Bernardo Pires de Lima

Analista de política internacional
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O Japão aqui ao lado

O que parece certo é a impossibilidade de continuarmos a ver a evolução dos acontecimentos globais com a mesma lente passiva, com a mesma doutrina impávida, com os mesmos instrumentos obsoletos. E isto é válido também para Portugal

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O trimestre decisivo

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Não passarão

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A social-democracia e a globalização

A fase que atravessamos talvez possa estar a convergir na necessidade de regionalizar a globalização, redesenhando cadeias de valor industrial mais previsíveis, redes logísticas mais estáveis, controláveis, baratas e sustentáveis, mais capacidade produtiva autónoma, maior variedade de mercados importadores de energia menos poluente, matérias-primas críticas e bens alimentares de primeira necessidade

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Eleições, reuniões, canhões

Este seria um bom roteiro para 2023. O problema é que a racionalidade de Putin é altamente discutível e a brutalidade pode ser, novamente, a escapatória

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O ano zero da nova Europa

A guerra na Ucrânia, epicentro do futuro da Europa e transformadora de dinâmicas globais, colocou 2022 no lote restrito de outros anos invulgares – na História

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Mais livros, menos redes sociais

As sugestões de leitura de Bernardo Pires de Lima

Opinião
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Em defesa do interesse nacional

Podemos sempre optar por fazer análise à espuma dos dias, quando avaliamos um protagonista político. Dar um tom apocalíptico a um legítimo estado de alma. Preferir olhar para a forma e desleixar o conteúdo. Será uma análise certamente cheia de partilhas, mas coxa a um dos ângulos mais desvalorizados, embora de enorme relevância, da nossa política externa: a diplomacia do Presidente da República

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A adesão da Ucrânia

A integração futura da Ucrânia na União Europeia merece, pela transformação que opera, um acompanhamento crítico atempado, receita que devíamos ter cuidado nos anos prévios ao grande alargamento a Leste de 2004, que transformou a Europa e a posição relativa de países como Portugal

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Otimismo da vontade

Não só as mais importantes peças do xadrez se estão a mover, com vigor e acerto, como também os tabuleiros que as procuram organizar parecem ter mais instrumentos do que pensamos

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As sete vidas do trumpismo

Trump teve em 2020 mais doze milhões de votos do que em 2016, sobreviveu a dois impeachments e, até ver, à investigação sobre a incitação a um golpe de Estado. Alguém que continua a movimentar-se na política norte-americana como vimos nesta campanha, está longe de estar morto politicamente

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A liberdade está a passar por aqui

O grito que se ouvia aquando da queda do Xá – “morte ao ditador” – regressou novamente às ruas do Irão. A ânsia por direitos civis parece ter promovido o divórcio com o regime. A dúvida é se ele será ou não irreversível

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Sinais de fogo

Talvez o maior sinal da degenerescência que atinge uma democracia esteja na sua tolerância à incitação à violência, expressa por um responsável político. Trump já tinha avisado ao que vinha na campanha de 2016, quando encorajou à prisão de Hillary Clinton em comícios exuberantes

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Os riscos para a democracia

Sunak foi cooptado pela mesma maioria com a qual reconheceu ter atingido o seu limite enquanto governante. Quer isto dizer que foi ilegítimo ou ilegal o que fez? Não. Mas quer dizer que a ambição pessoal derrotou, implacavelmente, a relação estrutural que deve existir entre quem elege e quem respeita o resultado dessa escolha

O dragão chinês anda a cuspir fogo
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​Para lá da espuma dos dias

Desde 1990 que a economia chinesa não crescia abaixo da média asiática. Três décadas a crescer a 9% ao ano, para atingir 2,8% neste ano, não é um sinal particularmente positivo para quem tem assentado a linha política num modelo económico baseado em exportações e alto consumo energético

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Escolhas civilizacionais

A resposta mais importante que o Kremlin deu foi a nomeação do general Sergey Surovikin para comandante de todas as tropas na Ucrânia, ele que até aqui tinha apenas o comando da frente sul. A confiança neste homem não poderia ter outro efeito senão dar-lhe carta branca para fazer o que sabe melhor: destruir tudo o que lhe aparece, sem dó nem piedade

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O laboratório italiano

Se, como alguém disse em tempos, a guerra é a forma de os americanos aprenderem geografia, os europeus estão a conhecer melhor o continente onde moram através do dramatismo eleitoral

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O discurso de Putin

A ficção não sobreviveu à realidade e Putin, engolido pela arrogância dos ditadores, regressou às televisões mundiais numa posição de fraqueza

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As ilusões dos homens-fortes

Putin não só falhou os seus objetivos estratégicos, como parece ter defraudado as expectativas dos seus colegas do clube dos homens-fortes

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A quarta fase da guerra

Os ataques na Crimeia disseram a Moscovo aquilo que Zelensky reforçou ao país: só daremos por terminada esta guerra quando reconquistarmos tudo aquilo que nos pertence, revertendo o ciclo de ocupação iniciado na Crimeia, em 2014

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O eixo, afinal, move-se

Para a UE garantir um poder geopolítico ambicioso e influenciador das dinâmicas da globalização, num contexto de agressividade da Rússia e da China e de imprevisibilidade dos EUA, precisa de garantir poder militar permanente, estruturado e autónomo, em coordenação com a NATO