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Um banho de realidade e o País que queremos ser

Veja-se aquela que foi vendida como a principal bandeira do OE2022: o desdobramento dos escalões do IRS em Portugal e uma descida nas taxas do imposto para a classe média, que representa, afinal, uma poupança de 150 milhões de euros para as famílias. Falamos de 6% do orçamento da Defesa, de menos de um décimo do que o Governo vai injetar na CP para colmatar a dívida ou sete vezes menos do que gastámos na TAP este ano, para distribuir por 1,5 milhões de famílias. Melhor do que nada, é certo, mas são trocos. Microscópicos, quase irrelevantes, servem apenas o propósito do marketing

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Vitórias, derrotas, perfume e bafio

Ao centro-direita, as eleições sabem a vitória, cheiram a vitória, mas vêm, para quem estiver atento, com um travozinho agridoce. Não é hora, pelo menos para já, de se falar de uma mudança galvanizadora nacional

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2299 votos a mais e “feelings” certeiros. Aqui está ele, Manuel Acácio. Mas, e agora?

Nenhuma sondagem previu a vitória de Carlos Moedas, mas ela aí está, "contra tudo e contra todos". Mas se os lisboetas querem mudança, com uma maioria de esquerda ela pode não ser fácil de conseguir

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E agora, o que fazer com os "chalupas"?

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As atuais regras de isolamento profilático são puro nonsense

A regra dos 14 dias de isolamento para contactos próximos, mesmo para pessoas vacinadas, mantém-se inalterada desde o início da pandemia. Apesar de médicos de saúde pública e peritos entenderem que não faz sentido. Um caso prático

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O canto da sereia do teletrabalho

Agora que grande parte da população está inoculada, e chegando à marca indicativa dos 85% da população vacinada em setembro, esta será a questão premente nas relações laborais no último trimestre: manter ou não o teletrabalho daqui em diante? E, se sim, em que moldes?

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Os penduras

Há pelo menos quatro tipos de penduras: negacionistas, cobardes, alternativos e inconsequentes. Em comum, todos têm a incivilidade e o egoísmo de apenas olharem para o cotão do seu umbigo

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Movimento Zero: Quem guarda o guarda?

Nunca foi tão legítima a pergunta, perante a ameaça que fenómenos como o Movimento Zero colocam ao sistema que é suposto protegerem. Estes grupos estão a destruir os fundamentos da democracia. Perante a passividade e conivência de todos os colegas

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O problema do Safe & True

Prefiro ter idiotas a dizer mentiras do que correr o risco de ter idiotas a decidir quem pode ou não ser considerado credível

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Bem-vindos à luta pelos direitos no Sudoeste Alentejano

Há anos que se encolhe os ombros na esperança de que as estufas continuem a produzir e que eles lá se arranjem, mesmo quando, perante uma pandemia, as condições de salubridade fossem particularmente preocupantes, colocando em risco não apenas as suas vidas, mas também a saúde e a economia da região

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Enriquecidos, justificai-vos!

O tema é sensível, e os equilíbrios são frágeis. Tal como no sigilo bancário e nos acessos aos dados pessoais, estas são matérias no fio da navalha da defesa das liberdades dos cidadãos. Mais vale ponderar e fazer uma boa lei do que legislar à pressa uma má lei

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O dia em que os portugueses se sentiram gozados pela Justiça

Foi o Estado de Direito a funcionar, mas foram também 231 minutos de sova pública na Justiça. E agora, os cidadãos não sabem no que acreditar: será que o sistema falhou muito e perseguiu injustamente cidadãos impolutos durante anos, ou está a falhar agora, deixando impunes poderosos que corromperam e foram corrompidos?

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Razão formal sem razão política

Sou, é verdade, por princípio, muito sensível a argumentos de princípio. Só me custa mais a entendê-los quando defendemos a primazia dos princípios às segundas, quartas e sextas mas às terças, quintas e aos fins de semana encontramos formas de os enfiar na gaveta

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A grande desilusão das vacinas

Está na hora de encarar o que é por demais evidente: a estratégia de vacinação europeia está a revelar-se um fracasso. Um falhanço só equivalente à forma tão calamitosa como a União Europeia geriu a crise das dívidas soberanas

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Um lobo cada vez mais solitário

A sintonia de Marcelo Rebelo de Sousa com o Governo já viu melhores dias. Ou António Costa prova o Presidente – um lobo cada vez mais solitário – não perdoará

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Ainda não deu para perceber que as reuniões do Infarmed não funcionam?

Estas reuniões não são mais do que uma espécie de conferência, onde todos vão apresentar os seus pontos de vista. São audições técnicas, mas servem apenas para deixar ideias soltas, pontos numa folha em branco. Para unir estes pontos e traçar um desenho coerente de resposta, o Governo fica sozinho. E isso não faz sentido algum

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Chega, Senhora Bastonária?

É cada vez mais claro que Ana Rita Cavaco é uma bastonária com ambições políticas e qual é o território pelo qual alinha

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Ventura, a Maria da Avenida e a voz do desalento

Tenho também muitos amigos e conhecidos que votam no Chega. Pessoas que conheço há décadas, de classe média e alta, que tinham grandes sonhos, mas, na sua maioria, a quem a vida não correu pelo melhor. Muitas carregam consigo frustrações contidas. A maior parte são ex-eleitores do PSD e do CDS, todos com uma coisa em comum: um certo desalento e uma sensação de desilusão com os políticos e as elites em que nunca conseguiram realmente entrar

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Profanar o Holocausto

Hoje foi o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto. E hoje, ao navegar pelas redes, senti um pouco do mesmo asco que experimentei, aos 16 anos, ao passar as portas de Buchenwald. Li, numa descida ao abismo do novo normal, centenas de comentários a relativizar e menorizar esta memória

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Há meio milhão de eleitores portugueses que alinham com a extrema-direita. E dois líderes partidários felizes com isso

Marcelo Rebelo de Sousa conseguiu uma vitória expressiva nestas eleições presidenciais. Mas há uma clara reconfiguração à direita, com a ajuda de um PSD em missão harakiri

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COVIDiário

A toda a velocidade, alegremente, contra um icebergue

Vamos num Titanic, mas é como se nada fosse. Está tudo a assobiar para o lado. E o governo tem sido a orquestra de violinos

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