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Chinês paga 1,4 milhões por um cão destes

Mundo

Um homem de negócios chinês comprou um Mastim Tibetano igual a este e um seu irmão, menos valioso. Ao todo, gastou 2,1 milhões de euros  

Tem um ano, mais de 90 quilos, pelo dourado e uma raça rara: é um Mastim Tibetano e foi comprado por um empresário numa feira de "animais de estimação de luxo", numa província chinesa.

Promotor imobiliário numa das economias em maior expansão do mundo, o novo dono deste cão, um sangue puro de uma raça de rara, terá desembolsado 12 milhões de yuans (pouco mais de 1,4 milhões de euros), representando o maior valor alguma vez alcançado numa venda canina. Não contente, ainda comprou o irmão gémeo que, por ter o pelo mais colorido, saiu mais em conta: metade do preço. Ao todo, o milionário gastou 2,1 milhões de euros em dois cães.

Muitas vezes comparados a leões, os Mastins Tibetanos são um dos maiores cães do mundo. O pelo espesso e volumoso caraterísticos da raça é adequado a regiões frias. Tradicionalmente, estes cães acompanhavam pastores nómadas da Ásia Central e Tibete. 

A raça foi recriada por britânicos no fim da década de 1800, após ter sido declarada extinta. Depois de mais de um século de cruzamentos seletivos, tornou-se um símbolo de status entre os novos-ricos da China.