construção, cuja abertura está programada para setembro de 2019", referiu Jonathan Holloway, responsável de desenvolvimento em Portugal para a Temprano Capital Partners.

O Porto é a segunda maior cidade portuguesa em termos de população estudantil, contando com cerca de 70 mil alunos, sublinha a Temprano em comunicado. Adicionalmente, o programa Erasmus local cresceu 5 vezes em relação ao número de estudantes de 2000/01, ano do lançamento do programa nesta cidade. Como consequência, as universidades têm aumentado o número de cursos lecionados em língua inglesa (por exemplo, a Universidade do Porto tem 46 cursos lecionados em inglês, mais 46 parcialmente lecionados).