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Telegrama: Um Watergate ainda tem força, 50 anos depois, para agitar um país e fazer cair um Presidente?

Porque razão, 50 anos depois, a palavra Watergate continua a ser tão poderosa, capaz de nos fazer sonhar com o melhor do jornalismo, a acreditar na resistência das instituições democráticas e até na coragem dos heróis solitários frente aos poderes obscuros?

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Telegrama: O Ocidente vai conseguir manter-se unido durante uma "guerra longa" com Putin?

A guerra na Ucrânia, que muitos diziam que iria ser de três dias, parece cada vez mais longe de terminar. Já completou 100 dias e o contador não dá mostras de ir parar nos próximos 100, 200 ou 300… A duração da guerra passou a ser uma poderosa arma de guerra

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Telegrama: Quem tem culpa da catástrofe alimentar que ameaça o mundo?

Será que a guerra na Ucrânia é a única culpada por esta crise que o The Guardian teme que se possa transformar numa "catástrofe global"? Será que a crise alimentar global pode ficar resolvida se Moscovo levantar o bloqueio que mantém no Mar Negro às dezenas de navios carregados com toneladas de cereais?

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Telegrama: Vinte anos depois da independência, Timor-Leste vai virar-se para a China?

A China tem motivos para ficar feliz com o regresso da “grande figura política” Ramos-Horta à Presidência do “pequeno país localizado numa encruzilhada estratégica entre o Sudeste Asiático, o Oceano Pacífico e a Oceânia”, já que permite a Pequim “fazer avançar um pouco mais os seus peões no vasto jogo de Go regional, em que se tornou um dos principais jogadores”

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Telegrama: As longínquas Ilhas Salomão vão ser, depois da Ucrânia, o novo foco de tensão mundial?

Um dos acontecimentos mais importantes para o nosso futuro coletivo pode ter ocorrido, nos últimos dias, a mais de 13 500 quilómetros de distância de Kiev: a assinatura de um acordo de segurança entre a China e as Ilhas Salomão, que pode dar a Pequim, em teoria, a possibilidade de dominar militarmente o Pacífico Sul.

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Telegrama: O declínio da Netflix e do streaming será inevitável?

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Telegrama: A guerra na Ucrânia é o princípio do fim da globalização e o início de uma nova ordem mundial?

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Telegrama: Onde está a verdade (e a mentira) em tempo de guerra?

A guerra na Ucrânia está a ser travada não apenas com tanques e mísseis, mas também com propaganda e censura. Será que estamos a assistir à guerra ou, em grande parte dos casos, a ser submergidos pela propaganda de guerra?

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Telegrama: Putin será ainda mais perigoso se ficar encurralado?

O que poderá ser mais perigoso em Vladimir Putin: a sua obstinação em recuperar o poder imperial da Rússia ou o seu desespero no caso de se sentir encurralado e impedido de cumprir aquele que considera ser o seu desígnio como líder do Kremlin?

Artigos de Newsletter

Telegrama: Qual é o “jogo” da China na guerra da Ucrânia?

A China tem, há muito, uma estratégia de longo prazo, que tentará não ser obrigada a hipotecar por causa de um erro de cálculo nesta sua parceria com a Rússia e o aventureirismo de Putin na Ucrânia. Mas será que Pequim considera que Putin ainda está a atuar dentro dos limites?

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Telegrama: Qual é o segredo da "pequena" Noruega para ganhar às grandes potências nos Jogos Olímpicos?

Com o mundo em suspenso, a tentar perceber como se resolverá o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, vale a pena valorizar o facto de existir, noutro campo, um "pequeno" país a enfrentar, de olhos nos olhos, as maiores potências e, ainda por cima, a ganhar-lhes de forma repetida e categórica

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Telegrama: Ainda temos liberdade para rir de tudo?

Há limites para o humor? O direito a ofender pode incluir uma brincadeira sobre o Holocausto? O que podemos aprender com a polémica criada pela piada de Jimmy Carr?

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Telegrama: A corda do conflito na Ucrânia ainda pode esticar mais... antes de se partir?

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Telegrama: Vamos ter que nos voltar a preocupar com a inflação?

Esta subida da inflação não é um exclusivo americano. Na Europa, começaram também já a soar os alarmes. "Os preços aumentaram 5% em dezembro de 2021 na zona euro. Os mais afetados são as famílias pobres e as pequenas empresas", assinala o Le Monde, a abrir um extenso e bem documentado dossier sobre o "choque da inflação".

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Telegrama: Os Jogos Olímpicos vão fazer a China grande de novo... outra vez?

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Telegrama: A guerra na Ucrânia já começou?

Neste clima explosivo, o grande risco está na ocorrência de um qualquer incidente que faça acender o rastilho que torne inevitável o movimento das tropas e das armas. O certo é que os tambores de guerra não param de tocar e, esgotadas as negociações, sucedem-se as habituais provocações

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Telegrama: O que acontece no Cazaquistão fica apenas no Cazaquistão?

A dúvida é perceber se a Rússia ficará enfraquecida ou se, pelo contrário, aproveita para mostrar a sua força e o seu papel central para manter o controlo sobre os países da Ásia Central.

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Telegrama: Estamos preparados para os grandes riscos de 2022?

Somos ótimos a falhar nas perceções do risco. Isto, porque as nossas análises são influenciadas, quase sempre, pelo passado recente e pelo ciclo de notícias. "Normalmente, as maiores ameaças são coisas que nunca tínhamos imaginado".

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Telegrama: 10 histórias de 2021 que vão continuar atuais em 2022

Seleção de uma dezena de artigos de 2021 que, pela sua profundidade e importância, continuarão a ser de leitura obrigatória em 2022. São também, todos eles, exemplos de bom jornalismo.

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Telegrama: Será que estamos a tomar as medidas certas para travar a Ómicron?

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Telegrama: O novo governo alemão pode ser um sinal de esperança para a Europa?

O que esta coligação governativa alemã apresenta ao mundo, num tempo de regresso das polarizações e do autoritarismo, é a capacidade de se poderem construir pontes e entendimentos entre partidos diferentes, mas com o objetivo comum de melhor servirem o seu país.