“No Ocidente, creio que está a acontecer uma coisa muito grave, trocámos a razão pelos sentimentos. Agora ‘sentimos’: as focas, as baleias, os golfinhos, os touros, os sem-abrigo…”

“No Ocidente, creio que está a acontecer uma coisa muito grave, trocámos a razão pelos sentimentos. Agora ‘sentimos’: as focas, as baleias, os golfinhos, os touros, os sem-abrigo…”

A tradução portuguesa de Linha da Frente (Asa, 624 págs., €22,90), o extenso romance de Arturo Pérez-Reverte sobre a Guerra Civil Espanhola, chegou por estes dias às livrarias. Mas depois da sua publicação em Espanha, em 2020, o escritor já terminou mais dois romances: El Italiano (2021) e Revolución, que será lançado em outubro, sobre a revolução mexicana. “Sou um escritor profissional”, diz-nos Peréz-Reverte, 70 anos, numa manhã chuvosa de Lisboa, no vetusto salão do segundo andar do Hotel Avenida Palace. “Conto histórias, sou feliz a fazer isso. Tenho a vida resolvida, não preciso de escrever livros, mas, para mim, é maravilhoso passar um ano, ano e meio, a viajar, a ler, anotando coisas… Para mim, a escrita não é um desafio nem uma agonia, nem escrevo para fazer um mundo melhor, nada disso.” Mas assume que Linha da Frente – uma ficção inteiramente baseada em acontecimentos e figuras reais – é, também, um lembrete para o futuro.

Pode dizer-se que as guerras são todas iguais?
Todas são iguais. Há só uma coisa que pode mudar: as técnicas usadas. Mas desde Troia até à Ucrânia é a mesma guerra. Pode haver drones, sistemas avançados de visão noturna, novos mísseis, mas o fator humano é sempre o mesmo: uns desgraçados em lados opostos, que ali estão para se matarem uns aos outros, em nome dos Putins, Zelenskys, Salazares, Francos, Príamos, Agamemnons, nos seus postos, por trás de tudo, manipulando bandeiras, pátrias, monumentos… A tragédia é sempre a mesma: dois infelizes a tentarem matar-se um ao outro.

Neste romance, Linha da Frente, parece que quis deixar isso bem claro: os seres humanos é que são todos iguais. E mesmo na Guerra Civil Espanhola, que associamos sempre a uma grande violência e polarização, havia homens, vítimas das circunstâncias, que não estavam propriamente a lutar pelas suas convicções. Até relata cenas de camaradagem momentânea entre inimigos, que trocam tabaco e mortalhas antes da batalha…
O que acontece é que eu chego a este livro sobre a Guerra Civil com uma grande bagagem pessoal… Li tudo o que havia para ler sobre o assunto. Tive testemunhos diretos sobre o que se passou na Guerra Civil Espanhola. E estive presente em várias guerras civis como jornalista: Nicarágua, El Salvador, Bósnia, Croácia, Angola… Ideologicamente parece sempre tudo muito claro: em Moçambique queriam a independência contra a presença colonial portuguesa, claríssimo; em Espanha, a república era legítima e houve a tentativa de a aniquilar. Mas quando te aproximas verdadeiramente dos seres humanos, o preto no mato com uma kalashnikov, o soldadinho espanhol falangista ou comunista…, encontras pessoas que foram ali parar por circunstâncias da sua vida e da História. Por exemplo, o meu pai e o meu tio estiveram na Guerra Civil, combateram com os republicanos, e eram miúdos de boas famílias, com um estatuto social mais alto. Já o meu sogro, que era um jovem esquerdista, acabou a combater com os nacionalistas, porque a sua aldeia estava desse lado… Com o tempo, esquece-se esse tipo de coisas. E agora há uma geração de políticos espanhóis que já não têm testemunhos diretos da Guerra Civil e a usam como arma política, sem a conhecerem o suficiente. Não havia uma linha clara a separar, simplesmente, fascistas e comunistas, foi tudo muito mais complexo. E como em todas as guerras, houve gente a fazer coisas heroicas e coisas atrozes. O meu romance é uma tentativa de devolver a Guerra Civil a um lugar equânime, real. Não equidistante, porque eu sei que estou do lado da república. Mas posso ver o inimigo com as suas virtudes. Um grande problema em Espanha – também em Portugal, mas creio que mais ainda em Espanha – é a incapacidade de vermos virtudes nos inimigos e defeitos no nosso lado. É tudo muito bom ou muito mau. Essa radicalização é muito perniciosa. Os excessos e populismos da esquerda levaram aos excessos e populismos da direita. Os muitos erros da esquerda em Espanha, e um pouco por toda a Europa, resultaram numa extrema-direita forte que vai estar aí por muito tempo. São lições que se aprendem, por exemplo, no contexto duma guerra civil. O meu livro tenta ser, também, um lembrete sobre isso.

