Teste o seu nível de ansiedade

Responda às perguntas assinalando uma das quatro opções possíveis (a, b, c ou d). No final, consulte a tabela e faça um círculo em torno da opção assinalada em cada pergunta. A coluna que tiver maior número de círculos assinalados é a que corresponde ao seu perfil dominante, na escala da ansiedade.

  1. Nas últimas 10 semanas teve dois ou mais sinais físicos de mal-estar como: dores de cabeça, tensão muscular, tremores, desconforto abdominal, palpitações, dificuldades em respirar ou em dormir?

a) Sim, mas estou melhor agora

b) Não, só me aconteceu uma vez

c) Sim, e tem vindo a piorar

d) Sim, e receio que possa voltar a acontecer

  1. Costuma ir à procura, na net, de informação relativa à forma como se sente e sobre estados ansiosos?

a) Sim. Faço sempre isso quando quero saber porque estou a sentir-me assim

b) Não. Sempre ouvi dizer “cuidado com o que procuras porque podes encontrar!”

c) Às vezes faço-o, por curiosidade ou para me distrair e, de vez em quando, fico a pensar nisso

d) Sim, é mais forte que eu. É importante saber o que fazer quando não estamos bem, não é?

  1. Preocupa-se com o que os outros podem pensar de si ou do seu desempenho e atitudes?

a) Raramente ou nunca. Porque haveria de preocupar-me?

b) Eu achava que não, mas já me aconteceu uma vez ou outra

c) Sim, bastante, mas faço os possíveis para que ninguém note

d) Às vezes, quando tenho um problema que não consigo resolver

  1. Qual das seguintes opções corresponde à forma como decorreram os últimos 12 meses?

a) Correram relativamente bem, com dias bons e menos bons, mas valeu a pena

b) De grande inquietação e com muita confusão à mistura. Até fiquei doente

c) Podia ter sido pior, mas tudo se resolveu, mesmo as situações mais complicadas

d) Podia ter sido melhor, já que houve situações complicadas e temo que se repitam

  1. Como define a sua disposição ou humor nos últimos seis meses?

a) Insatisfação e neura. Como dizem os entendidos, tudo pode piorar

b) Boa-disposição e otimismo q.b., à exceção de um dia ou outro mais cinzento

c) Houve dias que me tiraram do sério e deixaram à nora, e foram a maioria

d) Equilibrado, embora com alguns sustos e irritações pelo meio

  1. Como descreve o seu estado mental mais frequente?

a) Tenho mais dias em que carrego preocupações do que aqueles em que estou bem

b) Às vezes fico pessimista, no final do dia consigo ter discernimento e cabeça fria

c) Tranquilo e com picos de entusiasmo sempre que faço coisas de que gosto

d) Não consigo parar os pensamentos, nem mesmo quando exercito o corpo

  1. Vai apresentar um projeto diante de uma plateia ou grupo. O que é mais provável que aconteça?

a) Pensa faltar. Bebe uns copos na véspera. Mostra medo e timidez. Depois enfia-se em casa

b) Sente muita tensão. Implica com tudo. Toma calmante no dia e no fim achou que foi péssimo

c) Treina o que vai dizer. Faz caminhada antes de dormir. Deita-se cedo. Acorda com mente clara

d) Prepara-se para o pior. Imagina o melhor. Aguenta os nervos e a azia e segue em frente

  1. Uma pessoa próxima tem um acidente e dá entrada na urgência. Como reage ao receber a notícia?

a) Fica com as mãos transpiradas, o coração prestes a explodir e senta-se sem conseguir respirar

b) Escuta com atenção, faz algumas perguntas, pega no carregador do seu telefone e vai lá ter

c) Perde-se no caminho para a urgência e receia ter uma infeção só de lá entrar

d) Toma as medidas necessárias, faz a visita e depois de chegar a casa é que chora

  1. Qual é a sua relação com as solicitações digitais, dos emails às sms, passando pelas redes sociais?

a) Não tem mãos a medir, despacha solicitações e chega à noite com agitação e sem sono

b) Nunca se desliga, teme que o telemóvel fique sem bateria ou rede, leva-o para a mesa e para o WC

c) Define períodos específicos para estar online, mas não desliga notificações e está contactável

d) Desliga-se quando se concentra numa tarefa, nos dias de folga/férias e fora do horário laboral

  1. No seu estilo de vida, quais são os seus hábitos de descanso e lazer?

a) Todos os dias dedico uma hora a coisas que me dão prazer

b) Raramente ou nunca. Eu tenho lá tempo para isso?

c) Tem dias. Em fases de maior sobrecarga, compenso ao fim de semana

d) É complicado. Às vezes tenho de obrigar-me a parar, mas nem sempre consigo

Descontraído

Adapta-se perfeitamente às mudanças e imprevistos sem se deixar afetar pelos acontecimentos. Capaz de ajustar as crenças que a realidade lhe demonstra não serem válidas. Consegue manter a boa-disposição, provavelmente por conhecer-se bem e cuidar de si, sem exceder-se. Quando sente fadiga e sinais de preocupação pontuais, toma medidas e define limites para voltar à base. Continue a inspirar outros com a sua atitude tranquila e confiança na vida, nos bons e nos maus momentos.

Sentinela

Na hora de responder às exigências diárias, age com determinação e resolve problemas sem complicar. Os seus medos e inseguranças podem tomar conta de si de vez em quando. Em momentos de vulnerabilidade, mental ou emocional, conta com sintomas de mal-estar temporários. Em fases críticas, lembre-se de respirar. Deixe ir responsabilidades que não são suas. Se não quiser ir ao tapete, lembre-se: a perfeição não existe. Tudo passa, até a vida, pelo que os momentos são para desfrutar e agradecer.

Nervoso

Aflige-se excessivamente com problemas de pouca monta. Vê perigos onde não os há. Tende a dramatizar, a pensar demais e a tomar a parte pelo todo. Mais de 50% do seu tempo é gasto a construir cenários negros e a encontrar planos B para não ficar sem chão, comprometendo o sono, o apetite e a disposição. Não estranhe se lhe chamarem neurótico ou achar que vai morrer por se sentir tão mal: pode ser ‘só’ um ataque de pânico. Treine o relaxamento, reveja crenças e procure ajuda.

Perturbado

Ansiedade crónica. O perigo espreita a cada esquina, aumenta a desconfiança e paralisa. O amanhã será sempre uma catástrofe, a menos que faça tudo o que estiver ao seu alcance para restabelecer o controlo e a ordem. O pior são as queixas psicossomáticas. E os estados fóbicos, que transtornam tanto. Entregar-se a rituais pode aliviar a mente, só que queima muito tempo. Os fármacos ajudam, mas a psicoterapia facilita-lhe a vida, mudando para melhor a forma de pensar e sentir.

VEJA TAMBÉM:

Ansiedade: Viver a acelerar e travar bruscamente numa estrada vazia

Ansiedade: 4 ténicas para aprender a respirar

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