Poder sem vaidade: O legado de Angela Merkel

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Foi a primeira mulher chanceler alemã, a primeira vinda da antiga Alemanha de Leste, a mais nova de sempre a ocupar o cargo e por pouco não irá bater os 16 anos de longevidade de Helmut Kohl na chefia do governo federal. Angela Merkel venceu quatro legislativas, governou sempre em coligação, e será também a primeira chanceler a sair de cena pelo seu pé. Não tem Twitter, gere prolongados silêncios, usa a palavra com parcimónia e tem um estilo de vida frugal que a generalidade dos alemães aprecia e em que se revê. É popularmente conhecida por Mutti (mãe) e o incómodo com o mediatismo, o anti-histrionismo discursivo, a permanente intermediação política e o estilo sóbrio são marcas que destoam do ar destes tempos tribalizados e a prova de que é possível ter sucesso sem recorrer à banalidade contemporânea das técnicas popularuchas de afirmação política. Merkel é, provavelmente, a única política mundial com direito a um verbo (merkeln), cunhado há uns anos para definir alguém que evita tomar grandes decisões ou dar opiniões assertivas publicamente, preferindo deixar correr os acontecimentos. A gestão de crises permanentes que marcou os seus mandatos contraria essa definição, embora seja justo dizer que Merkel nunca foi uma grande estratega nem uma promotora de uma visão de longo prazo para a Alemanha ou para a União Europeia.

O rosto de um bloco Frau Merkel enfrenta Donald Trump durante a quente cimeira dos G7, em 2018 Foto: Getty Images

Contudo, há dez anos consecutivos que a revista Forbes a elege como a mulher mais poderosa do mundo, e sucessivas sondagens confirmam ser a mais confiável entre os principais líderes globais. Ao longo destes quase 16 anos, conheceu nove primeiros-ministros italianos e outros tantos japoneses, cinco britânicos, quatro sul-coreanos, quatro Presidentes norte-americanos e franceses. Só Putin está há mais tempo no poder, pese embora a injustiça da comparação. O que explica, então, a longevidade de Angela Merkel? Que marcas políticas deixa na Alemanha e na Europa? Que desafios podem surgir com a sua saída, num pano de fundo marcado pela pandemia, o caos no Afeganistão e a competição estratégica sino-americana? A poucos dias das mais imprevisíveis eleições alemãs de que há memória, vale a pena olharmos com atenção para essas questões.

Uma vocação tardia
Nascida em Hamburgo, Angela Kasner logo rumou a leste para acompanhar o pai, pastor protestante, numa vila dos arredores de Berlim. A mãe, nascida na Polónia, era professora de Inglês e Latim e militante social-democrata. Angela seguiu as pisadas dos dois. Do pai, herdou uma disciplina metódica; da mãe, o gosto pelas línguas. Aplicou-se no russo e é hoje fluente para conversar com Putin. Barra a Matemática e pouco sociável na juventude, formou-se em Física, doutorou-se em Química Quântica e exerceu investigação na Academia de Ciências nos arredores de Berlim, durante a longa década de 1980. Na noite em que o Muro foi derrubado, Angela seguiu a sua rotina e rumou à sauna. A política, a democracia ocidental e a luta por uma Alemanha diferente da que conheceu até aos 36 anos nunca lhe despertaram uma vocação política. Angela Merkel estava destinada a passar ao lado da História. Em 2009, diria: “Nunca fui apolítica, só estive politicamente inativa por muito tempo.”  O turbilhão alemão de 1989 mudou-lhe o rumo. Aderiu a um novo partido, o Despertar Alemão, um movimento conservador na Alemanha de Leste, criado no período da “Revolução Pacífica” (1989-1990) e que viria a fundir-se na CDU após a reunificação. Merkel foi porta-voz do partido e braço-direito de Lothar de Maizière, o primeiro-ministro eleito na Alemanha de Leste que assegurou a transição pré-reunificação. Ao contrário do que muitas vezes se diz, não foi Helmut Kohl quem apadrinhou os seus primeiros passos na grande família da direita alemã.

Mutações sistémicas A hegemonia norte-americana triunfalista da Guerra Fria já não existe, e o caos atual no Afeganistão é mais uma prova disso Foto: Getty Images

Durante o tirocínio político, não consta que Merkel fosse particularmente acesa em discussões partidárias ou nos círculos mais altos do poder. A sua postura é descrita muito mais como de “esperar e observar” do que de “agressividade crítica”. Eleita deputada nas primeiras eleições da Alemanha reunificada, chega a ministra para as Mulheres e Juventude em 1991. A queda de Maizière, por suspeitas de ligações antigas à Stasi, leva-a nesse mesmo ano à vice-presidência da CDU em sua substituição, tornando-se uma das figuras mais próximas de Helmut Kohl. Até 1994, quando é nomeada ministra do Ambiente com a tutela do dossier nuclear, passa ainda pela presidência do Estado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e ganha experiência em todos os níveis da política federal alemã.

