Flor de Sal

Quando as mulheres são as piores inimigas das mulheres

Ghislaine era a amiguinha de Jeffrey, partner in crime das suas patifarias, nas quais também participava. Quando as jovens eram aliciadas pelo monstro, Ghislaine desempenhava um papel fundamental para as apanhar na rede; protegia-as e mimava-as, fazia de mãe, de irmã mais velha, de polícia bom, de mentora, de amiga

Margarida Rebelo Pinto Margarida Rebelo Pinto
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Para lá da rebentação

Quero escrever sobre o Pedro para pararmos todos um bocadinho e tentarmos perceber que mecanismos podemos descobrir dentro de nós para suavizar a angústia e a tristeza que, com o tempo, se transformam numa doença que se chama depressão. Ou, caso seja necessário recorrer à ajuda de profissionais de saúde, para resolver aquilo que não conseguimos sozinhos

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Pensar com o coração, sentir com a cabeça

Pensar com o coração e sentir com a cabeça é talvez dos maiores desafios que o ser humano pode enfrentar. A ideia é inverter o mecanismo para cada órgão, isto se acreditarmos que de facto o coração tem capacidade de pensar

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O mimo não se compra, nem na farmácia

Diz-me o bom senso que a solidão implode as almas e que as relações fortuitas não só não são solução, como constituem uma parte grande do problema. Afinal, como podemos ser felizes se não construirmos uma vida afetiva sólida e segura? A pergunta é de Margarida Rebelo Pinto, em mais um Flor de Sal

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Contadores Indo-Portugueses

Eu sou da Geração X, aquela que cresceu a acreditar que homens e mulheres eram iguais e demorei décadas a aceitar que isso não é verdade. Homens e mulheres amam de forma muito diferente. Na verdade, todas as pessoas amam à sua maneira. Mais um Flor de Sal de Margarida Rebelo Pinto

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Não viver cansa

O mundo tem de abrir, nós temos de saltar. Os abraços virão quando puder ser. Mas a voz, a presença, o olhar, nada disso é igual num encontro de Zoom ou numa chamada de FaceTime. Nada se compara à energia vital da proximidade física

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O Quarto Pastorinho

André Ventura não é louco, é muito esperto e profundamente manipulador. Esta semana, Margarida Rebelo Pinto não fala de amor e relações, mas de comportamento e de bom senso

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Tudo aquilo que a pandemia nos tirou

A pandemia roubou margem aos intervalos da vida, aqueles durante os quais nos dávamos ao luxo de desligar de tudo para ir ao cinema ou namorar às escondidas. Agora somos todos soldados de um exército que se vai armando o melhor que sabe, uns mais conscientes do que outros

Margarida Rebelo Pinto Margarida Rebelo Pinto
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A minha mulher não deixa

Há famílias que estão mais unidas que nunca, antigas amizades foram que recuperadas, enquanto em outros lares e ambientes só não foram consumados mais homicídios por falta de planeamento

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Do Amor à Liberdade

Quando penso em liberdade, penso sobretudo no sentido de liberdade e no amor à liberdade. O que faz uma pessoa ser livre não são os ideais democráticos, mas a sua prática. E essa prática, que é da responsabilidade de cada um, começa em casa, com a família, os filhos, os pais e os amigos

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Até já, querido António

Tudo mudou muito depressa, um dia estávamos a passear no parque, a tua mãe contigo ao colo e eu, e no dia seguinte percebo que não vou poder voltar a ver-te nos próximos tempos e que os sapatinhos vão provavelmente ficar para o próximo bebé da família

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Do amor e do desamor à cultura

Se a cultura é para todos, e os dinheiros públicos são pagos por mim e por todos os cidadãos que fazem parte da população ativa, um festival com cerca de 120 músicos, escolhidos uns pelos outros, não fazia sentido

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Ligações sem fios

Margarida Rebelo Pinto reflete, com sobre o barco onde estamos todos metidos, o barco do mundo infetado, o barco do juízo e da esperança, em que todos navegamos à vista, sem saber como será o dia de amanhã, desejando que a morte não nos bata à porta, olhando para rolos de papel higiénico com carinho

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A China é já aqui

No segundo país que mais amo depois de Portugal, o nosso irmão de língua e de coração Brasil, está um psicopata no comando de um gigantesco Titanic pandémico que vai afundar de forma veloz e terrifica

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E de repente
Flor de Sal

Quanto vale um abraço?

De repente o mundo mudou e os abraços tornaram-se num dos bens mais preciosos da humanidade, porque têm um preço, suportam um risco, e ainda assim, são de um valor incalculável

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Homens domésticos

Perante uma pandemia mundial sem precedentes e com aconselhamento por parte de todos os governos de todos os países para ficarmos todos em casa, o que vai acontecer aos homens que não estão habituados a permanecer no território doméstico por períodos mais longos do que os habituais, manhãs e serões, férias e uma manhã ou tarde por fim-de-semana? Margarida Rebelo Pinto faz a pergunta e responde

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Basta

No texto do vídeo que hoje lanço aqui e nas redes sociais, é disso que falo. Nós não queremos ser completas nem perfeitas, não queremos ser cobiçadas nem desfeitas, queremos um tratamento de igual para igual, mano a mano. Se querem saber o resto, é só clicar e partilhar

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A mão na massa

Francamente, se ambas as partes não vão a jogo com o mesmo valor nas apostas, um deles acabará por levar o outro ao colo, que é como quem diz, por puxar o barco quase sozinho

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Como matar o amor

O amor morre porque o matamos ou o deixamos morrer. Morre envenenado pela angústia. Morre enforcado pelos abraços que não se dão. Morre esfaqueado pelas costas nas noites em que o outro não vem. Morre atropelado pelo medo. Morre sufocado pela desavença. Morre de cansaço quando um deixa de acreditar. Morre de tédio quando os dois desistem de se amarem. Margarida Rebelo Pinto em mais um Flor de Sal

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Corações partidos

Nem o amor é uma competição, nem no amor é suposto ganhar ao outro no que quer que seja. Quem encara o amor como uma guerra surda – os melodramáticos – ou como um desporto – os insensíveis – não percebe nada de amor, porque não é um jogo nem um negócio

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Diga não ao amor aplicado

Margarida Rebelo Pinto sobre o amor vivido através da tecnologia: Prefiro telefonar em vez de enviar um sms, prefiro encontrar-me e estar com as pessoas em vez de falar via FB ou qualquer outro meio virtual. E prefiro dizer gosto de ti em vez de mandar ícones de corações a bater. Se quiser que o meu amor sinta o meu coração a bater, pego-lhe na mão e ponho-a no meu peito, é muito mais eficaz e muito mais verdadeiro

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