Custa-me ver jovens sem cultura, sem formação política, a acordarem fantasmas, a utilizarem a Guerra Civil espanhola, que compreendem pouco ou mal, como ferramenta política

Nascido em 1951, pertence a uma geração ainda muito marcada pela Guerra Civil. Era algo que se tentava esquecer ou cresceu com uma grande divisão bem visível, ainda, à sua volta?
Não era bem “esquecer”, era mais uma ideia de proteção, de não envenenar as novas gerações… Havia dois tipos de silêncios: o silêncio dos que viveram grandes horrores e não queriam recordá-los, e um silêncio mais higiénico, terapêutico, dos que não queriam que os seus filhos e netos ficassem envenenados com rancor. Digamos que esse duplo silêncio nos permitiu crescer num ambiente que, nos anos 70, facilitou uma reconciliação nacional. Isso foi o lado bom. Mas agora está aí outra geração… E o que vejo é que os mais jovens políticos espanhóis, portugueses e europeus, têm uma grande carência intelectual. Ideologicamente não têm uma base intelectual sólida. São mais de declarações rápidas, de tweets… Para esse tipo de discursos, os clichés são muito úteis, e a Guerra Civil é perfeita: bons e maus. Vendem-nos, então, uma simplicidade muito perigosa.

Mas na vida quotidiana, como criança, sentia ainda esse apontar de dedos: “Aquele fez coisas terríveis…”
Não, não… Eu cresci numa família culta, de uma burguesia acomodada, e republicana. Associa-se a república ao povo, camponeses e operários, mas havia uma burguesia claramente republicana, como era a do meu avô. Não senti essas sementes de ódio e rancor… Era a tal ideia de proteção a funcionar. Sabíamos coisas, claro: “Aquele participou em fuzilamentos…” Conheço uma pessoa que se cruzou, na rua, com quem tinha mandado matar o seu pai, e não fez nada; pensou: “Era a guerra…” Foi admirável, da parte dos nossos pais e avós, essa tentativa de que a geração seguinte não continuasse a violência. Por isso ainda me custa mais, hoje, ver jovens sem cultura, sem formação política, a acordarem fantasmas, a utilizarem a Guerra Civil, que compreendem pouco ou mal, como ferramenta política.

O novo partido Vox é um grande responsável por essa tendência?
O Vox mas também a extrema-esquerda. Isso acontece nos dois extremos políticos. Os excessos e a estupidez da extrema-esquerda engordam a extrema-direita, e vice-versa. Precisam uma da outra, alimentam-se mutuamente.

Não resistiu, naturalmente, a pôr no seu romance personagens jornalistas…
Sim, mas não só pelas razões mais óbvias… Essas personagens serviram-me para mostrar um olhar exterior sobre Espanha nessa altura, pôr no meu livro o modo como os estrangeiros viam os espanhóis.

Como ex-jornalista de guerra, quando vê o eclodir de um grande conflito, como este, agora, na Ucrânia, sente o impulso de ir a correr para lá? Vivê-lo para contá-lo?
Há uma diferença muito importante em relação ao tempo em que fui jornalista de guerra. Um repórter simplesmente contava o que via, os factos, não era militante de nada, mesmo que tivesse uma clara simpatia por um dos lados. Não havia esta valorização dos “sentimentos”, como se fosse uma nova religião. Claro que os órgãos oficiais de comunicação eram parciais, mas isso todos o sabiam, era muito claro. E, para o bem e para o mal, quem tinha uma voz pública, quem partilhava as suas opiniões, eram pessoas que tinham de ter passado por muitos filtros, profissionais e intelectuais. Até o maior ideólogo do salazarismo ou do franquismo tinha uma formação intelectual, leituras… Agora, qualquer um pode aceder às redes sociais sem qualquer tipo de formação prévia. Há um excesso de informação, sem filtros, a circular nas redes. E qualquer analfabeto ou manipulador pode fazer um qualquer tweet que se torna viral e chega a milhares de pessoas… Dizes uma parvoíce qualquer ou uma grande mentira bem embrulhada, com uma piada pelo meio, e muitas pessoas acreditam naquilo e partilham. O ruído atual nas redes impede a distinção entre o bom e o mau, o verdadeiro e o falso.