Quando Kohl e a CDU são arrastados para o escândalo do financiamento partidário e vivem a pesada derrota contra Gerhard Schröder, em 1998, Merkel é tão fria com o seu ídolo como pragmática com as consequências, pedindo na primeira página do conservador Frankfurter Allgemeine Zeitung a demissão do antigo chanceler. Nenhum dos seus outros delfins se atreveu a tanto. Eleita presidente do partido em 2000, não mereceu a confiança dos militantes para ser a candidata nas legislativas de 2002, perdendo a luta interna para o líder bávaro da CSU, Edmund Stoiber. Não foi revés que a transtornasse. Stoiber foi derrotado por Schröder e regressou ao Sul da Alemanha para não mais importunar Angela. Em 2005, torna-se finalmente chanceler da Alemanha. Observadora e cuidadosa nas solidariedades políticas, Merkel foi nadando com conforto na alta política, apurando um tardio instinto furtivo, num estilo desprovido de exuberâncias ou de estados de alma, numa Alemanha em profunda transformação, progressivamente confiante na Europa e com um potencial económico globalmente competitivo. Talvez pudesse ter sido possível existir uma Angela Merkel num outro governo europeu, mas dificilmente teríamos esta Angela Merkel sem ser nesta Alemanha.

A última chanceler do pós-Guerra Fria
Um trajeto de vida pode ser um pré-retrato das características políticas. Conhecê-lo ajuda a interpretar comportamentos, ideias, estilo de liderança e exercício do poder. Só que, no caso de Merkel, não chega. Para lá da chanceler está uma realidade permanente, geograficamente imponente e politicamente impactante chamada Alemanha. Dissociá-la da Alemanha reerguida depois da reunificação é ver a árvore sem olhar para a floresta, é pessoalizar em demasia o que tem tanto de geopolítico, é reduzir esta Europa a passageiros em trânsito, em vez de olhar para ela como um entroncamento de velhas nações à procura de uma vivência comum tendencialmente maximizadora de poder.

A união monetária forjada em Maastricht não foi um “diktat” alemão para dominar a Europa, foi uma estratégia europeia para conter a Alemanha unificada

A Alemanha que Angela Merkel lidera a partir de 2005 é marcada por duas importantes dimensões. A primeira é consequência direta da entrada em vigor do euro, o instrumento federalista mais avançado na integração europeia e um dos dois elementos que serviram de garantia aos europeus (principalmente à França e ao Reino Unido) para que a reunificação alemã fosse feita de forma controlada e não ameaçadora – o outro foi fazê-la sob o chapéu da NATO. A união monetária forjada em Maastricht não foi um diktat alemão para dominar a Europa, foi uma estratégia europeia para conter a Alemanha unificada. Mitterrand, que se opunha à reunificação, amarrou assim Berlim ao banco da integração onde Paris já marcara lugar. Mas se a origem teve contornos políticos, o euro acabou por ser o fator preponderante da ascensão económica alemã, da sua capacidade exportadora e do seu excedente comercial, bases do músculo político que tem usado na Europa e na competição global.

A segunda dimensão está diretamente associada às reformas estruturais promovidas pelo governo SPD/Verdes (1998-2005) e que permitiram, entre outros aspetos, flexibilizar o mercado de trabalho, reformar a Segurança Social, reduzir impostos mas também cortar pensões e subsídios de desemprego. Não vale a pena recordar a polémica que causou esta Agenda 2010, acusada por muitos alemães de ser a maior machadada no “Estado Social” do pós-guerra. Sindicatos e massivas manifestações percorreram as principais cidades alemãs, e o impacto das medidas foi sentido com violência. Para gerir este quadro, os resultados das legislativas de 2005 acabaram por ser o melhor dos desfechos, obrigando a CDU/CSU e o SPD a uma grande coligação capaz de conduzir o rumo das reformas. Neste sentido, a liderança alemã de Merkel só tem sido possível porque essas reformas acabaram por adaptar a economia alemã ao impacto do grande alargamento da União Europeia a Leste, aos efeitos da entrada da China na OMC, à expansão da globalização económica, à emergência de potências fora da Europa e à cristalização de muitas economias da Zona Euro. O mérito de Merkel, reeleita em 2009, 2013 e 2017 (embora já com o pior resultado da CDU no pós-Guerra, partilhado, aliás, pelo SPD), resulta da construção de uma base alargada que vai muito para lá do centro-direita clássico, mas que tem sido capaz de consolidar uma grande coligação social-democrata mais abrangente, que vai do eleitorado da CDU ao FDP, passando pelo SPD e os Verdes. Dificilmente alguém conseguirá repetir este arco eleitoral, não tendo Merkel por isso qualquer substituto político, ideológico ou temperamental.

