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Perfil

Manuel Delgado

Manuel Delgado

Professor da Escola Nacional de Saúde Pública

  • ADSE em risco

    O Tribunal de Contas propõe um modelo de contribuição dos quotizados baseado no risco e não apenas no rendimento, o que corresponde a uma alteração estratégica radical no modelo solidário que suporta este subsistema

  • O bebé sem rosto

    A OM não tem nenhum dispositivo de controlo que permita saber, sobre cada médico, se ele está atualizado e capacitado para o exercício de determinado ato técnico, mais ou menos complexo, nem sabe em que locais ou instituições trabalha

  • Falemos de Saúde Pública

    O trabalho e a dedicação que muitos profissionais põem na Saúde Pública nem sempre é visível e reconhecido. Mas está na base de um sistema de saúde que apresenta um bom desempenho, é eficiente, previne muitas doenças e aumenta a qualidade de vida e a longevidade dos nossos concidadãos

  • A liberdade de escolha na Saúde

    Há uma diferença entre sentir-se doente e saber o que se precisa. A ignorância do consumidor resulta exatamente deste desconhecimento, deixando-o duplamente vulnerável: pela sua doença e o sofrimento e ansiedade que ela provoca; pela submissão às decisões médicas que vai ter que seguir

  • Um novo ciclo para a Saúde?

    Já aqui o dissemos, a Saúde não precisa apenas de mais dinheiro. Precisa de reformas sérias e consequentes, que melhorem o acesso dos doentes e a qualidade dos cuidados. Terá o próximo Governo, capacidade de ir a jogo, desmontar argumentos e criar novos modelos de organização do trabalho, mais bem pagos, mas mais eficientes e produtivos?

  • A joia da coroa

    Para ser joia da coroa, precisamos de um Ministério da Saúde corajoso, com poder e espaço de manobra para introduzir reformas em áreas até agora intocáveis

  • O acesso a cuidados de saúde no SNS:A realidade de 2018

    Temos boas e más notícias: mais pessoas cobertas por médico de família, mais consultas, mais cirurgias realizadas em ambulatório, menos doentes internados e, pela primeira vez, TMRG nos cuidados primários; e, por outro lado, tempos de espera maiores para cirurgia, menos cirurgias realizadas face ao ano anterior, continuação de um excesso desordenado de procura de urgência e muito poucos cuidados médicos domiciliários