As melhores esplanadas em Lisboa e no Porto para estar ao fresco

A esplanada do KUG Palácio, no Porto. Foto: Lucília Monteiro

As melhores esplanadas em Lisboa e no Porto para estar ao fresco

LISBOA

1. Fábrica da Musa

Ainda há um mês e meio estávamos em festa, a despedir-nos da casa da Fábrica da Musa, aquela que a viu nascer, há seis anos, em plena Rua do Açúcar, no coração de Marvila. Nos dias de hoje, a palavra “despedida” parece-nos algo dramática. Perdeu-se essa centralidade, sem dúvida, mas ganhou-se um espaço cheio de personalidade e, acima de tudo, um enorme terraço que, apostamos, vai marcar a season 2022. Neste primeiro andar, todos os sábados e domingos, haverá DJ ao ar livre, até ao cair do dia, para nos espicaçar enquanto pedimos uma cerveja artesanal saída de uma das 14 torneiras (Musa mais Bolina, a antiga ocupante deste armazém) ou provamos a comida que aqui se serve em modo petiscos. Do churrasco, saem o brasileiro queijo coalho, as espetadas de polvo, as asas de frango. Da cozinha, vêm os pastéis de vento ou a mandioca frita, tudo ao ritmo do país irmão, para comer numa das mesas de madeira corrida, debaixo de toldos coloridos. Aliás, cor é coisa que não falta por aqui, das paredes do terraço à casa de banho. E se, na sala de baixo, existe uma mesa de pingue-pongue e um palco para concertos, no terraço há de estar uma mesa de matraquilhos, uma casinha para entreter os mais novos e, lá mais ao longe, espera-se que nasça uma horta. R. Vale Formoso, 9, Lisboa > T. 92 671 0072 > seg-qui 16h-24h, sex 16h-3h, sáb 12h-3h, dom 12h-23h

2. Clube Naval de Lisboa

Foto: Marcos Borga

Este é um daqueles lugares de que nem sempre nos lembramos, mas quem o conhece insiste nas visitas, de preferência prolongadas e a desoras. Na esplanada deste clássico, o rio Tejo é todo nosso e dos barcos ali de passagem, tantas vezes em regata. De uma imperial fresca e bem tirada a uma garrafa de vinho nacional, de um mojito a um gin, há muito por onde escolher, com o bar por perto. E quando houver apetite, a sopa de peixe, a casca de sapateira, as amêijoas à Bulhão Pato e os filetes de peixe-galo com arroz de lingueirão são opções sempre seguras e saborosas. Contemple-se a Ponte 25 de Abril, de um lado, e o Padrão dos Descobrimentos com o mar ao fundo, do outro, e desfrutemos das boas energias, sobretudo ao entardecer. S.C. Av. Brasília, Doca de Belém, Edifício do Clube Naval de Lisboa > T. 21 363 6014 > qua-seg 12h-22h

3. Mama Shelter

Foto: Marcos Borga

Quando o hotel Mama Shelter abriu em Lisboa, em janeiro deste ano, entre o Rato e o Marquês de Pombal, anunciava-se como um restaurante com quartos por cima, onde se podia jantar, beber um copo, ouvir música e dormir. Agora, podemos arejar também no rooftop, onde a vista nos leva a “passear” do rio Tejo à Basílica da Estrela, do Castelo de São Jorge às Amoreiras, do Cristo Rei à serra da Arrábida. No terraço no topo do hotel, decorado com plantas e almofadas coloridas, há que escolher, antes de mais, o melhor poiso, entre camas balinesas, espreguiçadeiras e uma pérgula. Depois, enquanto se desfruta da paisagem, nada melhor do que pedir um cocktail, como o Mama’s Mule (€13), preparado com vodka, morango, arando, lima e cerveja de gengibre, entre outras bebidas, bem como um dos petiscos da carta de snacks. A tudo isto, juntam-se DJ sets, que animam os finais de tarde de quinta a sábado, e roda de samba aos domingos. R. do Vale Pereiro, 19, Lisboa > qui-sex 17h-22h, sáb-dom 15h-21h