Annalena Baerbock – Verdes – É deputada federal desde 2013 e colíder dos Verdes. Tem tido altos e baixos na corrida

A História da Alemanha no pós-Guerra é marcada por recorrentes coligações. Desde então, só por uma ocasião houve um governo de maioria absoluta de um só partido (CDU, entre 1957 e 1961), e mesmo assim o partido de Adenauer foi, como habitualmente, a votos com a CSU bávara numa coligação pré-eleitoral. Saltando novamente para Merkel, desde 2005 a chanceler esteve 12 dos quase 16 anos a governar em “grande coligação”, ou seja, com o SPD. Antes disso, já as reformas de Schröder, que curaram o “doente europeu” (como lhe chamou a The Economist), foram apoiadas pela CDU e, a partir de 2009, mesmo fora do governo, o SPD apoiou mais a política europeia da sra. Merkel do que o FDP, com o qual esteve coligada até 2013. Também não surpreende que a “grande coligação” dure formalmente até hoje: na política interna, europeia ou no relacionamento com a Rússia, China ou EUA, há muito mais pontos em comum do que divergências de fundo.  

Esta dimensão partidária não pode, no entanto, passar ao lado das mutações sistémicas que o sistema internacional viveu ao longo dos últimos 20 anos. A hegemonia norte-americana triunfalista da Guerra Fria teve uma série de travões que condicionaram as suas decisões e minaram o seu “momento unipolar”. Os ataques do 11 de Setembro revelaram fragilidades de segurança interna e empurraram Washington e aliados para as longas guerras no Grande Médio Oriente, com resultados humanos, estratégicos e militares desastrosos. O caos atual no Afeganistão resulta dessa avaliação e da impaciência em retirar sem planos à altura. No meio desse percurso, a crise financeira de Wall Street que atinge a Main Street abalou o liberalismo económico triunfal do Ocidente e abriu margem à consolidação de capitalismos de Estado como modelo alternativo apetecível. A evolução imperial da China de Xi Jinping e a agressividade de Putin, na Geórgia e na Ucrânia, criaram uma perceção cristalizada de equilíbrio com os EUA, abriram divisões entre europeus e norte-americanos e fomentaram novas fraturas identitárias ainda por resolver na Europa. A Alemanha de Merkel tem estado no meio de tudo isto. Em 2015, na defesa inflexível do humanitarismo na grande crise dos refugiados, Merkel antecipou as clivagens iminentes entre sociedades abertas e fechadas, entre mecanismos conjuntos transfronteiriços na UE e o contraponto nacionalista. Nos dois anos seguintes, o Brexit dava início ao primeiro choque tectónico na União Europeia, Trump era eleito para a Casa Branca e a extrema-direita da AfD passaria a maior partido da oposição com assento no Bundestag.

Olaf Scholz – SPD – É vice-chanceler federal da Alemanha e ministro das Finanças. Segue à frente nas sondagens

Claro que a acertada decisão de Merkel não explica tudo, mas o ambiente mudou desde então. A perda de confiança alemã no grande aliado norte-americano caiu a pique e a atual situação no Afeganistão só a veio deteriorar. Berlim foi consolidando uma autonomia estratégica com a China (demonstrada na pressa em aprovar um acordo de investimento com a UE) e a Rússia (espelhada na manutenção do gasoduto Nord Stream 2, apesar da pressão dos EUA), e só uma vitória dos Verdes nas legislativas poderá alterar esta dupla equação. A continentalização da política europeia pós-Brexit elevou a preponderância de Berlim, sem meios ou vontade política para exercer um suposto “momento unipolar” alemão, apesar das frustradas tentativas de equilíbrio entre Paris e Roma. A demora na transição tecnológica europeia tem feito perder competitividade e relevância geopolítica a todos os protagonistas. A Covid-19 expôs muito mais uma ausência de governação concertada global (G zero) do que uma autêntica bipolaridade sino-americana (G2) ou mesmo a centralidade de um fórum mais alargado que preserve antigos equilíbrios (G7) ou reflita outros mais recentes (G20).

É nesta fase em que estamos: de transição entre uma era com uma grande potência tendencialmente hegemónica (e vista por muitos como benigna e insubstituível) e múltiplas variáveis que há duas décadas desconstroem essa inevitabilidade. Angela Merkel, apesar de convictamente transatlantista, contribuiu para aprofundar as incertezas estratégicas da Alemanha e, por via disso, da Europa, num momento em que se pedia outra clareza e capacidade mobilizadoras. Merkel pode ter sido a última chanceler da ressaca triunfalista do Ocidente no pós-Guerra Fria.  

