Francisco Camacho

Juventude Popular
Natural de Lisboa, tem 28 anos, é Presidente da Juventude Popular. É advogado (com cédula suspensa de momento a seu pedido) e consultor jurídico na Associação Portuguesa de Bancos. É membro da Assembleia de Freguesia de Alvalade e deputado, em regime de substituição, na Assembleia Municipal de Lisboa.
LUGAR AOS NOVOS

Lei e Ordens – parte I

Estimular o sentimento de que a formação de advogados licenciados pré-Bolonha (uma franca maioria) é superior aos juristas pós-Bolonha não é ingénuo no sentido da dinâmica eleitoral da própria Ordem dos Advogados. Alia o pior de duas dimensões: uma forte restrição para protecção da classe profissional vigente, típica do corporativismo; e o despertar de uma noção infundada de que as gerações mais velhas são mais capazes do que as novas gerações, típica do populismo. Francisco Camacho, da Juventude Popular, na rubrica Lugar aos Novos

LUGAR AOS NOVOS

Teclado para quem o trabalha

Esta tendência sindical, de resto bem portuguesa, de aversão à mudança laboral e de receio de perda de força (a que resta) nos meios tradicionais é um dos maiores paradoxos de quem procura representar os trabalhadores: o seu imobilismo, resultante da tentativa desesperada de conservar um modelo que outrora vingou, quando os meios de produção e a estrutura económica eram outros, tem nos próprios trabalhadores as maiores vítimas. Francisco Camacho, da Juventude Popular, na rubrica Lugar aos Novos

LUGAR AOS NOVOS

Nivelados por baixo

As novas gerações, em grande parte os filhos da classe média – uma das grandes conquistas sociais dos últimos 47 anos em Portugal – parecem condenadas a ganhar pouco mais do que o salário mínimo nacional. A primeira partipação de Francisco Camacho, da Juventude Popular, na rubrica Lugar aos Novos