4. Goethe Café

Foto: Luís Barra

Para fugir ao calor, procuramos uma sombra no discreto (e surpreendente) jardim do Goethe-Institut, em Lisboa, dedicado à língua e cultura alemãs. Sentamo-nos numa das mesas do Goethe Café, reaberto no início deste mês, após um ano de encerramento: aqui, rodeados por árvores e arbustos, o silêncio apela tanto à leitura como a uma boa conversa. Já à hora de almoço, o rebuliço instala-se com a presença de quem faz desta esplanada o seu poiso habitual. “De manhã, só ouvimos os passarinhos e a temperatura é mais convidativa”, diz Lima Bia, responsável, juntamente com o marido, Hilário, pela gestão desta cafetaria há mais de 30 anos. Na ementa, que muda todos os dias, não podem faltar as famosas salsichas alemãs com salada de batata e salada mista (€7,50), às quais se junta uma sopa (€2), prato do dia (carne ou peixe €6,50) e outro vegetariano (€6,50), bem como a cerveja alemã. É também aqui que acontece o JiGG – Jazz im Goethe-Garten. A 16ª edição do festival decorre nos dias 6, 7, 13, 14 a 15 de julho – pode marcar na agenda. Goethe-Institut, Campo dos Mártires da Pátria, 37, Lisboa > T. 21 882 4528 > seg-qui 8h30–20h, sex 8h30-18h, sáb 9h-16h

5. Brotéria Café

Foto: Luís Barra

No coração do Bairro Alto, esconde-se um pátio onde, além do chilrear dos pássaros e do cantar da água que sai de uma fonte, pouco mais se ouve. O estalar dos carris dos elétricos, o rebuliço dos turistas, o vaivém de tuk-tuks… tudo isso fica lá fora. Numa mesa à sombra do limoeiro ou nos cadeirões de ferro azul, virados para o sol quente da manhã, sentarmo-nos na esplanada do Brotéria Café é, por si só, um exercício de contemplação. Nas traseiras do Centro Cultural Brotéria, da Companhia de Jesus, o pátio faz jus ao lema que escolheu: “Com muito gosto e sabor a cultura.” O silêncio e a calma convidam a manhãs lentas ou tardes arrastadas sobre uma chávena de café e um livro comprado na Livraria Snob, situada no átrio do edifício centenário. Aos sábados, durante o horário do brunch, há ovos florentine ou benedict, torradas de abacate, croissants, panquecas, tapiocas e iogurte com granola caseira, que também pode comprar para levar para casa. M.A.N. R. de São Pedro de Alcântara 3, Lisboa > T. 93 226 6422 > seg-sáb 10h-18h

6. Matchamama

Foto: Luís Barra

Quando se descobre a esplanada (espaçosa, diga-se) do restaurante Matchamama, na Lx Factory, em Alcântara, é difícil evitar o ar de surpresa. Nesta zona ao ar livre, rodeada de árvores de fruto, como bananeiras, tangerineiras e laranjeiras, juntam-se palmeiras e outras plantas e uma decoração descontraída, a lembrar os longínquos destinos asiáticos. E é (também) por isso que apetece ficar aqui sem hora marcada, seja a beber um dos novos cocktails – como o Japanese Sunrise (€8,50), preparado com saké, Somersby, xarope de hibisco, espuma de gengibre e pimenta-rosa, ou um Moscow Mule (€9) reinterpretado –, seja a ouvir boa música que nos leva por diversas sonoridades. Os sabores asiáticos e peruanos juntam-se à mesa, numa ementa que inclui, entre outras sugestões, gyozas (€6,90), baos (€6,90 a €12,90), asinhas de frango (€7,10) e ceviche de peixe branco (€15,50). À noite, graças ao jogo de luzes, a esplanada ganha diferentes tonalidades, tornando-se ainda mais acolhedora e aprazível. Um lugar ideal para visitar com um grupo de amigos. Lx Factory > R. Rodrigues Faria, 103, Lisboa > T. 21 160 8884 > seg-qua, dom 12h30-22h30, qui-sáb 12h30-23h30

