LD Linhas Direitas
LInhas Direitas

Um país pequenino e todo juntinho

Aldeias fantasmas, vilas sem vida nem jovens, e cidades cada vez mais abandonadas. Temos 10.3 milhões de habitantes, mas está tudo concentrado na proa do navio. Como no Titanic

Luís Delgado
Opinião

O armistício

Preocupados com dimensões mais imediatas do impacto da Covid-19, teimamos em ignorar notícias que ficam na espuma dos dias. Como a que, ainda esta semana, divulgou um estudo segundo o qual a solidão duplicou entre os cidadãos da União Europeia, sendo os jovens os mais afetados. Perante isto, como podemos falar em armistício? A guerra ainda não acabou

Sara Belo Luís Sara Belo Luís
Opinião

Jesus Cristo tinha uma agenda liberal?

Dizer apenas que todas as vidas são importantes é uma tirada lapalissiana. É óbvio que sim, mas o problema é que nem todas as vidas estão em risco devido a fenómenos sociais como o racismo, a xenofobia, a violência sobre mulheres e crianças, o abuso sexual e o tráfico de pessoas, já para não falar nesta economia que mata, no dizer do papa Francisco

José Brissos-Lino
LD Linhas Direitas
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Plano exequível para desconfinar

O tamanho do desafio é só este: ter 6 milhões de doses, genericamente, para vacinar 3 milhões de portugueses! Temos de conseguir. Vamos conseguir. Senão ficamos todos irritados

Luís Delgado
Opinião

Olhar olímpico 3: A vertigem das medalhas

A falta de medalhas não se deve ao maior ou menor empenho, mas a um sistema desportivo pouco robusto, um modelo societário no qual o desporto e a atividade física não têm expressão e dignidade suficientes para se afirmarem como um fator fundamental no desenvolvimento dos seus cidadãos

Mário Santos
LD Linhas Direitas
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Olímpicos insonsos

São uns Olímpicos esterilizados, distantes, até pelo fuso horário, e sem a volta gloriosa dos que vencem, ou reconhecimento agradecido aos que não chegaram ao pódio

Luís Delgado
Diário de uma Avó e de um Neto

Fascículos da minha vida

A escritora Alice Vieira escreve, com Nelson Mateus, um diário sobre as suas recordações e sobre as memórias entre as diferentes gerações. O Diário de uma Avó e de um Neto, um projeto do site Retratos Contados

Alice Vieira Nelson Mateus
Igualmente desiguais

"Nha sunhu": ou o sonho feito pó

É um filme sobre um jovem que vem para Portugal trazendo na bagagem o sonho de se tornar uma estrela de futebol. Joga a pré-época e depois… bem, depois fica ao abandono, tendo que sobreviver trabalhando numa fábrica até conseguir de novo ser aceite num pequeno clube

Manuela Niza Ribeiro
LUGAR AOS NOVOS

Teclado para quem o trabalha

Esta tendência sindical, de resto bem portuguesa, de aversão à mudança laboral e de receio de perda de força (a que resta) nos meios tradicionais é um dos maiores paradoxos de quem procura representar os trabalhadores: o seu imobilismo, resultante da tentativa desesperada de conservar um modelo que outrora vingou, quando os meios de produção e a estrutura económica eram outros, tem nos próprios trabalhadores as maiores vítimas. Francisco Camacho, da Juventude Popular, na rubrica Lugar aos Novos

Francisco Camacho
Opinião

Os novos infetados

Estamos agora numa encruzilhada um pouco diferente: saber quando parar radicalmente com medidas de confinamento e assumir a presença endémica do vírus entre nós por mais algum tempo, mas sem grandes consequências para a saúde pública

Manuel Delgado 1 Manuel Delgado
LD Linhas Direitas
LInhas Direitas

O lado generoso de Otelo

Otelo, como capitão, idealista, motivador, e corajoso, foi-se perdendo pouco a pouco nas voltas e contravoltas do processo revolucionário, já como brigadeiro e general

Luís Delgado
LD Linhas Direitas
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Já voltou a comichão ao Governo?

Percebendo que esta comichão está a alastrar, de um dia para o outro, há uma pergunta obrigatória: este afã tem alguma coisa a ver com as quedas de popularidade, pedido de remodelação urgente e eleições autárquicas daqui a 2 meses?

Luís Delgado
OLHO VIVO

"António Costa foi vender um país que não existe e a oposição não compareceu para contrapor"

O debate sobre o Estado da Nação esteve em análise no Olho Vivo desta semana

Opinião

CPLP: mais língua, menos ‘paleio’

Da Declaração Final da Cimeira destaca-se, pela positiva, o Acordo de Mobilidade, e, pela negativa, a completa omissão quanto à política da língua e à cultura

José Carlos de Vasconcelos José Carlos de Vasconcelos
Opinião

Mudam-se mais os tempos que as vontades

Tirando o mercadejar vindo tão de cima, que diferença há entre a podridão que deste tempo vamos destapando e a relação entre o Estado novo e o conjunto de “empresários” a que este foi prestimosamente eliminando a concorrência a desfavor do progresso?

José Eduardo Martins José Eduardo Martins
Opinião
Exclusivo

Alterações climáticas, chuvas e avisos ignorados

No domingo, Angela Merkel, que visitou a zona mais atingida pela catástrofe, e depois de descrever a situação como aterrorizante, confessou: "Temos de aumentar o ritmo de combate às alterações climáticas"

Catarina Guerreiro Catarina Guerreiro
Opinião

Privilégios políticos são abraço de urso para a Igreja

Basta de desancar o secularismo para justificar a quebra da prática e adesão à fé cristã nos países desenvolvidos. Há alguns paradoxos que ajudam a determinar onde está realmente o problema

José Brissos-Lino
LD Linhas Direitas
LInhas Direitas

A nave louca de Jeff Bezos

É uma nave de loucos, mas com sucesso. Falta o SpaceX de Musk, uma cópia de um míssil, mas que já deu inúmeras barracadas. Tal como o dono.

Luís Delgado
LD Linhas Direitas
LInhas Direitas

O velocista que é ministro do Ambiente

"Não era eu que ia a conduzir", garantiu. Pois não. Era o que faltava um ministro não ter motorista, e não poder circular a 200 ou 300 quilómetros por hora

Luís Delgado
Opinião

Uma nova matriz de risco

Se ficarmos reféns de indicadores exclusivamente de incidência, podemos ser tentados a travar o vírus com medidas mais severas de confinamento, quando ele deixa de impactar de forma particularmente relevante na vida das pessoas e dos serviços de saúde

Manuel Delgado 1 Manuel Delgado
Crónicas d.C.

Efeitos secundários

Para surpresa de quem lá se sentou, começou a ouvir-se um trompete a aquecer. Era o Quinteto de Metais da Sociedade Recreativa da Malveira da Serra, que entrava para animar a espera e acalmar os ânimos dos recém-vacinados. De sopros em riste, os próprios músicos anunciaram estar a matar saudades de estar em palco. Maravilhoso. Ninguém desmaiou, claro está, e se alguém desfaleceu foi ao estilo das fãs dos Beatles, nos anos 60

Henrique Costa Santos