Mas sente, ainda, esse impulso de correr para um cenário de guerra?
Na verdade, não, porque não gostaria nada de me ver a trabalhar nesse contexto, a competir com incompetentes e analfabetos que não sabem nada mas têm dois milhões de seguidores… Antes, competia com os meus iguais, repórteres como eu. Não digo que o velho jornalista que fui não salive quando começa uma guerra, mas o homem que sou agora diz-me: “Arturo, este já não é o teu mundo.” E ainda bem que estou fora. Aliás, desisti do jornalismo de guerra já por causa disso, depois do conflito nos Balcãs. O telemóvel passou a ser um instrumento sempre presente, e mudou tudo. Passei um mês, ou mais, na Eritreia ou em Angola e era dono dos meus passos, tomava as decisões sobre o meu trabalho, o que mandava para a redação e quando… Na Eritreia, estive um mês e meio com a guerrilha, chegaram a dar-me como morto, foi uma história dura e complicada. No regresso, o relato de uma batalha que tinha acontecido há mais de 20 dias teve direito à primeira página do jornal… Hoje, isso seria impossível. O mesmo acontece com um capitão de um barco em alto-mar. Antes tomava todas as decisões, era como deus a bordo, hoje está sempre a ser contactado pelo armador… Vi chegar essa falta de independência e não gostei do que vi. Pensei: “Isto já não é para mim.”

Lendo este romance sobre a Guerra Civil, ficamos com a ideia de que a circulação da informação era muito mais lenta, mas talvez fosse mais fiável. O imediatismo e a grande rapidez da comunicação, hoje, tornam-se, facilmente, inimigos do rigor…
Sem dúvida. É muito difícil interpretar de uma forma intelectualmente justa, limpa, tudo o que está a fluir em variadíssimos meios de informação. É um fluxo contínuo. E é muito fácil ser manipulado, enganado. O único antídoto contra isso é ser um leitor culto, bem informado. Mas creio que a grande maioria do público, hoje, se não é inculta, é superficial.

A Ucrânia está a aguentar-se muito bem devido a uma razão para lutar que os russos não têm

Mesmo o público dito “culto” pode ser facilmente enganado…
Claro que sim. Eu próprio já acreditei em rumores e mentiras, às vezes basta uma foto para nos enganar… Há uma grande falta de fiabilidade na informação hoje. E, agora, que, mais do que nunca, é preciso um público bem preparado, é quando me parece que temos um púbico cada vez mais mal preparado. E isso é trágico, poderá causar danos graves a longo prazo. Mas eu já estou com 70 anos, não quero saber. Um amigo dizia-me que a velhice não é tanto o cansaço nem o desgaste físico, é, sobretudo, preguiça. Uma grande preguiça… Não apetecer. A Monica Bellucci liga e diz “Arturo, vem ter comigo”, e eu penso “Mmmh… às quatro da manhã, apanhar um táxi, não me apetece…” É isso a velhice. Cada vez são mais as coisas que te são indiferentes, que não te provocam impulsos e paixões. Isso é a parte boa da velhice…

E má, não?
É bom, sobretudo se tiveste uma vida boa e cheia, como eu tive. Viajei muito, de mochila às costas, com um enorme sentido de liberdade, conheci muitos amigos… Levo a velhice com muita serenidade. Não lamento nada estar a envelhecer.

Em entrevista à VISÃO, em 2016, dizia, pessimista, que “há sempre bárbaros a caminho”. Hoje, a Rússia de Putin faz parte dessa barbárie dos nossos dias? Como viu o eclodir desta guerra? Surpreendeu-o?
Não. Conhecendo Putin, não me surpreendeu. Mas pensava que ia ser uma guerra muito mais curta… É sempre a mesma história, de facto, e o meu livro também é sobre isso: o ser humano é assim, e não é bom nem mau. Putin é um filho da puta, mas lá terá as suas coisas boas, não é nenhum diabo. É um tipo com um certo modo de entender a política, o mundo e a vida, cujo patriotismo e a ambição o levam a fazer estas coisas… Noutro momento da sua vida poderia ser tudo de outra maneira. E Zelensky? É um ator, alguém sem nenhuma base política e intelectual, um pobre homem que a vida transformou num ícone heroico… A vida está cheia de paradoxos. Saber identificar e reconhecer qualidades nos nossos adversários é muito importante na vida. Dizer: “Este é meu inimigo mas é um tipo inteligente e corajoso, com virtudes.” E reconhecer defeitos no nosso lado também é fundamental. Acho que o ser humano se está a afastar disso. No Ocidente, creio que está a acontecer uma coisa muito grave, trocámos a razão pelos sentimentos. Agora “sentimos”: as focas, as baleias, os golfinhos, os touros, os sem-abrigo, a pobreza… Trocámos Voltaire, Montesquieu, Tocqueville, Rousseau e Kant pelo espírito das ONG [Organizações Não Governamentais]. Não tenho nada contra as ONG, mas isso é sinal de que nos falta um sustento, um alicerce, intelectual. A nova ideologia não passa pela razão, a nova ideologia é o coração.

