Bolsa de Especialistas

Andará a escola a enganar os jovens?

Os alunos do quinto, sexto, sétimo e oitavo anos de escolaridade transitam todos, independentemente do número. Conseguem imaginar o que se avizinha nas salas de aula das escolas difíceis nos próximos anos letivos, se tivermos em consideração que tal transição não teve sequer em linha de conta o número maior ou menor de processos disciplinares de que o aluno foi alvo? A reflexão da professora Carmo Machado

Apesar de satisfeitos com o veto presidencial, professores mantém ações de luta
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A propósito de mirtilos e outros frutos. Direito de Resposta de Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof

"Não me sinto o representante dos professores, mas só dos cerca de 50 000 associados dos sindicatos da FENPROF e esses, esmagadoramente, têm considerado importante a minha continuidade nas funções para que fui eleito em 2007", escreve em resposta ao artigo "Os mirtilos do Senhor Mário Nogueira"

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Os mirtilos do senhor Mário Nogueira

Talvez, por isso mesmo, fosse também altura de Mário Nogueira regressar às escolas e ao ensino, profissão que abandonou há demasiados anos para conhecer exatamente as suas idiossincrasias

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A escola e a guerra: Será que basta assinalar um minuto de silêncio, usar t-shirts azuis e amarelas, construir bandeirinhas ucranianas na aula de EVT?

Ao ouvir há dias a filha de uma amiga que frequenta o 12º ano do curso de Humanidades dizer que a professora de História não falava da guerra porque estava atrasada no programa e não podia perder tempo com isso, tive a certeza de que, mais uma vez, a escola não estava a cumprir uma das principais funções para a qual deveria estar designada

Sociedade

Para que serve a escola afinal? Depende, responde esta professora

"A escola serve para tentar resolver os problemas com que diariamente se vê confrontada e ignorá-los, cobrindo-os pomposamente com os conteúdos curriculares ou com as tão em voga aprendizagens essenciais, pode resultar num remendo barato que pode rebentar antes do verão"

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Os filhos da pandemia. O aflitivo retrato de uma professora sobre os efeitos dos confinamentos nos alunos

Os filhos da pandemia não escrevem, não falam, não lêem, não compreendem, não interpretam, não pensam…Retirem-lhes o telemóvel e as redes sociais e ficaremos perante seres desprovidos de qualquer interesse. O retrato de uma geração profundamente afetada pela pandemia, traçado pela professora Carmo Machado

Sociedade

Para que serve a escola, afinal? A reflexão de uma professora

Quando a escola permite que indivíduos cheguem ao 12º ano sem a mínima interiorização das regras básicas de educação e de socialização, sem respeito por si próprios e pelos outros, sem vontade de cumprir os seus deveres, sem consciência do triste estado em que se encontram, quem falhou?

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À mesa com uma inspeção do Ministério do Educação. O relato de uma professora sobre as angústias da avaliação

Das muitas questões que me foram colocadas, como faz para que um aluno saiba exactamente o que deve fazer para conseguir sucesso, não lhe parece que ainda há muitos professores que usam os dados recolhidos com a avaliação formativa para a transformação em classificação, e que formação tem em avaliação, senhora doutora?... talvez a que mais me angustiou foi a seguinte: Então se faz corretamente a avaliação formativa dos seus alunos, como explica ainda a existência de classificações negativas nas pautas?

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A escola, como eu a imagino...

Uma proposta de gestão estratégica do Currículo, pela professora Carmo Machado

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E a nossa saúde mental?

Aquelas conversas triviais com amigos e conhecidos? Muitas passaram a ser evitadas e substituídas por um sms curto, rápido. Já não fazem esforços para quase nada. Tudo o que são ou julgavam ser, todos os sonhos por realizar parecem ter-se diluído nos muitos meses de isolamento e solidão. Por isso, lanço-vos este repto: Se te sentires a escurecer por dentro, faz como nós fizemos, procura ajuda!

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Na linha da frente, senhor primeiro-ministro!

Senhor primeiro-ministro António Costa, pressinto que algo vai correr mal nas nossas escolas a qualquer momento. O número de alunos por turma continua exagerado e como me dizia um miúdo ontem: Stora, basta estender o braço para tocar no colega do lado

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O apelo da memória

Talvez devêssemos começar o ano letivo, nas escolas de todo o país, com uma atividade que fosse transversal a todas as disciplinas, ciclos e idades: A Semana da Tolerância.

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Não me falem já do regresso às aulas, por favor!

A professora Carmo Machado explica porque optaria sem pestanejar por um cenário de aulas em regime misto no início do ano letivo

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E agora, que notas lhes vamos dar?

A verdade é que ensinar neste terceiro período foi diferente e, por isso, avaliar também terá de o ser. Mas será mesmo assim? Será que foi tudo tão diferente do habitual? Tínhamos mesmo as competências necessárias, professores e alunos, para ensinarmos e aprendermos desta forma? Eu tenho dúvidas. Os meus alunos raramente ligaram a câmara. Quando o fizeram, a pedido, quase imploração, fui surpreendida com alunos despidos da cintura para cima, enfiados na cama, estendidos no areal ou mesmo a tomar uma refeição com toda a família... A reflexão da professora Carmo Machado

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Ensinar à distância: Crónica de uma vida real

Serve tudo isto para vos dizer que o regresso à escola no dia dezoito de maio se revela, no meu caso concreto, totalmente desnecessário. Pelos riscos que implica e, sobretudo, porque os alunos que irão regressar são exatamente aqueles que conseguiram utilizar esta nova experiência como um excelente estágio para a vida que os espera no ensino superior. Quanto aos demais, até dia 26 de junho continuarão a fingir que aprendem e eu a fingir que ensino. O testemunho da professora Carmo Machado