Em sincronização

No money for the boys

São 58 mil milhões de euros para injetar na economia. É dinheiro que se veja – esbanjá-lo é fácil, investi-lo bem é que exige visão e estratégia

Mafalda Anjos Mafalda Anjos
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Máscaras, tribos e karma

Bolsonaro confirmou ter Covid-19. Por enquanto apenas com sintomas ligeiros. Boris Johnson, que no início também desvalorizou o perigo, já recebeu a sua lição e esteve internado. Não sou de desejar o mal alheio, mas aprecio quando se prova do próprio veneno. Chamem-lhe justiça divina, universal ou karma

Mafalda Anjos Mafalda Anjos
Em sincronização

Aprender a dançar esta dança

Vamos ter de nos habituar a viver assim: ao sabor do ritmo imposto pela evolução da Covid. E não é descabido pensar numa estratégia de desconfinamento que é diferente entre regiões, tendo em conta o risco de contágio e o valor de R0, que indica a taxa de reprodução da infeção, tal como acontece já, por exemplo, no país vizinho

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Editorial

Racistas, nós?!

O tema do antirracismo não pode ser da esquerda nem da direita. Tal como a igualdade, este tema tem de ser de todos. E não, não pode bastar-nos não sermos racistas, temos de ser ativamente antirracistas

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Editorial

Vamos então falar de independência

Os nossos princípios, como felizmente os de tantos outros jornalistas em Portugal, são inalienáveis. E não aceitamos lições de independência de ninguém

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Editorial

Porque não podemos ignorar o Chega e André Ventura

Vetar estes fenómenos a uma espécie de clandestinidade, mantendo-os num gueto e empurrando-os a uma espécie de submundo, é a pior coisa que deve ser feita

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Em sincronização

Nas mãos da Alemanha

Este é o momento da verdade para a Europa. Joga-se avançar ou morrer. É urgente reforçar a união e, como está bom de ver, resolver também as tensões em torno do mandato do BCE, o que implica uma emenda dos tratados de forma a não ser preciso interpretações criativas da lei. Sem esse salto adiante, o projeto europeu falhará

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COVIDiário

Entrada na anormalidade

Devíamos abolir do léxico a expressão “regresso à normalidade”. É bom que ponhamos na cabeça que o nosso velho normal já não existe, nem vai regressar tão cedo

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Em sincronização

E agora, Mutti Merkel?

O que é fundamental agora é um corajoso plano económico e financeiro integrado, que não acontecerá sem uma mutualização da dívida europeia. Chamem-lhe eurobonds, coronabonds, salvationbonds, frogbonds (como o sapo que alguns países vão ter de engolir) – o que quiserem. Mas avancem

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O déjà vu da desunião europeia

Parece tudo um triste déjà vu, uma repetição da resposta à crise da dívida de 2009 que quase deitou abaixo o euro

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Em sincronização

Tenha calma e fique em casa

É preciso fazer uma gestão duríssima de recursos escassos, atender a exigências nunca vistas, apontar caminhos sem certezas de sucesso. Criticar é fácil. Apontar o dedo, também. Mas fazê-lo sem fundamento nem alternativa, por puro oportunismo, revela uma falta de sentido de Estado sem limites

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Em sincronização

O Quase Fim do Mundo

É nos flagelos e calamidades que conhecemos a essência humana, e ela, por mais civilização que lhe ponhamos em cima, será sempre uma: egoísta

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Eutanásia: liberdade, igualdade e compaixão

Acredito que, daqui a algumas décadas, a eutanásia será tão inquestionável como é hoje a inexistência da pena de morte, os direitos iguais para as mulheres, a despenalização do aborto e o casamento homossexual

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O grande irmão

Permitir incriminar-se e, pior, dar como provados crimes com base em provas obtidas de forma ilegal é abrir o mais perigoso dos precedentes. É dizer-se que há situações em que a Constituição não importa muito, e que a lei pode ser “excecionalmente” furada

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“Agenda” de Joacine Katar Moreira provoca incómodo no Livre
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Joacine, breve história da sobranceria

Queria dar um pontapé no estaminé, e quem leva o pontapé é ela. E agora o Livre está refém da sua construção

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Tenham medo

Trump foi deixado solto a gerir o explosivo tema do Médio Oriente da única forma que sabe: impetuosa, birrenta, caótica, irresponsável. O resultado está à vista – o mundo aterrorizado com as consequências imprevisíveis da manobra errática de mandar abater o general iraniano Qassem Soleimani no Iraque

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Fundos europeus: É preciso saltar para o campeonato dos grandes

Se o grande desígnio europeu passa a ser o combate às alterações climáticas, importa não ficar para trás. E Portugal pode trilhar caminho nas energias renováveis e na investigação tecnológica, em que tem boas competências. Ficar a chorar sobre o leite derramado com menos fundos de coesão é que não levará a lado nenhum…

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Falhámos-te, Salvador, desculpa-nos
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Falhámos-te, Salvador, desculpa-nos

Salvador, o bebé-milagre, que nasceu contra tudo e contra todos, está aí. E tem, repita-se porque nunca é demais, o direito de ser feliz. Tem direito a crescer longe dos escombros e das memórias atrozes – longe da mãe, que deve ser entendida, apoiada, mas não redimida, e longe da família que falhou a Sara

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Uma colheita difícil
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Uma colheita difícil

Pela frente o Governo terá, em 2021, eleições presidenciais em janeiro, a presidência portuguesa da União Europeia e eleições autárquicas em setembro/outubro. E tudo isto num mundo menos óbvio em termos económicos, com as nuvens negras a aproximarem-se a passos largos.

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Alargue-se a praça de táxis da Assembleia!
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Alargue-se a praça de táxis da Assembleia!

A nova composição do Parlamento trouxe mais diversidade política. Três novos pequenos partidos entram no hemiciclo e, pela primeira vez, tem assento uma força de extrema-direita. Quem foram os vencidos, os derrotados e os "assim-assim" da noite

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Paridade em casa daqui a 180 anos? Por favor, não tomemos as nossas miúdas por parvas
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Paridade em casa daqui a 180 anos? Por favor, não tomemos as nossas miúdas por parvas

Um novo estudo sobre a condição da mulher em Portugal diz que demorará cinco a seis gerações até que as tarefas domésticas sejam divididas de forma paritária em casa. Não acredito

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