E isso é necessariamente mau?
É perigoso, porque o coração é muito instável, influenciável, sensível a impulsos, momentos, lealdades, ódios, paixões… Como pode o coração determinar uma ideologia? Cada pessoa tem um, é muito complicado. Creio que o Ocidente está a perder a batalha intelectual, e a barbárie é isso. O Ocidente foi sempre a luz do mundo, com a gesta atlântica e índica dos portugueses, a expansão dos espanhóis, o iluminismo em França, o parlamentarismo inglês, a Alemanha e o seu racionalismo filosófico… Tudo isso está a ser varrido, mesmo nas escolas. Não interessa nada se um jovem conhece, ou não, Voltaire, tem é de sentir que pode ser homem ou mulher, tem é de respeitar os seus sentimentos… Mas os sentimentos têm de estar baseados na razão! Essa é a batalha que está a perder o Ocidente e nos torna débeis. O que nos fez grandes foram as ideias. E o Ocidente está velho, já não tem ideias… E as que tem estão acantonadas, parece que está a renunciar a elas.

Esta guerra na Ucrânia parece que nem é propriamente feita em nome de ideias…
Os povos eslavos são muito duros e cruéis, já os vi combater. São dos mais duros da Europa. Sofreram muito, e quem sofreu muito tem uma visão diferente da vida e da morte… E a Ucrânia tem um grande ódio aos russos, baseado em coisas terríveis que os russos ali fizeram na História. Portanto, há razões quase biológicas daquele povo, e de memória, históricas, para o modo como os ucranianos estão a resistir. Os soldados russos, esses, estão numa guerra que não lhes interessa nada… A Ucrânia está a aguentar-se muito bem devido a uma razão para lutar que os russos não têm.

Mas acreditava que ia ser tudo mais rápido…
Acreditava que ao fim de um ou dois meses os russos iam ganhar. Enganei-me e alegro-me com isso. Não esperava essa resistência tão feroz. É admirável. Ainda por cima dirigidos por um ator… Mas é tudo terrível, claro, até porque há grandes atrocidades cometidas pelos dois lados.

E, agora, o que lhe parece que vai acontecer?
Não sei… Já não me atrevo a fazer previsões. Mas sei uma coisa: todas essas viúvas e órfãos russos vão cobrar um preço, no final. Não podes encher o país de viúvas e de órfãos durante meses e meses, e passar incólume. Putin pagará por isso. O povo russo viveu submisso desde o tempo dos czares, sempre debaixo da bota de um tirano: os czares, Lenine, Estaline, agora Putin… Não sei quando, nem como, mas essas famílias que perderam filhos e pais vão cobrar no final.

Putin apostou muito alto com esta invasão…
Muito alto. E, claramente, não esperava esta resistência dos ucranianos… Pensava, como eu, que a guerra seria dura mas breve.

Mudando radicalmente de assunto, podemos falar um pouco do seu amigo Javier Marías, que morreu esta semana. Eram da mesma geração…
Sim, o Javier era apenas dois meses mais velho do que eu. E conhecíamo-nos há 30 anos, mais ou menos. Os seus livros e os meus são completamente diferentes, não têm nada que ver. O que nos unia é que tínhamos visto os mesmos filmes, lido as mesmas bandas desenhadas, os mesmos livros, tínhamos a mesma formação. Ao crescer, ele quis escrever essas histórias e eu queria vivê-las. Jantávamos juntos de 15 em 15 dias num restaurante de Madrid, o Casa Lucio. O Javier mantinha uma espécie de inocência pessoal, tinha ingenuidades muito cativantes… Eu oferecia-lhe armas, de coleção. Um dia falámos do [revólver] Colt de John Wayne e eu ofereci-lhe um igual… Quase todos os Natais lhe oferecia armas, até uma pistola-metralhadora. As pessoas ficavam surpreendidas com a sua coleção de armas, achavam que não tinha nada que ver com ele, e o Javier lá se explicava: “É o Arturo que mas dá…” Tínhamos essa cumplicidade de crianças que brincam, que continuam a brincar, cada um à sua maneira.

Conheceram-se já como escritores, no contexto literário…
Sim. Escrevíamos os dois na revista XL Semanal. As nossas crónicas eram em páginas seguidas, mas nós não nos conhecíamos. Num certo domingo, ao lado da minha crónica estava uma publicidade com um tuaregue, e ao lado da dele um anúncio a soutiens, com uma modelo encantadora… Na crónica seguinte escrevi algo como um protesto, por me calhar a mim um mouro e a ele umas belas mamas. Ele respondeu-me, e houve ali uma troca divertida de galhardetes a que os leitores acharam graça. Assim começou a nossa amizade, precisamente por uma brincadeira. Ele tinha aquele ar muito sério mas tinha um grande sentido de humor, rimo-nos muito juntos.

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