“A História do Avesso”. Historiadores desmontam argumentos do novo livro de José Gomes Ferreira

“A História do Avesso”. Historiadores desmontam argumentos do novo livro de José Gomes Ferreira

O jornalista José Gomes Ferreira (JGF), diretor-adjunto de informação do canal televisivo SIC, voltou a entrar no campo da História para nos falar de O Segredo da Descoberta Portuguesa das AméricasOu as Provas Irrefutáveis de como Portugal Chegou ao Novo Mundo Antes de Cristóvão Colombo, publicado pela Oficina do Livro, chancela da Leya. Contudo, JGF não é novo nestas andanças, tendo publicado em 2021 o best-seller Factos Escondidos da História de Portugal – O que os Compêndios Não Dizem, livro cujo sucesso comercial foi inversamente proporcional à sua qualidade científica.

Novo livro O Segredo da Descoberta Portuguesa das Américas, de José Gomes Ferreira, foi agora lançado pela Oficina do Livro

O livro em causa consistia numa compilação de teorias da conspiração respeitantes à História de Portugal, com grande ênfase no chamado período dos “Descobrimentos”, onde o autor apontava o dedo aos historiadores oficiais, afirmando terem sido comprados pelo regime para não tocarem nestes assuntos considerados sagrados. Pela mesma altura, concedeu numerosas entrevistas, cunhando a expressão “está tudo na net” para justificar uma investigação feita ao sabor das pesquisas do Google, longe da bibliografia atualizada da área (apesar de citar, esporádica e seletivamente, investigadores da área). Um ano e meio depois, temos perante nós um novo livro, de dimensão bastante mais modesta (125 páginas, com sete capítulos), que torna a entrar na espiral das viagens secretas portuguesas no século XV.

O autor volta a criticar, logo nas primeiras páginas deste novo livro, os historiadores oficiais e a História oficial, ignorando que em Portugal não existe, desde 1974, uma linha historiográfica oficial determinada pelo poder político, mas uma total liberdade de investigação e uma pluralidade de vozes e visões que enriquecem o debate académico. Como indica o título, o livro procura apresentar “provas irrefutáveis” sobre o pioneirismo dos portugueses nas navegações atlânticas, tudo baseado em “documentos pouco conhecidos do grande público” e do trabalho de “investigadores independentes”.

Note-se que JGF já tinha dado a conhecer estas “novas” ideias no site da SIC, num artigo de opinião, datado de 29 de novembro de 2021, no qual se defendia das críticas feitas aproveitando os meios à sua disposição – a página web de um dos principais canais de televisão do País, ao qual está ligado contratualmente.

Sem sermos exaustivos, vejamos as “provas irrefutáveis”.

1. A descoberta da Flórida

O primeiro capítulo é dedicado à descoberta da Flórida (atuais EUA) pelos portugueses, centrando a sua tese numa análise questionável da cartografia da época. Alega ver delineada a península da Flórida no chamado mapa de Cantino, de 1502 (contrabandeado para Itália), visto que este derivaria de uma cópia do Padrão Real – o modelo cartográfico principal, existente na Casa da Índia (em Lisboa) e atualizado com os mais recentes conhecimentos geográficos portugueses. Na realidade, estudos recentes, disponíveis online e por isso facilmente acessíveis, têm mostrado que este mapa não pode derivar do Padrão Real devido às questões técnicas do seu desenho. Ignorando qualquer ideia de proporção cartográfica, o autor chega ao ponto de propor que aí está representada não apenas a Flórida, mas toda a extensão da costa leste dos EUA. Como é evidente, comparar a olho e sobrepor escalas atuais de latitude e longitude, como faz recorrentemente, tem pouca validade científica.

