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Perfil

José Brissos-Lino

José Brissos-Lino

Doutorado em Psicologia e Especialista em Ciência das Religiões; Diretor do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona; Coordenador do Instituto de Cristianismo Contemporâneo; Investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias – Universidade de Lisboa) e do CIPES (Centro de Investigação em Política, Economia e Sociedade – Universidade Lusófona). Desenvolve há muitos anos intensa atividade em instituições culturais, humanitárias e de solidariedade social, algumas das quais fundou.

  • O Carter que dá cartas

    Jimmy Carter foi presidente dos Estados Unidos entre 1977 e 1981 mas é um caso à parte na política americana. Cristão convicto e comprometido, nunca utilizou a fé para fazer política, ao contrário do que é corrente nos Estados Unidos, onde a Modernidade chegou pela mão da religião, ao contrário da Europa que escolheu a via do secularismo

  • “Cristianocídio”

    Quando falamos de liberdade religiosa no mundo temos que falar, antes de mais, em perseguição, e sobretudo sublinhar que os cristãos são os mais perseguidos de todos. Sem qualquer dúvida

  • Um poeta na Capela Sistina

    O papa Francisco acaba de colocar o colégio cardinalício em risco, ao incluir nele um poeta. Devia saber que os poetas são gente perigosa em qualquer parte, mesmo entre cardeais… O tempo o dirá

  • Crentes sem religião, à procura de Deus

    Na abordagem ao fenómeno religioso há que respeitar toda a gente, os crentes de qualquer religião ou sistema filosófico, os agnósticos e os ateus. Mas a complexificação da vida contemporânea está a levantar novas categorias até hoje desconhecidas. É o caso dos crentes sem religião

  • O homem Jesus Cristo

    Está na hora de sublinhar a humanidade de Jesus Cristo. A identidade do Cristo Filho de Deus esconde muitas vezes a sua condição humana, que é talvez aquela que mais deveria influenciar e inspirar homens e mulheres que assumem a fé cristã

  • O Brexit dos pobres

    Um Brexit puro e duro deixará um rasto de destruição nas vidas e famílias por todo o Reino Unido. Foi isso que a Igreja de Inglaterra disse, procurando ser fiel à sua responsabilidade profética