Opinião

A realidade e os "casos"

A ida dos três ao Qatar impõe-se na ordem do simbólico? Mesmo neste domínio há outras formas, muitas já usadas, de manifestar apoio à seleção. Melhores e sem dar azo, por várias sabidas razões, a legítimas críticas a essas escalonadas idas àquele sultanato das três figuras de topo da hierarquia do Estado. Aliás, que outro país se faz representar a tal nível, em tal país e em tal prova? Não havia necessidade...

Opinião

Ainda, e sempre, o Brasil

Com mais de 58 milhões de votantes em Bolsonaro, parte dos quais tão inqualificáveis e tresloucados de ódio como se viu, e à partida com uma Câmara e um Senado maioritariamente desfavoráveis, será possível Lula governar?

Opinião

Brasil no coração

Na eleição de domingo, a grande opção não é entre direita e esquerda, mas entre respeito e desrespeito pela democracia e pelos valores constitucionalmente consagrados no Brasil. Por isso a candidatura de Lula, apesar dos erros e “pecados” passados, seus e do PT, tem hoje a participação e o apoio expresso de organizações e relevantes personalidades de diversíssimas áreas ideológicas, incluindo muitas que foram seus assumidos adversários políticos

Visão Fest

Lídia Jorge: "O mais importante não é a longevidade mas a intensidade da vida. Somos seres de risco, de combates por causas que vão além de nós próprios"

O que a vida ensinou a Lídia Jorge e José Carlos de Vasconcelos? Uma conversa entre o desalento destes tempos sombrios e a esperança no futuro

Opinião

Opções difíceis

Para agravar a situação contribui, em geral, o destaque acrítico e sem o devido tratamento jornalístico que lhe é dado em numerosos média. Situação que, aliás, tem ainda um outro potencial efeito nocivo: o de cada vez menos gente de qualidade, que não tenha bastante gosto pelo poder ou raro espírito de serviço público, aceitar exercer certos cargos, inclusive no Governo

Eleições: Iniciativa Liberal, Livre e Chega elegem um deputado cada
Opinião

Alertas vermelhos

Aqui se põe a questão das chamadas “linhas vermelhas” que as forças políticas democráticas de direita devem colocar face às antidemocráticas. O que tem sido objeto de debates, por vezes acesos, e admito ter aspetos controversos, havendo zonas complexas, de fronteira, em que pode ser discutível o que é melhor para combater essas forças e não ajudá-las – por exemplo, dando-lhes pretextos para se vitimizarem

Cultura

José Carlos de Vasconcelos agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique

Opinião

Marcelo no Brasil

Foi triste, foi-me mesmo doloroso, durante o habitual desfile militar em Brasília, ver o Presidente de Portugal ao lado de quem envergonha o seu país e sequestra a democracia

Opinião
Exclusivo

Brasil, 200 anos: o “dever” de Marcelo, Presidente

Houve quem defendesse que o Presidente português não devia ir ao Brasil, não podia correr o risco de concorrer para tal objetivo ou sequer fazer parte de tal cenário. No entanto, embora não me chocasse que se fizesse representar por outra alta figura do Estado, julgo certa, ou inevitável, a sua presença nas comemorações

Opinião
Exclusivo

Incêndios, informação, Montenegro 2026

Opinião

Marcelo no Brasil

Se em outras circunstâncias Marcelo pode ser ou parecer excessivo, no Brasil, e no Brasil de agora, é extremamente reveladora, eficaz, simpática, popular a imagem de um Presidente português sorridente, expansivo, afetuoso, democrata até no falar com toda a gente de igual para igual, sem seguranças cercando-o por todos os lados...

Opinião

A “doença” e os remédios

Face às reais carências e deficiências do SNS, o que antes de tudo se exige é haver um levantamento esclarecedor de quais são, relações e eventuais “dependências” entre elas, propostas para as resolver, inclusive alternativas quando as houver

Opinião

Mais crescimento, menos desigualdade

Há também realidades ou circunstâncias nacionais muito positivas que tendem a não ser valorizadas como devido. Isto dada uma certa tendência para o fazer em relação a tudo o que é “nosso”, à qual diametralmente se opõem os que a diversos propósitos proclamam sermos “os melhores do mundo”

Opinião

PPD/PSD: passado e presente, o quê?

Num partido em que como em nenhum outro o seu líder histórico é evocado, citado, “utilizado”, onde está o que ele defendia quando fundou o partido – e depois, como em abril de 1976, já não no PREC nem sob qualquer tipo de pressão “revolucionária”, dois anos após o 25 de Abril e cinco meses após o 25 de Novembro?

Opinião

Que “não” à guerra, que “sim” à Paz?

Da parte de alguns que combatem do lado ucraniano também não haverá crimes? A Ucrânia é, ou sê-lo-á finda a guerra, uma democracia exemplar?

Opinião

Que Parlamento, com maioria absoluta?

O prestígio do Parlamento com uma maioria absoluta, passando muito pelo que o PS faça, passa também pelo que façam todos os partidos e deputados. Desde logo não transformando o hemiciclo num palco de comício, ou espécie de barraca de feira, para tentar conquistar votos futuros ou vender o seu “produto” sem olhar a meios

Opinião

Três (variados...) tópicos

É inquestionável quem são o agressor e o agredido, quem fez e faz a guerra e quem são as vítimas. Assim, como é possível haver quem venha falar de paz colocando os dois “lados” no mesmo plano e condenando quem está a ajudar a Ucrânia, mormente fornecendo-lhe armamento para se defender?

Opinião

Por um tempo sem heróis...

A haver um mínimo de justiça ou de decência, o máximo seria a Ucrânia admitir a dita renúncia à integração na Nato, e a Rússia pagar a “reconstrução” do país. Parece claro, porém, que a primeira concessão não chegará para satisfazer Putin, e a segunda pretensão seria puramente lírica

Opinião

A infame invasão

Quem perdeu a capacidade de se indignar é porque já "morreu"

Opinião

Uma oportunidade histórica

Se Costa tem tal oportunidade, para a tornar exequível, ou pelo menos para a otimizar, é indispensável o apoio ou a compreensão da clara maioria dos portugueses, hajam ou não votado no PS

Opinião

Legislativas: sete “sinais”

Eleições, mais do que se ganharem perdem-se, quando está em causa a continuação ou não no poder de uma pessoa ou de um partido. E creio que a maioria dos cidadãos (ainda?) não quer a substituição de António Costa como chefe de Governo