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Sobe para 10 número de mortos no incêndio em prédio luxoso em Paris

Mundo

Anadolu Agency/ Getty Images

O número de mortos na sequência do incêndio num edifício que deflagrou durante a madrugada num prédio em Paris, França, subiu para 10

De acordo com o último balanço das autoridades, há 10 mortos e mais de 30 feridos devido ao fogo que deflagrou durante a madrugada num dos bairros mais caros de Paris.

O incêndio começou no segundo andar numa altura em que os moradores dormiam, tendo subido muito rapidamente aos andares acima.

As autoridades afirmaram ainda que conseguiram retirar cerca de 50 pessoas que se encontravam no prédio de oito andares.

O porta-voz do bombeiro, Capitão Valerian Fuet, disse que mais de 30 pessoas incluindo oito bombeiros estão entre os feridos.

As autoridades prenderam uma mulher de 40 anos suspeita da autoria do incêndio e que, segundo os vizinhos, terá problemas psiquiátricos.

A polícia francesa está a interrogar a suspeita, uma moradora no edifício que começou a arder cerca da 01:00 (00:00 hora de Lisboa) e onde as chamas se propagaram de forma rápida surpreendendo os vizinhos que dormiam.

O procurador de Paris, Remy Heitz, afirmou que "a investigação está apenas a começar" e que ainda é muito cedo para determinar a causa do incêndio, mas que os dados preliminares apontam para um ato criminoso.

Se as suspeitas forem confirmadas, será o pior incêndio criminoso de Paris em anos.

O edifício fica na Rua Erlanger, 16.º distrito e é um dos bairros mais caros e tranquilos de Paris, perto do popular parque 'Bois de Boulogne' e a cerca de um quilómetro do estádio Roland Garros e perto do estádio do Paris Saint-Germain.

De acordo com o jornal francês Le Monde, dos 30 feridos, seis são bombeiros.

Contacto pela agência Lusa, fonte da secretaria de Estado das Comunidades disse que "não há, até ao momento informação de portugueses afetados pelo incêndio".

"Os serviços consulares estão a acompanhar a ocorrência. O Consulado de Paris está em contacto com cidadãos portugueses e com as autoridades francesas", adiantou.

com Lusa