Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

Sabor a Brasil

Viajar com o Chef Kiko

Kiko Martins

Memórias de infância numa sobremesa ideal para os dias mais quentes. A crónica de Kiko Martins na VISÃO

Daniel Guerra

A goiaba é dos meus frutos preferidos e faz parte dos sabores que me são mais familiares, não tivesse eu passado a minha infância no Brasil! Nesta receita, a goiaba em textura de mousse fica ainda mais agradável e, claro, não podia faltar o caju como complemento, um dos frutos secos que também fazem parte das minhas memórias. É uma sobremesa leve e ideal para estes dias de maior calor!

Mousse de Goiaba com Caju

Ingredientes
Para 4 pessoas

400 ml de natas
2 gemas de ovo
100 g de açúcar
3 folhas de gelatina
400 g de polpa de goiaba
Raspas de 1 lima
2 colheres de sopa de cajus

Preparação
Coloque 100 ml de natas numa panelae leve ao lume.
Bata as gemas com o açúcar até ficar uma mistura branca.
Junte as natas já aquecidas à mistura de açúcar e ovo e leve ao lume. Tenha cuidado para as gemas não talharem. Deve estar em lume brando.
Coloque as folhas de gelatina em água. No final, deixe escorrer o excesso de água.
Ao preparado das natas, açúcar e ovo, junte as folhas de gelatina e a polpa de goiaba já descongelada.
Quando esta mistura estiver à temperatura ambiente, envolva as restantes natas batidas (300 ml).
Coloque o preparado no frigorífico para solidificar.
Sirva a mousse de goiaba com raspas de lima e cajus.

ASSINE POR UM ANO A VISÃO, VISÃO JÚNIOR, JL, EXAME OU EXAME INFORMÁTICA E OFERECEMOS-LHE 6 MESES GRÁTIS, NA VERSÃO IMPRESSA E/OU DIGITAL. Saiba mais aqui.

Kiko Martins

Kiko Martins

Nascido no Rio de Janeiro, em 1979, Kiko Martins – que prefere ser tratado por Chef Kiko – licenciou-se em Gestão, mas rapidamente percebeu que o seu futuro passava pela cozinha. Em Paris, ingressou na escola Le Cordon Bleu, tendo depois passado por restaurantes como Ledoyen, AM Le Bistro, The Fat Duck e Eleven. Tornou-se conhecido do grande público por causa de uma viagem: uma volta ao mundo realizada em 2010 na qual visitou 26 países. De então para cá, abriu cinco restaurantes em Lisboa (O Talho, A Cevicheria, O Asiático, O Surf & Turf e O Poke), tornando-se, aos 39 anos, numa das caras da nova cozinha portuguesa.