Opinião

O primado da tolerância

Se queremos construir um mundo mais justo, temos de estar disponíveis para ouvir e para dialogar – mesmo quando o diálogo é difícil, mesmo quando os argumentos são descabidos, mesmo quando o interlocutor ameaça destruir-nos

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Portugal futuro: quatro coisas com que devíamos estar preocupados

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Democratas do mundo, uni-vos!

Se os regimes vão mudar perante a contestação? Se alguma coisa vai mudar para que tudo fique na mesma? Se se trata apenas de pequenos momentos para aliviar a tensão própria das ditaduras? Os observadores mais atentos não arriscam nas respostas e, por isso, o mais sensato é aguardar. E ir lembrando de que não são protestos generalizados e que não existem propriamente transições a decorrer…

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O jogo perigoso do Qatar

Não é preciso ter uma bola de cristal para adivinhar que, até à final do Mundial do Qatar, o confronto está para durar: entre ditaduras e democracias, entre sociedades fechadas e sociedades abertas, entre países que protegem direitos políticos, sociais e civis e regimes que criminalizam outras formas de ser e de pensar

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Num país onde os jovens não defendem o Planeta, eu não quero viver

As tontearias que eventualmente venham a ser cometidas durante estes protestos não retiram nobreza à causa advogada por estes jovens

Opinião

A pandemia que teimamos em ignorar

Não é possível considerar as medidas extraordinárias do Governo uma mera esmola sem grande impacto. Pode até ser difícil de compreender o caráter universal do apoio de 50 euros para todas as crianças, mas 125 euros faz toda a diferença num exíguo orçamento familiar

Visão Fest

Dulce Maria Cardoso: "Hoje parece que estamos num eterno buffet de ideias, tornamo-nos muito calculistas, queremos ir a todas, sem nos comprometermos"

A literatura entrou no VISÃO Fest nas vozes das escritoras Dulce Maria Cardoso e Djaimilia Pereira de Almeida. "A nossa necessidade de histórias é impossível de saciar", ouviu-se no Planetário

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Deixai vir a mim a verdade

À Igreja, compete colaborar e deixar o processo decorrer, na Justiça e na instituição. A todos nós, cidadãos, em particular àqueles que guardam memória da forma desastrosa como decorreu o processo Casa Pia, exige-se serenidade e alguma contenção

Opinião
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Ainda há lugar para políticos assim?

Sobre as consequências da crise transalpina, temos apenas a certeza de que o que acontecer em Roma… não ficará apenas em Roma

Opinião

Porque precisamos de voltar a falar de restrições pandémicas

Acredito que, aos jornalistas, e em particular aos da VISÃO, também compete falar do que está fora das tendências, do que ninguém quer saber – no caso, do que “já” ninguém quer sabe

Opinião

O nosso espírito atormentado

Na Europa, dois anos (e muitas vacinas administradas) depois, a incerteza sobre o desfecho da guerra faz parecer a incerteza provocada pela pandemia uma brincadeira de crianças

Opinião
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Cambalhotas e possibilidades

Seria bom que os partidos deixassem os jogos de palavras e se disponibilizassem, o mais cedo possível, para esclarecer o eleitorado e, como na matriz de risco da pandemia, tornarem claras as suas “linhas vermelhas”

Opinião

O nosso grande falhanço

É verdade que a nossa profissão nos define (em particular, numa economia como a portuguesa, em que as mudanças ao longo da vida ativa são casos raros), mas daí a entendê-la como o sentido da nossa vida… diz-nos a sensatez que vai uma grande distância

Opinião
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O resto das nossas vidas

Mesmo que consideremos que a pandemia ainda não acabou, reconheçamos pelo menos que mudámos a página, que já não estamos a acudir à urgência. Convém termos consciência dessa passagem e, durante o caminho, cuidarmos dos que sofreram (e continuam a sofrer), e recordarmo-nos dos que não sobreviveram

Opinião

A fragilidade de Rangel

Rangel não foi o primeiro político português a assumir a sua orientação sexual – e não há de ser o último. Como figura pública, o seu exemplo é muito importante para que outros, com tanta visibilidade ou não, de esquerda ou de direita, católicos ou protestantes, também possam viver sem estigmas

Opinião

A cegueira

Não são questões de curto prazo, os efeitos são difusos e têm sobretudo impacto nas gerações futuras – como diz o outro, no futuro, estamos todos mortos...

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O armistício

Preocupados com dimensões mais imediatas do impacto da Covid-19, teimamos em ignorar notícias que ficam na espuma dos dias. Como a que, ainda esta semana, divulgou um estudo segundo o qual a solidão duplicou entre os cidadãos da União Europeia, sendo os jovens os mais afetados. Perante isto, como podemos falar em armistício? A guerra ainda não acabou

Opinião

O silencioso vice-almirante

O discreto e silencioso Gouveia e Melo fala apenas quando tem de falar. Às polémicas, tem respondido com factos e, sobretudo, com ação, nunca esquecendo o seu objetivo principal: vacinar!

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Salvemos as pessoas

Da cultura ao turismo, este vírus também nos afetou no modo como gostamos de nos divertir. Não nos proibiu de dançar e de ouvir música, mas impediu-nos de o fazer no meio de uma multidão de desconhecidos que, connosco, em comum, tem apenas esse prazer

Opinião

De uma otimista "ligeiramente irritante"

Ultrapassada a crise da Troika, os ventos pareciam correr-nos de feição e, numa das suas picardias, Marcelo Rebelo de Sousa chegou a apelidar António Costa de otimista “crónico e até ligeiramente irritante”. Agora, o nosso colossal desafio consiste em manter esses níveis elevados de otimismo, naquela que é uma das maiores crises das nossas vidas

Sejamos exigentes, peçamos o possível
Política

Sejamos exigentes, peçamos o possível

Não gosto de deixar arrastar os problemas e, por isso, há já algum tempo que decidi em que partido é que vou votar