José Eduardo Agualusa vence prémio literário de Dublin Jornal de Letras
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José Eduardo Agualusa: Os Vivos e os Outros

Pré-publicação do novo romance de José Eduardo Agualusa, a chegar às livrarias

Exame Informática
Software

Spotify testa (outra vez) apresentar letras de músicas em tempo real

A Spotify parece ter retomado a parceria com a Musixmatch para voltar a apresentar as letras das músicas que estão a ser reproduzidas

De saco ao ombro Se7e
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De saco ao ombro

Alternativa ao plástico na hora de ir às compras, os sacos de lona ganharam dizeres e desenhos mesmo a pedir para andar com eles por aí

José Carlos de Vasconcelos é o vencedor do Prémio Vasco Graça Moura
Cultura

José Carlos de Vasconcelos é o vencedor do Prémio Vasco Graça Moura

“Para quem anda nestas coisas da Cidadania Cultural há quase 60 anos é, por um lado, um reconhecimento e, por outro, um estímulo”, disse José Carlos Vasconcelos à VISÃO. O diretor do JL reconheceu a importância da distinção para o jornal que dirige, que classificou como “uma luta de resistência desde há 35 anos”

Gonçalo Waddington - Teatro do tempo Jornal de Letras
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Gonçalo Waddington - Teatro do tempo

O fim das utopias Jornal de Letras
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O fim das utopias

Depois de ter levado os seus leitores a revisitar diferentes momentos da História de Portugal ( As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia) cruzando-a com a de outros países, a do Brasil em A Voz da Terra e A Guerra dos Mascates, a de Goa em O Feitiço da Índia ou a de Macau em A Cidade do Fim, Miguel Real desafia-nos agora a acompanhá-lo numa viagem inesperada e surpreendente a um futuro distante em que as nacionalidades e as nações deixaram de ser as matrizes de identificação dos indivíduos e das sociedades.

Jornal de Letras
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Retrato de grupo, com filósofo ao fundo...

Uma espécie de puzzle Jornal de Letras
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Uma espécie de puzzle

"A excentricidade desta personagem é a procura da mulher com o rosto perfeito. " É desta forma que Mário Zambujal nos apresenta o protagonista 'malandro' do seu novo romance,  Serpentina.

Entre ruínas Jornal de Letras
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Entre ruínas

Marés, diz o escritor, mas para falar de  O osso da borboleta também poderíamos utilizar a palavra ruína. Ao quarto romance, Rui Cardoso Martins deixa de lado a ideia de viagem, tão presente em  E se eu gostasse muito de morrer, Deixem passar o homem invisível e  Se fosse fácil era para os outros.

Pedro Eiras: A impossibilidade de Bach Jornal de Letras
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Pedro Eiras: A impossibilidade de Bach

Tenta nunca repetir-se, ser sempre o mesmo de formas muito diversas. Na poesia, na prosa, no ensaio, os livros de Pedro Eiras são uma constante surpresa, substâncias perigosas (expressão que chegou a usar no título de um deles) que cativam e inebriam. 

Escritaria, em Penafiel: Ao som da música de Lídia Jorge Jornal de Letras
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Escritaria, em Penafiel: Ao som da música de Lídia Jorge

Arte pública, sessões de cinema, exposições, teatro de rua, conversas, conferências e lançamentos de livros. Penafiel vai vestir-se de gala para receber Lídia Jorge, a escritora homenageada da edição deste ano do Escritaria, o Festival Literário que a Câmara Municipal organiza pelo 7.º ano consecutivo. 

Luísa Costa Gomes: Os mil e um paradoxos Jornal de Letras
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Luísa Costa Gomes: Os mil e um paradoxos

Cinco anos depois de Ilusão (ou o que quiserem), Luísa Costa Gomes está de volta ao romance com Cláudio e Constantino, "novela rústica em paradoxos". E é justamente entre a ficção e a razão que corre este divertimento, em que dois irmãos são confrontados com mil e uma situações paradoxais.

Jornal de Letras
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Pessoa não é Deus

Pessoa está a pedir para ser libertado. Para escapar dessa mala. Que o deixem viver, para ser melhor venerado por todos que somos devotos dele. Do autor e do homem. Ainda é tempo. Esse é Pessoa, como o vejo. Longe do altar em que o prendem, injustamente, seus proprietários. Livre. Majestoso. Eterno

Fernando Pessoa Uma 'povoada' solidão Jornal de Letras
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Fernando Pessoa Uma 'povoada' solidão

