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Um Safari em África

Tapas, Vida e Viagens

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Ir a África sem fazer um safari, é o mesmo que ir à China e não visitar a muralha. São experiências obrigatórias em viagens de sonho que não podemos deixar escapar. Desta vez, escolhemos o Kruger Park, na África do Sul, o santuário da vida selvagem africana.

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Na minha viagem a Moçambique, não pude deixar de 'fugir' por uns dias, e viajar até ao Kruger Park na África do Sul.

O Kruger é o maior parque nacional do País, com 20 mil km², fazendo fronteira com Moçambique, a leste, e Zimbábue, a norte. Situado nas províncias de Limpopo e Mpumalanga, é uma espécie de santuário da vida selvagem africana, onde (se tivermos sorte) podemos encontrar desde hipopótamos, girafas, zebras, leões, elefantes, búfalos, leopardos, hienas, antílopes, que podem ser observados no seu habitat natural.

Escrevi "se tivermos sorte" uma vez que nem sempre é fácil localizar todos os animais acima referidos, pelo que o conhecimento e experiência dos guias ajudam muito.

O nosso dia começou bem cedo, mesmo antes do sol nascer. Um grupo de cerca de 10 turistas ensonados, fez-se à estrada de terra batida, num grande jipe sem janelas, o que só por si nos fez despertar, uma vez que impõe desde logo algum respeito, principalmente quando estamos perante um grande leão (que esperamos que esteja bem alimentado) que se passeia livremente pela savana.  

À medida que vamos entrando no coração do Parque o guia vai-nos chamando a atenção para os diferentes grupos de animais com que nos deparamos, falando sobre cada espécie e partilhando curiosidades. Ficámos a saber, por exemplo, que o rinoceronte é o animal mais mortífero da savana; que a girafa tem o mesmo número de vértebras que o pescoço de um rato (!!!); ou que a cauda de um leopardo serve principalmente para ajudar o seu equilíbrio enquanto ele se passeia pelas árvores.

Desde o início da viagem que o guia disse que seria um bom safari, se conseguíssemos ver pelo menos 4, das espécies que fazem parte do BIG 5 dos safaris: o leão, o búfalo, o elefante, o leopardo e o rinoceronte. Nós tivemos sorte, e conseguimos ver todos. Talvez por termos ido na estação seca (entre Junho e Agosto) em que o mato é baixo e as árvores não têm folhas, o que torna a observação mais fácil.

Para pernoitar há diversas estalagens ou hotéis nas zonas circundantes ao parque. Nós optámos por ficar num lodge dentro do parque, mas os mais corajosos podem sempre optar por experimentar o perigo e a adrenalina de dormir em tendas gigantes, acompanhados de guardas e guias em plena savana africana.

Um safari em África, faz-nos respeitar e admirar ainda mais a Mãe Natureza,  ao percebermos o quão insignificantes e indefesos  somos quando confrontados com os verdadeiros reis da Selva.

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