JGF ressuscita uma tese do seu livro anterior, sobre a representação da ilha do Cipango (o Japão) de Marco Polo. A partir do globo de Martin Behaim, de 1494, e sobretudo de um mapa-múndi de Henricus Martellus, de c. 1490, defende que a sua representação cartográfica (na vertical) e o seu posicionamento só podem indicar que se trata da Flórida. Para tal basta-lhe comparar o contorno dessa ilha com uma imagem de satélite daquela península americana, identificando supostas semelhanças no recorte da costa. O que JGF não explica aos leitores é que, por exemplo, Henricus Martellus é também autor de um Liber Insularum (um manuscrito que compilava desenhos de ilhas), que inclui este tipo de representação da ilha, perfeitamente comum à época e que perdura até meados do século XVI. Nem Behaim nem Martellus inventaram aquele modelo para o Cipango. A leitura de JGF seria outra se analisasse a evolução cartográfica da representação do Japão na primeira metade do século XVI (trabalho já realizado por vários investigadores).

Na mesma linha, JGF reaproveita a obra de Duarte Pacheco Pereira Esmeraldo de Situ Orbis, retirando-a do seu contexto e aceitando acrítica e seletivamente as suas informações. Mas este é um raciocínio comum ao autor: uma visão de um passado homogéneo, onde toda a comunidade científico-cultural estava a par dos mais recentes avanços geográficos – uma leitura alheia à realidade histórica.

2. A descoberta do Canadá

O segundo capítulo, dedicado à descoberta do Canadá antes das viagens de Cristóvão Colombo, volta a aproveitar as provas cartográficas do livro anterior: um mapa anónimo de c. 1490, existente na Biblioteca Nacional de França, usualmente atribuído ao próprio Colombo. Claro que o autor volta a ignorar os estudos que contestam esta atribuição e que põem em causa o seu raciocínio. JGF recorre novamente a uma montagem caseira, sobrepondo uma das ilhas imaginárias do dito mapa à imagem de satélite do Canadá – “um mapa tão certeiro”, nas suas palavras. No fundo, é uma espécie de puzzle, procurando encontrar os locais atuais onde as ilhas míticas poderiam encaixar-se.

3. O mapa português de Colombo

Chegamos ao terceiro capítulo, um dos mais breves (três páginas), intitulado “O mapa das Américas que Colombo levou na primeira viagem”. Por muito que o leitor procure, ali não encontrará qualquer mapa histórico, mas sim a possibilidade (não fundamentada) de Colombo ter utilizado um mapa português onde já surgiam as Caraíbas. De acordo com o autor, a inexistência deste tipo de mapas deve-se à censura da Casa Real e da Inquisição. Voltaremos adiante à censura da Casa Real (ou, mais corretamente, da Coroa), mas é preciso notar que JGF desconhece completamente as funções da Inquisição, a sua forma de atuação e as suas áreas de influência. Atribuir-se-lhe censura neste campo não tem qualquer base documental, e diz muito sobre o tipo de alegações feitas no livro.

4. O pioneirismo lusitano na costa sul-americana do Pacífico

O quarto e o quinto capítulos abordam o reconhecimento pelos portugueses da costa sul-americana do Pacífico antes dos castelhanos e da viagem de Magalhães. Uma das provas apresentadas é um pequeno globo, desenhado em duas cascas de ovo de avestruz, que o autor afirma ter sido “considerado autêntico e datado de 1504”. Uma vez mais, estamos perante uma interpretação abusiva, pois não menciona o debate gerado pelo surgimento repentino desta peça em 2012 e as dúvidas legítimas que ainda existem sobre a sua datação. Para JGF, vemos nesse globo a costa ocidental da América do Sul, o que só pode ser explicado pelo pioneirismo secreto dos portugueses.

No entanto, bastaria olhar para a cartografia da época para se colocar outra hipótese: o desenho da costa desconhecida espelharia o da costa atlântica, primeiro para norte até infletir para ocidente, para confluir nas terras já cartografadas. E isto quando a cartografia deste período está à distância de um clique, na base de dados online e gratuita do projeto português MEDEA-CHART, financiado com fundos europeus, coordenado por Joaquim Alves Gaspar e sediado no Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia (CIUHCT).

