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O luso-descendente que é o barão dos hackers de criptomoedas

A vida nem sempre foi fácil para Mitchell Amador: filho de pai português e mãe canadiana, nasceu no Canadá, cresceu pobre e a sentir que nunca teria muitas oportunidades na vida. Hoje é responsável pela proteção de mais de 100 mil milhões de dólares investidos em diferentes plataformas de blockchain e criptomoedas. Esta é a história do homem que lidera, a partir de Lisboa, a maior comunidade de hackers de caça às vulnerabilidades no promissor mundo das finanças descentralizadas

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O engenheiro que dentro da Google luta pela sua privacidade

Stephan Micklitz é diretor de engenharia para a área da privacidade na Google e considera que o futuro da empresa depende, e muito, da confiança dos utilizadores. Apesar de todas as críticas que a gigante norte-americana tem sofrido, o responsável fala num «sentimento positivo» dos utilizadores relativamente à Google e à forma como os dados pessoais são usados e protegidos. O responsável sublinha ainda que a Europa tem tido um papel fundamental na definição de regras de privacidade em todo o mundo

Pedro Ribeiro | Pwn2Own | Flashback Team
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Pedro Ribeiro. O português que é campeão dos melhores hackers do mundo

O investigador de segurança informática, natural de Coimbra, é especializado em engenharia reversa – desmontar um hardware e software até os fazer funcionar de uma forma que os seus criadores não anteciparam. Uma vez, descobriu uma falha num software industrial que, no pior e no mais catastrófico dos cenários, poderia culminar na explosão de uma fábrica. E em pouco mais de um ano já ganhou 100 mil dólares a descobrir vulnerabilidades naquela que é uma das mais prestigiadas – e difíceis – competições de segurança informática do mundo. Esta é a história de como um português chegou à elite mundial dos hackers

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«Falar com as máquinas vai amplificar a nossa inteligência individual e coletiva»

Fernando Pereira é vice-presidente na Google e o homem que todos os dias trabalha para que os produtos da tecnológica percebam – e falem – cada vez melhor com os utilizadores. A influência dos trabalhos que coordena dentro da empresa é de tal forma notória que diz não se lembrar de um único grande serviço da Google que não tenha tecnologias desenvolvidas pelas equipas que coordena. Em entrevista à Exame informática diz o que ainda falta para que o assistente da empresa seja verdadeiramente inteligente e revela quais os próximos passos da gigante norte-americana na área da inteligência artificial. Só não lhe digam que estão a tentar humanizar as máquinas