Elisabete Azevedo-Harman

Elisabete Azevedo-Harman

QUELIMANE, MOÇAMBIQUE Elisabete Azevedo-Harman vive neste momento em Moçambique, na cidade de Quelimane, onde é professora de ciência política na Universidade Católica de Moçambique. Para além da universidade colabora num projeto das Nações Unidas de apoio aos parlamentos nos PALOP e Timor Leste. Nos últimos anos viveu na África do Sul, na Suíça, Estados Unidos da América e no Reino Unido. Fez o doutoramento sobre política africana contemporânea na Universidade do Cabo. Tem feito missões de observação eleitoral em vários países, entre os quais: Guiné-Bissau, Burundi, Libéria, República Democrática do Congo, Gana, Zâmbia e Moçambique. Publica em jornais académicos, no jornal Público em Portugal e para a revista Visão. Recentemente publicou “Post-Conflict Elections in Africa: Liberia and Guinea Bissau in Comparative Perspective”, Nordic Africa Institute (2007); “Parliaments in Africa: “Context and Constitutional Design”,The Journal of Legislative Studies (2006); “O Semipresidencialismo na Guiné-Bissau: Inocente ou Culpado da Instabilidade Política?” in Costa, L. M., & Amorim, N. O. (2009). O semipresidencialismo nos países de língua portuguesa. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais; “Parliaments in the land of Big Man”, The Journal of Legislative Studies (2011) e “De Inimigos a Adversários Políticos? O parlamento e os parlamentares em Moçambique, Texto Editora, Moçambique, (2011).
A ‘minha’ Europa mudou, construíram muros de medo
Nós Lá Fora

A ‘minha’ Europa mudou, construíram muros de medo

QUELIMANE, MOÇAMBIQUE - Esta Europa preocupada com o medo entre as suas fronteiras faz também com que a Europa não olhe para as outras guerras, como esta guerra em Moçambique à minha porta. Estas guerras fora da Europa não tem espaço nos noticiários europeus e se o tiverem são em pequenas notas de rodapé

Elisabete Azevedo-Harman
Livraria no vão de escada
Nós Lá Fora

Livraria no vão de escada

QUELIMANE, MOÇAMBIQUE Estas livrarias improvisadas são um mistério para mim. Não sei onde compram, e sei, que quase sempre não vendem. E mesmo assim cá andam de escada em escada

Elisabete Azevedo-Harman
Eu fora
Nós Lá Fora

Eu fora

QUELIMANE, MOÇAMBIQUE A corrupção sempre esteve lá, mas, como disse uma amiga minha brasileira, ‘é como o marido traído. Já era traído há muito tempo. Mas agora não só ele descobriu como todo o vizinho sabe e ele não aguenta’. O povo brasileiro é este marido enganado

Elisabete Azevedo-Harman