Pedro Marques Lopes

Colunista
Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, Pedro Marques Lopes é empresário e vive entre Lisboa e Porto. Comentador habitual em vários órgãos de comunicação social há cerca de 15 anos, integra ainda o painel residente dos programas Eixo do Mal (SIC Notícias) e Bloco Central (TSF)
Pedro Nuno Santos: É ele o pivô da geringonça
Politicamente Correto
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O homem que se segue

Tudo isto poderia ser visto apenas como um problema do PS e da forma como se irá posicionar no futuro, rompendo ou não com o seu passado. Mas não é. Essa possível alteração representará uma enorme mudança no quadro político-partidário português, tanto na esquerda, como na direita

Politicamente Correto
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Nenhum candidato preocupado com a Justiça?

Ao mesmo tempo que decorre a pré-campanha que será a verdadeira campanha, vão aparecendo notícias que ou inquietam, ou deviam inquietar os cidadãos e, pela enésima vez, põem em causa o bom funcionamento do mais básico pilar da comunidade: a Justiça

Politicamente Correto
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O grande berbicacho

Marcelo não sofrerá as consequências políticas graves que teriam sofrido Mário Soares e Jorge Sampaio. Porém, tenha ele feito tudo – e fez – ou não para que não tivéssemos eleições, foi Marcelo que dissolveu o Parlamento e se tornou assim parte do problema, e será para ele que os cidadãos olharão como construtor de uma solução

Politicamente Correto
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Não foi a manhã de nevoeiro que o trouxe, foi um submarino

Imagine-se o que seria se generais, almirantes e afins, designadamente os que ocupam os mais altos postos de chefia, desatassem a tecer considerações sobre a maneira como é governado o País, sobre as qualidades dos políticos – a que devem obediência – e a sugerir que vão lançar movimentos de cidadania

Opinião
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A cobardia é o maior problema da Justiça

Os megaprocessos são os maiores criadores da perceção da corrupção generalizada e de ressentimento social. É só para isso que servem. São mais um meio indireto de condenação fora do sistema

Politicamente Correto
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O poder e a mudança

Sendo o poder, na área central e moderada do sistema político-partidário português, o principal fator de recrutamento, a muito maior permanência de um dos partidos gera um círculo vicioso poder/capacidade de atrair pessoas difícil de ultrapassar

Politicamente Correto

A Justiça de pelourinho

O que tinha de ser feito era simplesmente dar por finda a investigação e declarar alto e em bom som – infelizmente, nunca tão alto como as suspeitas foram gritadas – que não havia indícios para acusar aquelas pessoas

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As campanhas para as eleições legislativas

Será, aliás, em larga medida na forma como os partidos se vão dirigir aos seus vários adversários que perceberemos os acordos que se desenharão a partir de dia 1 de fevereiro

Opinião

O PSD não se deve coligar com o CDS

O objetivo de uma coligação é somar, uma do PSD com o CDS só subtrairia. É que para piorar, a mensagem que Francisco Rodrigues dos Santos transmite é a de um partido muito virado à direita, ou seja, tudo o que o PSD deve evitar estar associado

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A vitória de Rio e as portas do poder escancaradas

Rui Rio teve, no entanto, uma vantagem que em democracia faz sempre a diferença: percebeu as motivações e os desejos dos eleitores.

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A melhor oposição não é gritar mais alto

Temos assim um claro caso de sucesso político: uma boa escolha para uma tarefa concreta e um trabalho político de muitos anos que permitiu ter as condições objetivas e subjetivas para se atingir o objetivo proposto

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Viva a imperfeição

A democracia depende do escrutínio e sendo as suas instituições constituídas por homens, têm falhas. Aliás, é normal que apareçam, quando não aparecem é que devemos ficar muito preocupados. Poder executivo, Justiça ou Forças Armadas sem casos e sem pessoas sem qualidades deveriam levantar muitas suspeitas.

Opinião

As conversas sobre o Chega não ajudam o PSD

Os fenómenos populistas têm razões sistémicas, existem em todos os países da Europa e estão ligados a um descontentamento em que as pessoas confundem os problemas e as soluções e, nunca esquecer, há mesmo franjas da população que não acreditam na democracia liberal, como há muitos racistas e xenófobos. E, sim, quem vota num tipo como o Ventura pode não ter consciência disso, mas está a votar contra a democracia e a liberdade

Politicamente Correto
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Menos trincheiras e mais pontes

A democracia é um sistema em que se acredita que o melhor para a comunidade vem sempre da convergência de vontades, de se pensar que uma solução negociada é sempre melhor do que outra imposta. As posições políticas têm de ser ponto de partida para uma negociação, não redutos inexpugnáveis

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Os problemas do PSD são problemas do País

A eventual não realização de eleições internas seria não só um rude golpe nos princípios que sempre guiaram o PSD como também comprometeria fatalmente o futuro do partido

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Bloco central, a única solução?

A realidade é o que é e não o que gostávamos que fosse: BE e PCP não são da mesma família política do PS e os três partidos não partilham valores fundamentais

Politicamente Correto

Venham de lá essas eleições

O mundo é o que é e não o que gostávamos que fosse: o PSD continua a estar infinitamente mais próximo do PS do que o BE e o PCP. Viver nesta artificialidade, nesta mistificação de que há um bloco constituído pelos PS, BE e PCP não traz nada de bom

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O trabalho

Eis o magnífico mundo novo do trabalho. A chamada economia da partilha que, até ver, produziu meia dúzia de indivíduos com um poder económico como nunca ninguém teve (que rapidamente se está a tornar em político) e uma crescente multidão de trabalhadores sem direitos laborais, sem segurança social, sem proteção, mas com imensa liberdade. Liberdade para poder vender a dignidade do trabalho por uma malga de arroz.

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Da falta de compostura institucional

A pessoa que, agora, fala da partidarização das Forças Armadas foi a mesma que lançou um partido enquanto Presidente da República. Bem sei que a memória não é o forte dos portugueses, como também não ignoro que adoramos pessoas que batem constantemente no peito a gritar que são muito sérias, mas lembro que foi Ramalho Eanes que lançou o PRD, cuja única bandeira era ser patrocinado por ele próprio desde o Palácio de Belém

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A culpa é sempre dos políticos, mesmo quando não é

O caso da fuga de João Rendeiro é um daqueles casos em que o sistema judicial promove a desigualdade perante a lei através da conduta de juízes e magistrados

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Sinais de mudança

Não foi só um aumento na votação, no número de câmaras, de vereadores, foi um sinal de inversão de ciclo. E é bom lembrar: nunca um líder do PSD partiu para umas eleições em circunstâncias tão adversas