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  • As Sequências Rebeldes

    João Ramalho-Santos

    No meio da banda desenhada portuguesa têm pontificado parcerias entre editoras e jornais, promovendo o lançamento de diferentes coleções periódicas bem produzidas e de preço acessível, focadas em obras de uma editora (Marvel) ou em diferentes séries/personagens ("Batman", "XIII", "Michel Vaillant"), apenas para citar exemplos recentes. Essa agitação é ótima, e pode ser dinamizadora para vários tipos de públicos.

  • As Sequências Rebeldes

    João Ramalho-Santos

    A Coleção "Novela Gráfica"  Levoir/Jornal Público é a mais interessante e importante coleção do género a ser lançada em Portugal. Pela importância dos autores/obras, pela variedade de estilos, por tudo.Prevê-se, de resto, que a venda posterior ao lançamento ultrapasse a venda em banca; mas o que se espera, sobretudo, é que a coleção possa dar origem a outras, parecidas.Abaixo uma primeira versão do prefácio do recente "Mr Natural" de Robert Crumb. Com um nota relativamente importante: este é um livro possível entre muitos com este nome, há várias antologias da personagem. A minha é a da Fantagraphics (imagem abaixo), e não é igual à desta coleção. Faltam as histórias de "Devil Girl", o que é pena pela reação que poderiam provocar...O prefácio teve de ser ajustado, precisamente para ter em conta o alinhamento das histórias de facto publicadas.

  • Despedimento coletivo no jornal Público

    A Sonaecom anunciou esta quarta-feira o "previsível" despedimento de 48 trabalhadores do jornal Público, como parte de uma "redução da estrutura de custos em cerca de 3,5 milhões de euros por ano, com a diminuição de custos de funcionamento"

  • Relvas: "Considero que o processo está encerrado"

    O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou hoje que o caso sobre alegadas pressões ao jornal Público "está encerrado", considerando que a deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) "afasta qualquer suspeita"

  • Coro de críticas à ERC que diz não haver provas de "pressões ilícitas" sobre jornalista

    A Entidade Reguladora para a Comunicação Social provou a sua "inutilidade", considera a diretora do Pública. "Renúncia inaceitável à obrigação de condenar ameças", diz o vice-presidente do organismo. "Frouxa", acusa o BE. As críticas sucedem-se depois de a ERC ter anunciado não dar como provada a existência de pressões do ministro Miguel Relvas sobre o jornal Público