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As horas decisivas

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Seis más abordagens à guerra

Uma coisa é certa – tem de ser certa: há agressores e vítimas nesta e noutras histórias e não podemos confundi-los

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Os “maus” não podem ganhar

Do lado do Ocidente, será o momento da verdade. Temos de manter a racionalidade, mas não podemos ceder perante uma ameaça global. Como dizia Applebaum, se não travarmos “os maus” lá fora, eles em breve virão confrontar-nos nas nossas fronteiras. E “os maus” não podem ganhar

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Roleta-russa e facciosismos

Tudo em Putin é imprevisível e potencialmente irremediável, o seu jogo é a roleta-russa. Será preciso nervos de aço para acompanhar o desenrolar da situação que pode ficar-se “apenas” por sanções internacionais, descambar num conflito armado sério na Europa ou escalar para uma guerra mundial. Isto envolvendo um país carregado de arsenal nuclear – que fez questão de exibir nos últimos dias

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Agora escolha

Rui Rio chuta para adiante e promete o que for possível, logo se vê quando, depois de meter a economia a crescer não se sabe bem como. Já António Costa não é bom em campanha e abundaram os erros e os tiros nos pés

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Ecogeringonça, libergeringonça ou centrogeringonça?

Geringonçar será o verbo de 2022. Resta saber com que peças da engrenagem vão conseguir juntar-se, encaixar e formar qualquer coisa que se mova adiante

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A IL e a idade adulta

As dores de crescimento do partido mostram-se sobretudo na definição do que é o liberalismo e que conceitos e posições cabem lá dentro

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Exclusivo

Um banho de realidade e o País que queremos ser

Veja-se aquela que foi vendida como a principal bandeira do OE2022: o desdobramento dos escalões do IRS em Portugal e uma descida nas taxas do imposto para a classe média, que representa, afinal, uma poupança de 150 milhões de euros para as famílias. Falamos de 6% do orçamento da Defesa, de menos de um décimo do que o Governo vai injetar na CP para colmatar a dívida ou sete vezes menos do que gastámos na TAP este ano, para distribuir por 1,5 milhões de famílias. Melhor do que nada, é certo, mas são trocos. Microscópicos, quase irrelevantes, servem apenas o propósito do marketing

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Exclusivo

Vitórias, derrotas, perfume e bafio

Ao centro-direita, as eleições sabem a vitória, cheiram a vitória, mas vêm, para quem estiver atento, com um travozinho agridoce. Não é hora, pelo menos para já, de se falar de uma mudança galvanizadora nacional