7. Rua Verde

Foto: Luís Barra

Aqui não se trata de uma esplanada ou de um terraço, mas de 50 metros de rua ao nosso dispor, em plena cidade, q.b. longe de escapes. Sentemo-nos então numa das muitas cadeiras, sempre com plantas por companhia. Estamos na Rua da Silva, perto de Santos, que de há uns tempos para cá se chama Rua Verde – não é preciso muito para se perceber porquê. O ambiente cheira a santos populares, mas diga-se já que é assim todo o ano: balões coloridos pendurados em fitas que unem a rua de um lado ao outro, muita gente a aproveitar os petiscos cá do burgo (e alguns menos nacionais), imperiais e cocktails na mão. E aquele bruaá típico das conversas que prenunciam convívios animados. Se não houver lugar nestas esplanadas – o que acontece facilmente a partir do final da tarde –, fique a saber que as ruas adjacentes estão contaminadas por este espírito, sendo também boas alternativas para aproveitar Lisboa, agora que o tempo pede ainda mais ar livre.

PORTO

8. Maria Dentada

Foto: Lucília Monteiro

É entre ervas aromáticas, rosas perfumadas e camélias a florir que fica a esplanada da Galeria da Biodiversidade, no Jardim Botânico do Porto. Com a chegada do tempo quente, e para completar este cenário idílico, nada melhor que uma deliciosa pizza de massa artesanal e ingredientes frescos. É precisamente esta a novidade da Maria Dentada, a cafetaria imaginada por Sofia Eggers e Sofia Domingues, dedicada a servir refeições descomplicadas e bolos caseiros. Aberta em junho de 2021, mantém o menu de almoço, durante a semana, e acaba de trocar o brunch pelas pizzas aos fins de semana. Com mozarela, molho de tomate, manjericão e regada com azeite, ao estilo napolitano, há oito versões (€6 a €16) capazes de agradar a todos os gostos. Ninguém lhes resiste. R. do Campo Alegre, 1191, Porto > T. 91 250 7671 > ter-dom 10h-18h30

9. KUG – Kitchen & Urban Garden

No Porto, escondido na Rua D. Manuel II, o KUG veio dar à cidade uma esplanada num amplo jardim com 2 500 metros quadrados, para usufruir a todas as horas e com toda a família – cães incluídos. O que dizer do baloiço, da cama de rede, das almofadas no chão, das esculturas, das camélias ou da ameixoeira onde, recorda o dono, Tiago Oliveira, “já houve tantos pedidos de casamento”? Nas mesas, abrigadas por pérgulas de madeira, apetece ficar à conversa a saborear um cocktail ou uma sangria. A ementa, pensada pelo chefe de cozinha Rui Paula, inclui petiscos para picar durante a tarde, pratos com mais substância como o hambúrguer de lavagante (€23, um best-seller) ou os novíssimos polvo, caldeirada e coentros (€22), bacalhau, xerém de amêijoa e gema (€21), e, entre outras sobremesas, morango, tomate e sabugueiro (€9). Ao fim de semana, servem quatro opções de brunch. A música, com curadoria do DJ Nuno di Rosso, solta-se a partir das 18 horas, às sextas e aos sábados. R. D. Manuel II, 178, Porto > T. 22 099 3829 > ter-dom 12h-24h

