A disputável leveza de uma variante: A Ómicron é mesmo mais leve?

A disputável leveza de uma variante: A Ómicron é mesmo mais leve?

Nos Estados Unidos da América, os hospitais pediátricos estão cheios de crianças infetadas com Covid-19. Habitualmente muito moderado com os mais novos, o SARS-CoV-2 está a trocar as voltas às certezas que antes tínhamos. A variante Ómicron, noticia o The New York Times, parece estar a afetar as crianças não vacinadas, com idade inferior a 4 anos, de formas nunca antes vistas.

A questão pode não estar apenas no fator “vacinas”, sobretudo porque as crianças vacinadas, naquele país, representam apenas 16% do total. Uma hipótese avançada será o facto de os mais pequenos serem mais vulneráveis às infeções nas vias respiratórias superiores – onde a Ómicron se concentra com mais força por comparação com as variantes anteriores. “Parece uma explicação razoável. As crianças até aos 4 anos estarão em mais risco de doença mais prolongada ou hospitalização”, afirma, naquele jornal, a pediatra Kristin Oliver, do hospital Mount Sinai, em Nova Iorque.

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