Uma volúpia carmim

Uma volúpia carmim

Consta que o bode tinha sempre muita sede. – É essa a lenda. Que o bode gostava de parar para beb...

José Eduardo Agualusa
O escaravelho verde

O escaravelho verde

“Alguns dos rapazes atravessaram o deserto. Dias ao sol. Noites ao frio. Sem comer, quase sem beb...

José Eduardo Agualusa
O escaravelho verde

O escaravelho verde

“Alguns dos rapazes atravessaram o deserto. Dias ao sol. Noites ao frio. Sem comer, quase sem beb...

José Eduardo Agualusa
O triste fim de Jair Messias Bolsonaro

O triste fim de Jair Messias Bolsonaro

Quer saber mesmo o que acho da Amazónia?! Quero que aquela merda arda toda! Aquilo é só árvore in...

José Eduardo Agualusa
A árvore que engoliu o tempo

A árvore que engoliu o tempo

Aquele é o tempo das árvores. Elas olham para nós e veem pequenos animais correndo rapidíssimos d...

José Eduardo Agualusa
O fantasma de Rita Hayworth

O fantasma de Rita Hayworth

– O que faz você nos meus sonhos, Rita? – Perguntou, num inglês atormentado. – Não se iluda, meu ...

José Eduardo Agualusa

A melhor cama do mundo

Lá de cima avistou as luzes de uma casa, e a estradinha de terra batida que a ligava ao mundo. Co...

José Eduardo Agualusa
A imbondeira escandalosa

A imbondeira escandalosa

Levou um escadote e dois assistentes. Tirou as medidas. Regressou duas semanas depois com um belo...

José Eduardo Agualusa
O homem que vê morrer o mar

O homem que vê morrer o mar

Mário não vem apenas do mesmo país que eu – de resto, isso não diria muito sobre ele. Vem de uma ...

José Eduardo Agualusa
Os universos suspensos da Síria

Os universos suspensos da Síria

Caía o sol, no segundo dia de confrontos, quando um dos santos se lembrou de arrancar um pedaço d...

José Eduardo Agualusa