O autor volta a ignorar os estudos que contestam a atribuição [do mapa a Cristóvão Colombo]. JGF recorre a uma montagem caseira, sobrepondo uma das ilhas imaginárias do dito mapa à imagem de satélite do Canadá. No fundo, é uma espécie de puzzle

5. Os dois novos mapas esclarecedores

O restante argumento destes capítulos baseia-se, novamente, numa leitura seletiva de algumas fontes: o chamado ato notarial de Valentim Fernandes, de 1503, e as cartas do famoso Américo Vespúcio, publicadas nos inícios do século XVI. Seletiva porque retira dos textos apenas o que pretende, ignorando as incoerências internas e contraditórias dos mesmos.

Tenha-se em conta que estas teorias não são novas: grande parte destes argumentos já foi desmontada por autores como Duarte Leite, Damião Peres e A. A. Banha de Andrade, entre outros, antes de 1974, quando existia uma “História oficial”, imposta pelo regime, mas em que, curiosamente, estas leituras já não colhiam grande aceitação.

Além do material que já constava no livro anterior, o autor salienta dois mapas como “novas provas” para as suas teorias. Um deles é um mapa anónimo, da Biblioteca do Congresso (EUA), com o contorno da costa oeste da América Central e do Sul e com o desenho de três navios. Tendo em conta a linha de raciocínio de JGF, o mapa, pelo estilo do desenho e o “formato das embarcações” representadas, só poderá ser português. Paralelamente, vê a sua tese reforçada pela datação proposta na ficha descritiva do mapa – c. 1500 –, não percebendo que se trata apenas de uma datação aproximada do período.

Mapa Documento anónimo, da Biblioteca do Congresso americano, que José Gomes Ferreira alega ser português

Contudo, uma análise mais detalhada do mapa leva a crer que será de finais da década de 1520: não só pelo reconhecimento da costa pelos castelhanos, como pelos navios aí representados – trata-se de galeões, cuja tipologia só surge nessa década (conforme os estudos de José Virgílio Pissarra). Tal não impede o autor de embarcar numa digressão sobre o desenho do casco dos navios, comparando-o à escultura de um camaroeiro numa fonte da época manuelina, preservada no Museu Nacional de Arte Antiga. Sugere ainda que as possíveis inscrições do mapa foram apagadas e removidas, apesar de uma atenta análise não revelar qualquer raspagem de texto.

O segundo mapa aí referido é otomano, da autoria do almirante Piri Reis, de 1513, para voltar a defender a descoberta portuguesa da América do Norte, desconsiderando toda a mais recente bibliografia sobre este mapa. Dá então a crer que a ilha que surge frente à costa americana só pode ser a Nova Escócia, voltando a comparar, via imagem de satélite, aquilo que acha coincidir. Só é estranho o próprio autor não se aperceber de que se trata da mesma ilha, com o mesmo formato e as mesmas características, que escassas páginas antes garantia ser a Flórida…

O capítulo seis (de duas páginas) parte de uma citação da carta de mestre João, de 1500, um dos únicos documentos escritos no Brasil durante a expedição de Pedro Álvares Cabral. Na carta, endereçada ao rei D. Manuel I, o autor informava-o do reconhecimento daquela terra, que poderia ser identificada num mapa antigo de Pero Vaz Bisagudo. A partir deste excerto, JGF extrapola a existência de um mapa de 1471 que identificaria já o Brasil. Porém, a leitura direta da fonte (coisa que o autor não fez) permite-nos chegar a uma interpretação divergente: a de que o mapa de Bisagudo terá de ser posterior a 1471, pois já menciona a Mina (no atual Gana), onde os portugueses chegaram nesse ano; e que não identificaria o Brasil, ainda desconhecido, mas antes o vasto Atlântico, incluindo a zona em que o rei poderia ver o espaço em branco em que se encontrava o novo território.

