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Perfil

Vasco Pinhol

Vasco Pinhol

AALESUND, NORUEGA Vasco Pinhol nasceu em 1962 e começou a fotografar em 1970. É um insatisfeito e, embora alvo de cuidada educação, tem vindo a diluí-la – ou destilá-la, conforme a perspetiva – nas suas viagens. Nalguns sítios que visitou, foi ficando. É momentaneamente este o caso, na Noruega. Sendo que tem sempre o mar à janela do que está a pensar, viver com o mar realmente à janela alterou de forma indelével os seus maneirismos. Já foi português, e gostava de voltar a ser. Tem o trato de um pescador, embora as mãos mais cuidadas. Tem os olhos queimados pelo sol. Tem dois filhos. É feliz de uma forma calma.

  • As culturas da pinga

    AALESUND, NORUEGA - Um norueguês com os copos é das coisas mais divertidas que há. Mas no dia seguinte não se lembra de nada, não se lembra do que aconteceu, do que disse, não se lembra de com quem falou, nada

  • Nós lá fora

    Vasco Pinhol

    Fui

    NORUEGA - Gostava de pôr aqui a lista das coisas que estão iguais e das coisas que mudaram em Portugal desde que fui viver para a Noruega.

  • Devem estar a gozar comigo

    AALESUND, NORUEGA Ao manter uma vida portuguesa tenho de resolver problemas portugueses. Pergunto-me se as empresas de serviços públicos em Portugal acham realmente que tornar esta experiência um inferno será a melhor forma de criar valor

  • A miniaturização da parvoíce

    AALESUND, NORUEGA Os media têm um longo historial de relação complexa e delicada tanto com o poder vigente como com o seu próprio poder. Não se aperceberam, com o pânico da reconfiguração do mercado de imprensa e o advento da Internet, que a sua função de informar de forma generalista deixou de ser exclusiva – aceitaram com alegria o presente envenenado do “cidadão repórter”, sem custos, sem antecipar que o “cidadão repórter” teria eventualmente vários meios de distribuição ao seu serviço, também sem custos, através dos meios sociais

  • Amor e uma cabana

    AALESUND, NORUEGA - A primeira coisa que os noruegueses fazem sempre que têm mais do que 15 minutos disponíveis é calçar umas botas e ir dar uma volta a pé, de preferência a subir