A PRIMA gosta: da nova Gleba em Lisboa, do regresso de Modern Love e dos cadernos Emílio Braga

Regresso ao trabalho com a Emílio Braga 

Por mais anos que separem a idade adulta da idade escolar, setembro terá sempre aquele sabor a regresso às aulas (ler: trabalho). Um regresso ao papel, no caso, é o que propõe a icónica Emílio Braga, através dos seus cadernos feitos à mão, cozidos e colados segundo técnicas com mais de 100 anos, com folhas de gramagem alta e materiais duradouros. Das edições mais clássicas, como são as dos cadernos Nuvem, com lombada e cantos em tecido, aos recentes Bio, com papel 100% feito de fibra de cana-de-açúcar e livres de quaisquer químicos, passando pelos Azulejos, que celebram a arte da azulejaria de Lisboa, há opções para todos os gostos. Qual alfaiate da encadernação, através do diste da marca é possível escolher, para cada caderno, a cor, o tamanho, a categoria de papel (liso, linhas, quadrículas) e até a possibilidade de ter ou elástico.  

É explorar as diferentes versões em www.emiliobraga.com 

Os icónicos cadernos Emílio Braga podem ser encomendados em diferentes tamanhos, cores e com vários papéis no interior

Gleba no Mercado de Campo de Ourique 

A Gleba foi uma das primeiras lojas de pão de fermentação lenta a aparecer em Lisboa. Corria o ano de 2016 e os lisboetas de imediato se apaixonaram pelas especialidades de Diogo Amorim, chefe novo e empreendedor, que andou num périplo pelo país à procura dos melhores cereais de pequenos produtores. Em 2020, a pequena loja de Alcântara mudou-se para um espaço maior, também no bairro, e desde então a marca tem vindo a crescer. Alvalade, Avenidas Novas e agora Campo de Ourique, com uma loja própria no mercado. Além do icónico pão de trigo Barbela, vendem-se outros 20 tipos, como a broa de milho, os brioches vegan, as baguetes, o pão de azeitona e uma especialidade habitualmente natalícia, o panettone, mas que Diogo Amorim vende todo o ano, em edições clássicas e especiais. Mas há mais: cremes caseiros para barrar no pão, como o de avelã e cacau ou o de pistáchio, cerveja da Musa e café da Sargento Martinho. E também é possível comprar o pão online, em www.mygleba.com

Rua Coelho da Rocha, Mercado de Campo de Ourique, loja 43 / 92 771 1391 / seg-sex 08h-20h30, sáb e dom 08h-19h  

Há mais de 20 tipos de pães à venda na nova Gleba de Campo de Ourique, assim como chocolates, azeites, bolachas e café. © Gonçalo F. Santos

A segunda temporada de Modern Love 

Diz-se que as boas histórias de amor são universais e intemporais. Modern Love, a coluna de histórias de amor que enternece os seguidores do The New York Times, há mais de 15 anos, e que deu origem a um podcast há cinco, é prova disso mesmo. Baseada em textos submetidos pelos leitores, sobre todas as possíveis formas de amor, romântico, possessivo, estável, destrutivo, foi editada também em livro e virou série de televisão em 2019, com oito episódios rodados a partir de oito histórias independentes. A 13 de agosto estreou no serviço de streaming Amazon Prime a segunda temporada, com nova leva de oito episódios em tom de contos amorosos transpostos para a televisão. Há contornos de comédia romântica, mas há também dramas de fazer pegar nos lenços de papel, num apanhado de pequenas histórias de meia hora para ver no regresso à cidade. 

Onde: Amazon Prime 

Kit Harington e Lucy Boynton são as estrelas do terceiro episódio de Modern Love. Conhecem-se num comboio, em março de 2020, um dia antes do lockdown no Reino Unido

Ao assinar a VISÃO recebe informação credível, todas as semanas, a partir de €6 por mês, e tem acesso a uma VISÃO mais completa.

Uma VISÃO mais completa

Assinar agora

CAPA DA EDIÇÃO