Crónicas d.C.

2021 Odisseia no Espaço

Se, por um lado, o tsunami da crise pandémica resistiu ao réveillon, saltando a fronteira anual, entramos em 2021 com bazucas e vacinas para o enfrentar. Que venha ele

O tempo de Natal, uma história e uma sugestão de prenda
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Regresso à Natalidade

No Natal 2020, amar um familiar é não lhe dar um abraço ou um beijo, e não haverá fiscais-de-linha. Está nas mãos de cada um

A história do "Pai Natal" galês que deixou presentes para os próximos 14 anos a uma bebé de dois anos
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Querido Pai Local

Por muito que a compra de uma velinha para oferecer à tia possa não parecer salvar uma economia, pode. Se cada um de nós for mais consciente nas suas compras, estaremos a oferecer prendas mais únicas e originais, com mais significado, feitas por perto, enquanto estendemos a mão a quem nos conhece pelo nome

As pessoas com depressão dizem mais certas palavras. E não, não são só as que expressam emoções negativas
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Anima-te, filho

Em Portugal, onde a depressão e a ansiedade flagram, e o suicídio é a segunda maior causa de morte dos jovens, a resposta popular para os flagelos mentais continua a ser, tantas vezes, “não sejas tão negativa”, “vai ver o mar, que isso passa” ou, simplesmente, “anima-te, filho”

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A de avião, B de banana, C de covid

Os alunos pertencentes ao grupo de risco podem participar nas aulas à distância e as autoridades locais de saúde estarão sincronizadas com as escolas para garantir eficácia. Contrapondo isto com o estado da pandemia – sob controlo há três meses –, e com a urgência de os meninos voltarem à sua vida, de onde vem, afinal, a polémica?

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O pior cego é o que não quer ler

Ler é apaixonarmo-nos por ideias e imagens que não são nossas, mas passam a ser, elevando-nos em relação ao que éramos

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O drinque nosso de cada dia

Não fosse letal a amargura instalada e isto teria um piadão

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O racismo nunca existiu

“Privilégio branco é ter a certeza de que nenhuma dificuldade enfrentada na sua vida teve a ver com a cor da sua pele”, li algures. Eu, por exemplo, tenho esta certeza. De caras. Assumir que esta diferença é real (e que não é um pormenor) é o primeiro passo na luta pela justiça e não custa nada, garanto

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Avó Maria cheia de graça

A solidão mata. O desespero também, como a ansiedade e a depressão. Há histórias encantadoras de famílias que se aproximaram, de proles negligentes que acordaram para a importância dos mais velhos – um efeito positivo da pandemia - mas não foi sempre assim. Não podemos voltar a ignorar a atenção devida na relação com quem já não tem a nossa idade

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A desglobalizar é que a gente se entende

Nos últimos meses, os governantes disseram-nos para comprarmos produtos nacionais e ninguém passou fome por isso, ao que parece. Ao que parece. Nada disto é uma resposta absoluta, nem um modelo simplex, mas seria de desejar que cada país e cada região criassem estratégias locais para a mudança global

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O Big Virus está a vigiar-te

Se, para uns, a quarentena foi um ciclo romântico que permitiu aos pais atarefados conhecerem melhor os filhos ou levou casais a experimentar segundas luas de mel – a quarentena Disney - há gente para quem o isolamento não foi um mar de rosas, séries e receitas de pão caseiro, tendo antes ateado fogo a problemas graves

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O essencial é visível aos olhos

O que aconteceu nos últimos meses é demasiado visível e importante para ser esquecido: há novos meios para equilibrar trabalho e qualidade de vida, há trabalhos fundamentais que merecem respeito e recompensação urgente. Vem aí uma tempestade, já se sabe, mas observar e aprender é o mínimo ao nosso alcance