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Perfil

João Gago da Câmara

João Gago da Câmara

João Gago da Câmara, natural da ilha de São Miguel, nos Açores, nascido em 1956, exerceu a profissão de jornalista/locutor na RTP Açores e redator/repórter no jornal Correio dos Açores. Fundou ainda o seu próprio jornal, o Correio do Norte. Publicou dois livros, o primeiro de crónicas lançadas na imprensa escrita, “Fragmentos entre dois Continentes”, o segundo em forma de reportagem realizada em Santa Catarina abordando a emigração açoriana para o sul do Brasil, que intitulou de “Dos Vulcões ao Desterro”. O jornalista e escritor, hoje aposentado, colaborou com as rádios Clube de Angra, Nova Cidade, Pico, Graciosa, Asas do Atlântico, Voz do Emigrante e ainda na imprensa escrita com crónicas semanais no Diário dos Açores e no Diário Insular, no arquipélago açoriano; no Portuguese Times e no Portuguese Tribune, nos Estados Unidos da América e ainda no Milenio Stadium e no Voz de Portugal, no Canadá.

  • Faial, a ilha azul

    Saborear um gin fresco no Peter’s, tido como o melhor gin do mundo, enquanto se desfruta da maresia que nos chega do canal, junto à floresta de mastros de iates que hasteiam bandeiras de múltiplas nacionalidades, e deixarmo-nos viajar nos desenhos que decoram as paredes do ancoradouro a transbordar engenho e arte de marinheiros em saudação é percebermos que a insularidade também pode ser universal, é conseguirmos sentir no peito essa intensidade que é ser-se ilhéu para o mundo, é surfarmos a onda da atlanticidade e, conscientemente, ousadamente, adotarmos a ilha para sempre

  • Pico, a vertiginosa ilha montanha

    Ver o Pico com olhos de ver é deixarmo-nos entregar à telúrica intensidade da mãe natureza da ilha, que se expressa no verde dos muitos matos, na vertigem da montanha parda, na presença constante do mar azul metal, no negrume forte da rocha basáltica, no mergulho da volumosa cauda da baleia, no choro do vinho nos lábios... Ainda, é ter nuvens aos pés e tocar o céu

  • Graciosa, a ilha branca

    A ilha Graciosa junta à beleza das suas vilas freguesias marcadas por uma arquitetura rural única, com igrejas centenárias, moinhos de vento de traça flamenga e ritmos de vida tranquilos entre pastagens, pomares e vinhas cultivadas em “curraletas” sobre campos lávicos

  • São Jorge, a peculiar ilha açoriana das fajãs

    Imagine-se sentado num terraço de uma casinhota a almoçar amêijoas da ilha, regadas por um bom vinho branco dos seus vinhedos, com a escarpa a seus pés a precipitar-se sobre um mar intensamente azul e, quinze quilómetros à sua frente, a vizinha ilha do Pico a elevar a sua gigantesca e mágica montanha sobre as águas

  • Terceira, ilha de Jesus Cristo

    A Terceira é, das ilhas dos Açores, a mais hospitaleira. Se caminhar num dos bonitos passeios de Angra, cidade a sul da ilha, ou da Praia, urbe localizada a leste, as gentes da terra olham-no nos olhos e sorriem naturalmente para si, dão-lhe os bons dias, perguntam-lhe se precisa de alguma coisa, convidam-no graciosamente para as festas populares em suas casas ou nos terreiros onde o povo se reúne e alegremente festeja