O mundo de amanhã já despertou
Não é só a ordem internacional que está em mutação, também a política europeia mudou substancialmente no último ano. Os efeitos avassaladores da pandemia forçaram os europeus a acordar, em tempo recorde, um mecanismo conjunto de emissão de dívida impensável antes da atual crise. Podemos ainda dizer que o debate sobre novos instrumentos e competências para a UE ganhou tração no último ano, seja na saúde pública, na dimensão fiscal, na autonomia estratégica, na ambição climática ou no papel do BCE. Em boa verdade, se acrescentarmos ainda a abertura aos refugiados, concluímos que todas aquelas dinâmicas são caras aos Verdes alemães, o mais federalista dos partidos no Bundestag, o que não só valida a pertinência das suas posições junto de mais eleitores como acomoda a sua real acuidade na primeira linha da política europeia. Certamente sem querer, Merkel acabou por abrir caminho ao crescimento sustentável dos Verdes dos últimos anos, alterando assim a correlação de forças numa futura solução governativa.

A política alemã parece cristalizada numa ansiedade pós-Merkel. Nenhum dos candidatos a chanceler tem características aproximadas a alguém que preencheu a política alemã e europeia na última década e meia

Numa outra linha, aproveitando a saída do Reino Unido, desalinhamentos com a Polónia e a incerteza sobre a governação na Alemanha, Paris e Roma têm assumido uma ambição bilateral na tentativa de equilibrar o xadrez europeu. Por exemplo, favorecendo a revisão das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento e acelerando a célebre “autonomia estratégica europeia”, com mais meios ao dispor de decisões menos condicionadas por Washington, Pequim ou Moscovo. No entanto, nem Emmanuel Macron tem a reeleição garantida em 2022 nem Mario Draghi terá um horizonte muito alargado à frente de um governo multipartidário, podendo mesmo subir a Presidente da República, diminuindo assim o seu espaço de execução.

Mas há mais debates no horizonte próximo: tornar permanentes os instrumentos financeiros de emergência à pandemia, como o SURE; alargar as votações por maioria no Conselho Europeu em mais matérias comunitárias; aumentar o salário mínimo e generalizar o rendimento básico universal; diminuir horas de trabalho semanais e articular com a vida privada; acelerar investimento em defesa e segurança conjunto; desconfiar dos méritos da Belt and Road Initiative chinesa e da sua passada no 5G; encontrar um roteiro alternativo para as infraestruturas, redes logísticas e comerciais já proposto pelo G7, em sintonia com a proteção ambiental e a defesa dos direitos humanos nos países recetores; articular os milionários pacotes comunitários de investimento público para a década, reconfigurando a Europa da mobilidade eletrificada, da reindustrialização verde e da transformação tecnológica regulada. Nenhum Estado-membro conseguirá fugir destes debates e todos terão de fazer escolhas, decidir sob pressão de terceiros, e preservar a saúde das suas democracias, muitas delas com sintomas alarmantes de deterioração. Há, contudo, duas certezas no meio deste nevoeiro: a atual década será absolutamente decisiva para a longevidade das democracias europeias e em nenhum momento Angela Merkel estará aos comandos da maior de todas.

Armin Laschet – CDU – Em janeiro foi eleito líder da União Democrata-Cristã, sucedendo a Annegret Kramp-Karrenbauer. É o atual governador da Renânia do Norte-Vestefália, mas está com dificuldades em impor-se

Também a política alemã parece cristalizada numa ansiedade pós-Merkel. Nenhum dos candidatos a chanceler tem características aproximadas a alguém que preencheu a política alemã e europeia na última década e meia. Talvez por isso o candidato do SPD, Olaf Scholz, já use cartazes com a expressão – “ele pode ser chancelerina” – tal a necessidade de forçar uma continuidade com Merkel. O duplo fracasso da transição de poder na CDU (Annegret Kramp-Karrenbauer e Armin Laschet), e que tem afundado o partido nas sondagens, mostra como é magnânima a omnipresença de Merkel e como foi desvalorizada por si a renovação interna da CDU. A intromissão dos Verdes numa solução governativa com capacidade de obter pastas relevantes espelha a validade de algumas das heranças programáticas de Merkel, cujo peso também define o nível de contraponto desejado pela candidata Annalena Baerbock. Já os liberais do FDP, a quarta força política a ter em conta em soluções governativas, tem adotado nesta última transformação uma aproximação ao ideário macroniano, à direita numas áreas, à esquerda noutras, acomodando-se assim ao posicionamento de Merkel ao longo dos anos. Apesar disto, o tipo de coligação que governar a Alemanha no próximo ciclo político terá impacto noutros partidos e países europeus, ditando regenerações, ruturas e declínios. Por outras palavras, pode-se assistir à saída de Merkel da política alemã, mas dificilmente esta conseguirá fazer um corte epistemológico com o legado da chanceler.

Não há maior manifestação de poder do que o que é exercido de forma omnipresente.

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