A partir de amanhã, 28, e até sábado, 30, decorre em Lisboao III Congresso Internacional Fernando Pessoa, com a participaçãode 40 conferencistas, enquanto saem novos livros, com novas abordagensda sua obra. O poeta dos heterónimos e autor do Livro do Desassossegonão para de atrair a atenção de estudiosos e criadores, e também o JLuma vez mais percorre os corredores do labirinto pessoano. Assim,ouvimos Jerónimo Pizarro e Manuela Parreira da Silva, autores de doisdaqueles novos livros, Inês Pedrosa, diretora da casa Fernando Pessoa,organizadora do congresso, cujo programa publicamos, destacandoquatro intervenções. A referência a outros livros, estreia de uma peça deteatro, no S. Luiz, o lançamento de um audiolivro, no Brasil, são outrosdestaques nestas páginas, com reproduções de obras de João Abel Manta(nunca antes 'publicada'), de Júlio Pomar e (na capa) Costa Pinheiro,e desenhos de Pedro Sousa Pereira

Gonçalo M. Tavares Uma ficção que pensa Jornal de Letras
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Gonçalo M. Tavares Uma ficção que pensa

Um "ensaio ficcional", o Atlas do Corpo e da Imaginação, hoje lançado com a chancela da Caminho, é a um tempo uma cartografia da obra do escritor e uma verdadeira filosofia de escrita. Um livro de centenas de páginas, com múltiplas possibilidades de leitura. Mais uma obra surpreendente no mapa do escritor, que avança na literatura portuguesa a toda a velocidade. À entrevista, a primeira que dá a propósito desta obra, juntamos a crítica de Miguel Real  

Rui Nunes: A imensa palavra Jornal de Letras
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Rui Nunes: A imensa palavra

Dois livros recentemente publicados, Armadilha e Uma Viagem no Outono, podem ser os últimos de quase meio século de poesia e ficção. É que os seus olhos veem cada vez menos e a literatura já não o move, como adianta ao JL   

Afonso Cruz - Pergunto, logo escrevo Jornal de Letras
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Afonso Cruz - Pergunto, logo escrevo

Como um cubista, gosta de ver os muitos lados da mesma questão. Como um sábio, gosta de inventar aforismos e parábolas. Como um religioso, gosta de explicar o mundo sem recorrer a um único dogma. Mas acima de tudo, Afonso Cruz, 42 anos, como um filósofo, gosta de fazer perguntas. Por isso, escreve, convocando para a literatura tudo o que sabe, o que aprende, o que descobre. A prová-lo estão os cinco livros que lança em 2013, para assinalar cinco anos de vida literária. Três vão chegar, nas duas próximas semanas, às livrarias, destacando-se, Para onde vão os Guarda-Chuvas, uma viagem de 600 páginas pelas efabulações, antigas e atuais, do Oriente e das suas conceções do mundo. Antecipando a sua publicação, uma longa conversa com o escritor sobre o romance - e também sobre o livro infantil Assim, Mas Sem Ser Assim e a peça O Cultivo de Flores de Plástico -, em páginas ilustradas por desenhos inéditos seus, alguns daquele livro, outros não

Dos chapéus, dos assim e das flores de plástico Jornal de Letras
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Dos chapéus, dos assim e das flores de plástico

Na apresentação aos jornalistas de Para Onde Vão os Guarda-chuvas, Clara Capitão afirmou haver um Antes de Cruz e um Depois de Cruz na Alfaguara, que dirige. E não exagerou. Na verdade, o escritor tem trazido muita novidade à editora, sobretudo ao nível gráfico. Os seus livros, pouco ortodoxos também no formato e no grafismo, têm chocado com as normas internacionais do grande grupo espanhol

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Ideias (JL)

Conferência Internacional: "O Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial"

A II Conferência Internacional sobre "O Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial", decorre nos dias 29 e 30 na Reitoria e na Faculdaded de Letras da Universidade de Lisboa.

Afonso Cruz - Pergunto, logo escrevo 1 Jornal de Letras
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Afonso Cruz - Pergunto, logo escrevo

Como um cubista, gosta de ver os muitos lados da mesma questão. Como um sábio, gosta de inventar aforismos e parábolas. Como um religioso, gosta de explicar o mundo sem recorrer a um único dogma. Mas acima de tudo, Afonso Cruz, 42 anos, como um filósofo, gosta de fazer perguntas. Por isso, escreve, convocando para a literatura tudo o que sabe, o que aprende, o que descobre. A prová-lo estão os cinco livros que lança em 2013, para assinalar cinco anos de vida literária. Três vão chegar, nas duas próximas semanas, às livrarias, destacando-se Para Onde Vão os Guarda-Chuvas, uma viagem de 600 páginas pelas efabulações, antigas e atuais, do Oriente e das suas conceções do mundo. Antecipando a sua publicação, uma longa conversa com o escritor sobre o romance - e também sobre o livro infantil Assim, Mas Sem Ser Assim e a peça O Cultivo de Flores de Plástico -, em páginas ilustradas por desenhos inéditos seus, alguns daquele livro, outros não   

Como um rio da Irlanda Jornal de Letras
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Como um rio da Irlanda

Tudo nele, o olhar, a voz, as mãos, o entendimento com o vegetal (...) foi uno, é uno e uno ficará