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Perfil

José Brissos-Lino

José Brissos-Lino

Doutorado em Psicologia e Especialista em Ciência das Religiões; Diretor do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona; Coordenador do Instituto de Cristianismo Contemporâneo; Investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias – Universidade de Lisboa) e do CIPES (Centro de Investigação em Política, Economia e Sociedade – Universidade Lusófona). Desenvolve há muitos anos intensa atividade em instituições culturais, humanitárias e de solidariedade social, algumas das quais fundou.

  • Matar é cobardia, coragem é conviver!

    Imaginemos que um islamita armado entrava num domingo na Sé de Lisboa e assassinava cinquenta católicos, entre adultos e crianças. Foi o que fez o supremacista branco Brenton Tarrant, só que os mortos são muçulmanos, abatidos em duas mesquitas de Cristchurch. Para alguns é mais fácil a cobardia do assassinato do que a coragem da convivência

  • Fascista é a tua tia!

    Qualquer alma que se atreva a opor às ideias do extremismo político de esquerda tende a ser apelidado de fascista. O mesmo se pode dizer da direita, que chama comunista a tudo o que mexe. E assim se vai fazendo o branqueamento da verdadeira besta negra do fascismo

  • A culpa não é minha!

    O tema da culpa está muito presente nas religiões desde sempre, em especial no cristianismo. O sentimento de culpa é tão forte e desagradável que as pessoas logo desde a infância procuram remeter a culpa para os outros, de forma instintiva, sacudindo a água do capote

  • Deus pode ir de férias…

    A denominada Teologia da Prosperidade começa a dar lugar à Teologia do Coaching em determinados círculos cristãos. Substituiu-se a fome pela vontade de comer. Sendo assim, Deus pode ir de férias…

  • Moçambique: a religião como cortina de fumo

    Afinal o que se passa no norte de Moçambique? Desde Outubro de 2017 mais de duzentas pessoas foram mortas por um grupo terrorista islâmico conhecido como “Al Shabaab moçambicano”, possivelmente ligado à organização terrorista original. Quem está por detrás deles e o que os motiva realmente?

  • E se deixássemos de falar de cor?

    O nosso problema é falar frequentemente pela boca dos outros, ou pior ainda, pensar por cabeça alheia. Quantas vezes temos a tendência de opinar sobre o que desconhecemos, como se o mundo nos exigisse um posicionamento constante, imediato, transversal e universal?

  • Não é o rei que vai nu, somos todos nós…

    Um dos históricos pomos de discórdia entre católicos e protestantes é a velha questão da idolatria, ou culto das imagens de Maria e dos santos. Mas nem uns nem outros se parecem incomodar hoje com a nova idolatria no espaço mediático. Esta, sim, verdadeiramente preocupante