Rui Tavares Guedes

Rui Tavares Guedes

Diretor Executivo
Editorial
Exclusivo

O ataque racista a Marega afinal não existiu?

Já sabíamos que a Justiça era cega; agora sabemos também que é surda. Em Portugal, pelos vistos, é mais importante o estigma do agressor do que o sofrimento da vítima

Telegrama

Telegrama: Até quando a Europa vai continuar a tolerar o provocador Viktor Orban?

O chefe do governo húngaro passou a ser uma espécie de ídolo e de porta-bandeira para populistas e aspirantes a ditadores em todos os lugares do mundo

Editorial

Preparados para o pior? Editorial de Rui Tavares Guedes

O cúmulo da imprudência e da cegueira face aos sinais é a surpresa de meia Europa ao perceber que Putin pode desligar o fornecimento de gás natural à Alemanha e a outros países

Telegrama

Telegrama: A Europa vai conseguir resistir a um inverno sem gás e com muito frio?

O inverno pode, mais uma vez, desempenhar um papel central no desfecho de uma guerra que envolve a Rússia. Mas agora o “general Inverno” é exportado para o centro do continente europeu, sem que o líder do Kremlin tenha que mobilizar o seu poder bélico – basta-lhe fechar a torneira do gás

Opinião

Os autocratas não são todos iguais?

Será que os autocratas são todos iguais? Neste caso, a resposta da Europa faz lembrar Orwell: há uns que são mais iguais do que outros

Telegrama

Telegrama: A saída de Mario Draghi vai criar uma crise em Itália mas também na Europa?

A Itália volta a mergulhar em crise política e, caso Mario Draghi persista na sua determinação de abandonar a chefia do governo, a União Europeia perde um dos seus líderes nacionais mais respeitados, o homem que transmite confiança aos mercados, com quem a Casa Branca aprecia colaborar e que foi, nos últimos meses, determinante a desenhar o plano de sanções económicas contra a Rússia, por causa da invasão da Ucrânia

Editorial
Exclusivo

Bem-vindos ao novo e abrasador normal

Durante quanto mais tempo, neste século XXI, em que todos anos se ultrapassam máximos de temperatura, uma onda de calor, em pleno verão, vai ser considerada um fenómeno excecional?

Newsletters

Telegrama: A queda de Boris Johnson é o sinal do fim da era populista?

A grande questão, apesar de todas as mentiras, é a de saber se estamos a assistir ao final de um capítulo ou, somente, a um breve interregno na maré populista.

Opinião

Os essenciais são mesmo… essenciais

A atual situação nos aeroportos, na Europa, América do Norte e Austrália, é o melhor exemplo das consequências provocadas pela falta dos trabalhadores essenciais quando a sua presença era mais do que… essencial

Telegrama

Telegrama: Vamos ter o verão mais caótico e infernal de sempre nos aeroportos?

O ansiado regresso aos voos e às viagens, depois de dois anos de restrições pandémicas, arrisca-se a ficar lembrado como um verão de pesadelo por milhões de europeus e de americanos. Motivo: o caos crescente nos aeroportos, com milhares de voos cancelados, filas intermináveis, bagagens perdidas – tudo isto, ainda por cima, depois dos passageiros terem pago bilhetes mais caros do que era habitual

Pode a Europa defender o ambiente sozinha?
Editorial
Exclusivo

Desta vez, a Europa não pode falhar

A Europa tem de saber assumir a responsabilidade de ser um exemplo para o mundo, em contraste com as autocracias mas também com uns EUA cada vez mais imprevisíveis

Telegrama

Telegrama: A guerra e as sanções estão a tornar Putin mais rico e perigoso?

Contas feitas, até pode acontecer que Putin acabe por ganhar mais este ano com as exportações de petróleo e de gás natural do que ganhou no ano passado. Sim, é isso mesmo: a guerra pode estar a ser lucrativa para Putin.

Opinião

Líderes sob ameaça

Apesar da imagem de força e de união que Macron, Scholz e Draghi deram na deslocação à Ucrânia, todos eles têm agora as suas lideranças ameaçadas ou, no mínimo, sob grande pressão e desgaste interno

Telegrama

Telegrama: Um Watergate ainda tem força, 50 anos depois, para agitar um país e fazer cair um Presidente?

Porque razão, 50 anos depois, a palavra Watergate continua a ser tão poderosa, capaz de nos fazer sonhar com o melhor do jornalismo, a acreditar na resistência das instituições democráticas e até na coragem dos heróis solitários frente aos poderes obscuros?

Editorial

Isto só em Portugal! Ou talvez não...

Os serviços públicos estão esgotados. E pior: o cansaço alastrou também às lideranças políticas, que se mostram incapazes de ler os sinais da realidade

Opinião
Exclusivo

Consciência da fragilidade

O que não deixa de ser curioso é que o número que pode ter efeitos mais nefastos no nosso futuro coletivo acaba por ser aquele que, no presente, menos nos inquieta

Telegrama

Telegrama: O Ocidente vai conseguir manter-se unido durante uma "guerra longa" com Putin?

A guerra na Ucrânia, que muitos diziam que iria ser de três dias, parece cada vez mais longe de terminar. Já completou 100 dias e o contador não dá mostras de ir parar nos próximos 100, 200 ou 300… A duração da guerra passou a ser uma poderosa arma de guerra

Editorial

Insanidade furiosa

Em Portugal, há quem veja a discussão sobre a redução dos limites de velocidade nas cidades como uma bizarria – prova eloquente da falta de mundo existente em muitas das nossas elites

Telegrama

Telegrama: Quem tem culpa da catástrofe alimentar que ameaça o mundo?

Será que a guerra na Ucrânia é a única culpada por esta crise que o The Guardian teme que se possa transformar numa "catástrofe global"? Será que a crise alimentar global pode ficar resolvida se Moscovo levantar o bloqueio que mantém no Mar Negro às dezenas de navios carregados com toneladas de cereais?

Opinião
Exclusivo

O labirinto de Joe Biden

É ao nível interno que reside o maior problema de Biden. Por mais que ele faça, que prometa aos amigos ou ameace os inimigos, ninguém sabe por quanto tempo os EUA podem manter os seus compromissos

Telegrama

Telegrama: Vinte anos depois da independência, Timor-Leste vai virar-se para a China?

A China tem motivos para ficar feliz com o regresso da “grande figura política” Ramos-Horta à Presidência do “pequeno país localizado numa encruzilhada estratégica entre o Sudeste Asiático, o Oceano Pacífico e a Oceânia”, já que permite a Pequim “fazer avançar um pouco mais os seus peões no vasto jogo de Go regional, em que se tornou um dos principais jogadores”