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Zara, GAP e H&M vão banir a lã angorá depois de um vídeo polémico

Mundo

Cabra Angorá

Christian SAPPA (Getty)

Devido a um vídeo onde se veem as cabras angorá a serem maltratadas no momento em que são tosquiadas, quatro grandes empresas anunciaram que vão deixar de usar este tipo de lã

Quatro gigantes da indústria têxtil, onde se incluem marcas como a Zara, GAP e H&M, vão deixar de usar lã angorá até 2020 depois da PETA (organização de defesa dos animais) ter publicado um vídeo em que aparecem os animais a serem maltratados.

A lã mohair – que provém das cabras Angorá – tem como principal produtor a África do Sul, responsável por metade das vendas a nível mundial. Foi em “12 herdades”, segundo a PETA, que as imagens de pessoas a arrastar as cabras e a atirá-las para o chão foram recolhidas, e que alguns desses animais “ficaram feridos” e “outros morreram na sequência dos ferimentos e de sede”.

As multinacionais, que usam este tipo de lã para fabricar camisolas, cachecóis e cobertores, anunciaram de imediato que não compactuam com os maus tratos aos animais e renunciaram a usar este tipo de lã.

A espanhola Inditex (Zara, Pull&Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho, Zara Home e Uterqüe), a americana GAP (Athleta, Banana Republic, Gap e Old Navy), a sueca H&M e a britânica Arcadia (Tophsop, Topman, Burton Menswear, Dorothy Perkins, Evans, Miss Selfridge, Outfit Kids, Wallis) são, para já, as empresas que afirmaram que vão deixar de usar a lã nas suas peças.