6. A censura e o sigilo

O último capítulo e a conclusão (três páginas no total) reafirmam a grande tese do livro: a existência, “sem sombra de dúvida”, de um segredo de Estado que protegeu todas estas descobertas. Para o comprovar cita o cronista quinhentista João de Barros, a partir de um excerto na obra de Jaime Cortesão Os Descobrimentos Pré-Colombinos dos Portugueses, de 1966 (e não de 1937, como assinala erradamente). Todavia, a comparação entre a citação de JGF, o livro de Cortesão e a crónica original mostra-nos que o autor resolveu aligeirar e simplificar o excerto, sem mencionar tal opção. Apesar de serem poucas diferenças, são o suficiente para alterar ligeiramente o tom e o conteúdo e, em bom rigor, não seria mais correto assinalar que se trata de uma passagem adaptada? Não é dever do jornalista, e do historiador, citar rigorosamente as suas fontes?

JGF termina o livro com várias considerações sobre a política de sigilo e de censura destes conhecimentos. No entanto, se esse conhecimento circulava sob a forma de mapa e era copiado e disseminado, como afirmar que era secreto? E como compreender a participação de tantos estrangeiros, desde logo italianos, nas navegações portuguesas, como Colombo e Vespúcio? É notória a impossibilidade de censurar estes homens depois da sua partida de Portugal, de os impedir de divulgarem as suas viagens.

Os argumentos apresentados no livro não são, de modo algum, ‘provas irrefutáveis’. São, sim, provas requentadas (…) meticulosamente selecionadas, frequentemente descontextualizadas e lidas de forma anacrónica para encaixarem nas suas teorias

O que é consensual na historiografia atual é que não existiu uma política ativa de sigilo sobre as navegações, a não ser em momentos pontuais e sobre questões concretas, e mesmo aí era bastante falível. Ora, os argumentos apresentados no livro não são, de modo algum, “provas irrefutáveis”. São, sim, provas requentadas, que tentam reaproveitar velhas teorias, todas elas provenientes do seu primeiro livro. Para se defender, o autor insiste várias vezes que são os “historiadores oficiais” que têm de provar que está errado – “cabe-lhes a eles encontrar uma explicação plausível […]”, ou são “desafiados a encontrar uma boa explicação” para o que ele acha óbvio. Tais provocações só podem ser respondidas com a frase popularizada por Carl Sagan: alegações extraordinárias requerem provas extraordinárias. E, na realidade, as provas apresentadas por JGF não são extraordinárias. São simplesmente meticulosamente selecionadas, frequentemente descontextualizadas e lidas de forma anacrónica para encaixarem nas suas teorias. Situação evidente, por exemplo, quando tenta interpretar mapas náuticos, que não procuravam representar a geografia do mundo, mas sim serem instrumentos de navegação.

7. A sua verdade

Terminamos com uma interrogação: caso todas as teses de JGF sejam verdadeiras e os portugueses tenham realmente sido pioneiros em cartografar secretamente todos os locais nomeados, o que é que esta informação altera sobre o passado português, europeu ou americano? Em bom rigor, nada. O facto de não se ter transmitido esse conhecimento de forma explícita, nem ocupado ou povoado as terras, significa que não teve qualquer impacto no desenvolvimento dos impérios ibéricos. Não negamos que algum navio possa ter chegado àqueles locais mas, a ter acontecido, não teve repercussão, nem deixou registo documental. Ter ou não chegado em primeiro lugar, e a febre ou o fetichismo deste pioneirismo, dizem muito pouco sobre o processo de construção destes impérios, e não contribuem quase nada sobre o estudo dos seus legados atuais. É, aliás, uma visão excessivamente patriótica, que desvaloriza, por exemplo, a chegada dos povos nórdicos ao continente americano séculos antes, comprovada arqueologicamente, e que o autor do livro menciona apenas levemente, preferindo viagens que não deixaram qualquer rasto material ou documental a não ser a partir de deduções e interpretações escondidas na cartografia da época que só ele pode ensinar-nos a ler.

Apesar de tudo o que aqui escrevemos, duvidamos de que consigamos demover JGF, pois como o próprio afirma, revelando claramente a sua metodologia científica: “Tudo depende da maneira como cada investigador olha para esse material e decide escolher uma certa perspetiva para contar a verdade… a sua verdade.”

Roger Lee de Jesus e Paulo M. Dias são autores do podcast Falando de História

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