Esta é, provavelmente, a última oportunidade de ver o que resta do Boeing 747 que se despenhou

Esta é, provavelmente, a última oportunidade de ver o que resta do Boeing 747 que se despenhou

O Boeing 747 saiu do aeroporto JKK em Nova Iorque a 17 de julho de 1996 com destino a Paris. Minutos depois, explodiu ao largo de Long Island. As 230 pessoas a bordo morreram.

Os destroços deste voo 800 da TWA foram usados, durante mais de 20 anos, como ferramenta de instrução. Depois de reconstruído, o avião ficou num hangar de quase 3 mil metros quadrados no Centro de Treino do Conselho Nacional de Segurança nos Transporte (NTBS na sigla em inglês), em Ashburn, no estado americano da Virginia, e foi estudado nos cursos de treino para a investigação de acidentes.

Segundo o NTBS, os avanços nas técnicas de investigação, como a digitalização 3D e imagens de drones, diminuem a relevância da reconstrução em grande escala no ensino de técnicas de investigação modernas.

A agência afirma que planeia interromper o uso dos destroços reconstruídos, para depois os documentar minuciosamente usando várias técnicas de digitalização 3D, que serão, depois, arquivados para fins históricos.

O que resta do avião será, então, desmontado e destruído já que, quando o NTSB transferiu os destroços reconstruídos para Virgínia, fê-lo com a condição de que os mesmos seriam usados apenas como um recurso de treino e nunca como uma exibição ou exibição pública.

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