10. Miradouro Ignez

Foto: Lucília Monteiro

Poucas esplanadas podem gabar-se de ter as melhores coordenadas a qualquer hora do dia. O Miradouro Ignez, no Porto, é um lugar perfeito, partilhado por locais e turistas, com vistas largas sobre o rio Douro e Vila Nova de Gaia. Tem luz, ar fresco, sol, petiscos, cocktails e, não menos importante, está protegido das nortadas. Dividido em dois pisos (no inferior fica o restaurante, que reabrirá em junho), ali sentam-se cerca de 80 pessoas, para beber um dos muitos vinhos ou uma bebida original criada pelo bartender Gonçalo Martins. Para petiscar, servem hambúrgueres, sanduíches e saladas. Em breve, o Ignez terá novas opções na carta, assinada pelo chefe de cozinha José Pinto, além de cocktails fresquíssimos, a pensar nas noites longas e quentes. R. da Restauração, 252, Porto > T. 93 522 4000 > seg-dom 11h-21h

11. Lea Food & Drinks

Foto: Lucília Monteiro

Esta esplanada é a prova de que quem vê as casas típicas do Porto nunca imagina o que as traseiras escondem. O número 854 da Avenida da Boavista foi residência familiar, clínica e atelier. Agora, é lugar de brunch e comida para partilhar. Aberto a 3 de março, o Lea tem um ambiente campestre e está decorado com objetos de família. “Sempre tivemos muita ligação a esta casa”, diz Catarina Ferreira Lopes, sócia e bisneta de Lea, a primeira proprietária (em 1920). Com portas antigas, Catarina criou as mesas e um balcão, deixou a bicicleta na esplanada e a casinha de brincar da mãe no jardim, para que “os clientes se sintam em casa.” Durante todo o dia, é possível pedir ceviche de atum (€7,50), o hambúrguer OMG (€8,50), ovo 6 minutos com molho holandês (€6,50) e panquecas feitas no forno (de chocolate ou banana, €6). Irresistível é também a mousse de chocolate FDP (“fantástica, deliciosa e poderosa”), com caramelo salgado ou gelado (€5). Também servem sumos naturais, sangria e cocktails bem frescos. Av. da Boavista, 854, Porto > T. 93 170 0370 > qua-dom 10h-20h

12. Base Porto

Nascido há cinco anos em pleno Jardim das Oliveiras, o Base Porto está situado entre dois dos maiores ícones da cidade: a Livraria Lello e a Torre dos Clérigos. “Esta esplanada tornou-se a base do Porto, o sítio onde as pessoas se encontram antes de irem às compras ou jantar”, diz João Marques, um dos quatro sócios. Nos sofás e nas poltronas – ou sentados na relva (como muitos preferem) –, saboreiam-se mojitos, vinho a copo ou Porto tónico (o quiosque só serve bebidas). O ambiente descontraído e a música que se escuta todos os dias, a partir das 15 horas, com curadoria dos DJ Francisco Aires Pereira e Miguel Bruschy, parecem ser outros atrativos do Base Porto, que, em breve, se estenderá ao restaurante e bar da Cooperativa Árvore. Passeio dos Clérigos, Porto > T. 91 107 6920 > dom-qui 11h-01h, sex-sáb 11h-2h

13. Soundwich

Foto: Lucília Monteiro

Passou com distinção a prova dos dez anos, com cada vez mais clientes a não dispensarem as mesas ao ar livre, o contacto com o Parque da Cidade do Porto, a simpatia com que recebem os cães e a música calminha, para não perturbar a tranquilidade do lugar – interrompida apenas pelo cacarejar do galo garnisé. O Soundwich abria, em julho de 2012, com uma esplanada na eira e “sanduíches de chefe”; seguiram-se as “tapewichs”, o brunch diário, os batidos de fruta, os hambúrgueres, com opção vegan… A casa agrícola, que não para de se reconfigurar graças à inquietude de Joana Lencastre e António José Teixeira, os donos, estende–se à sombra de uma ramada e tem um bar dedicado ao brunch, um celeiro para festas e um pickapark de onde saem pizzas, a mais recente novidade do menu. São sete as opções, prontas a dar-nos música (a partir de €12), como a Vayorken (mozarela e manjericão) ou a Ouvi dizer (queijo vegan e manjericão). Tudo servido com boas doses de vitamina D. Parque da Cidade, Av. do Parque, 595, Porto > T. 22 322 8117 > seg-dom 10h-24h

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